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	<title>Vim Saber &#187; Administração</title>
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		<title>CUMPRIMENTO DA CONCORDATA</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:52:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[CUMPRIMENTO DA CONCORDATA]]></category>

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		<description><![CDATA[Pagos os credores e cumpridas as demais obrigações assumidas, pelo concordatário, deve ele requerer ao Juiz que sua concordata seja julgada cumprida, instruindo seu requerimento com provas do alegado (art. 155). Depois de publicar seu pedido de Editais, para que os interessados o impugnem e, ouvido o Ministério Público, o Juiz julgará cumprida a concordata. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pagos os credores e cumpridas as demais obrigações assumidas, pelo concordatário, deve ele requerer ao Juiz que sua concordata seja julgada cumprida, instruindo seu requerimento com provas do alegado (art. 155). Depois de publicar seu pedido de Editais, para que os interessados o impugnem e, ouvido o Ministério Público, o Juiz julgará cumprida a concordata. Da sentença podem apelar os impugnantes, se deferido o pedido e o concordatário pode agravar de instrumento, se indeferido seu pedido. Podem ainda recorrer os interessados que entraram como garantidores do cumprimento da concordata.</p>
<p>EFEITOS DA SENTENÇA QUE JULGA CUMPRIDA A CONCORDATA</p>
<p>Ficam extintas as responsabilidades do concordatário sujeitas à concordata;</p>
<p>Se se tratar de concordata suspensiva, encerrará também com a obrigação do escrivão avisar os mesmos funcionários e entidades que da falência foi ele obrigado a informar.</p>
<p>Ficam liberadas as garantias reais ou pessoais oferecidas.</p>
<p>CONCORDATA PREVENTIVA – Conceito e Fundamento</p>
<p>Concordata preventiva é o ato processual pelo qual o devedor comerciante propõe, em juízo, uma melhor forma de pagamento a seus credores, a fim de que, concedida por sentença judicial, seja evitada a Declaração da Falência.</p>
<p>Seu principal objetivo é o de salvar o comerciante honesto e momentaneamente em crise financeira, das conseqüências desastrosas da Falência, além de assegurar aos credores uma melhor satisfação de seus créditos, sem olvidarmos que, obtida a concordata, a empresa continuará como unidade produtiva e mantendo seus empregados. Por isso, mesmo sem conhecermos todo o aspecto negativo das concordatas, principalmente a preventiva, enquanto não encontramos fórmula melhor, não podemos suprimi-la, por isso, sem dúvida, significaria um retrocesso injustificável nos dias de hoje.</p>
<p>Condições Legais</p>
<p>Para concessão da Concordata Preventiva, a Lei exige um certo número de requisitos, uns ligados à ordem do devedor, e outros relacionados com a proposta oferecida.</p>
<p>A ausência de qualquer um deles, ocasiona indeferimento do pedido com a conseqüência decretação da falência.</p>
<p>Requisitos</p>
<p>a) Qualidade de comerciante há mais de dois anos, regularmente inscrito (art. 158, I).</p>
<p>b) Não concorrer qualquer dos impedimentos do art. 140 (art. 158, “caput”).</p>
<p>c) Possuir ativo cujo valor corresponda a mais de 50% do passivo quirográfico (art. 158, II).</p>
<p>d) Não ser falido, ou se foi, estarem declaradas extintas as suas responsabilidades (art. 158, III).</p>
<p>e) Não Ter título protestado por falta de pagamento (art. 158, IV).</p>
<p>Prazo para pagamento</p>
<p>Ao ser pedida a concordata, o comerciante deve escolher as formas que quer pagar os débitos, de acordo com a tabela indicada pela Lei (art. 156, parágrafo 1o, inc. I e II).</p>
<p>Propostas de Pagamento</p>
<p>À vista 50% (no mínimo)<br />
À prazo para pagar em 2 anos 100%<br />
Para pagar em 18 meses 90%<br />
Para pagar em 12 meses 75%<br />
Para pagar em 6 meses 60%</p>
<p>Efeitos da concordata preventiva</p>
<p>a) Vencimento antecipado de todos os créditos sujeitos aos seus efeitos (quirográficos, art. 147);</p>
<p>b) Compensação de dívidas a exemplo do que acontece na falência;</p>
<p>c) Encerramento de todas as contas correntes, podendo voltar a ser reativada somente com ordem judicial;</p>
<p>d) Impedimento de alienação de bens imóveis que não podem sequer ser dados em garantia, salvo autorização judicial. Sem ela, os atos são ineficazes se decretada a falência;</p>
<p>e) Os contratos bilaterais não se resolvem e devem ser cumpridos (art. 165, caput).</p>
<p>OBSERVAÇÕES GERAIS DA CONCORDATA PREVENTIVA</p>
<p>Na concordata é escolhido um responsável, denominado “comissário”, assim como é o síndico na falência. A única exceção é que ele será sempre um credor sujeito aos efeitos da concordata e sua caracterização jurídica é muito mais simples, porque o concordatário permanece, na posse e administração de seus bens comerciais enquanto o comissária não passa de um órgão auxiliar da Justiça encarregado da fiscalização dos atos do concordatário, na defesa dos interesses de seus credores.</p>
<p>A substituição e destituição e idêntica ao do síndico (art. 171)</p>
<p>Durante a concordata preventiva os credores podem a qualquer momento examinar os livros do concordatário, podendo eles extrair os apontamentos e cópias que entenderem necessários. Se o concordatário não consentir livremente, o Juiz poderá determinar o seqüestre dos livros para esse fim. Entretanto, a recíproca é verdadeira, por isso também os credores devem sujeitar seus livros, à verificação pelo Juiz, comissário e demais credores, na parte dos negócios que tiverem com o concordatário.</p>
<p>A verificação dos créditos é também idêntico à falência.</p>
<p>Convém salientar que a qualquer momento, a concordata pode virar falência por sentença do Juiz, se já concedida e, se for negada, automaticamente, o Juiz decretará a quebra.</p>
<p>CONCORDATA PREVENTIVA</p>
<p>A concordata preventiva é o ato processual através do qual o devedor comerciante propõe em Juízo uma melhor forma de pagamento a seus credores, a fim de que, concedida por sentença judicial, suspenda o processo falimentar.</p>
<p>As condições para seu deferimento são as seguintes:</p>
<p>a) Não tenha sido recebida denúncia ou queixa contra o Falido, ou seja, não estar sendo processado criminalmente;</p>
<p>b) Ter requerido “auto falência”;</p>
<p>c) Oferecer proposta de pagamento dos credores quirografários. Se à vista, deve ser oferecido no mínimo 35% do valor total do débito. Se à prazo no mínimo 50%, para ser pago em até dois anos, com 2/5 nos primeiros doze meses. Cinco dias após o decurso do prazo para a entrega em cartório pelo síndico do relatório final sobre a falência, antes de iniciar-se a fase da “liquidação”. Terminado esse prazo, pode ainda ser interposta a concordata, porém de poucos efeitos práticos, pois não impede a realização do ativo e o pagamento do passivo falêncial.</p>
<p>Concordata suspensiva das sociedades mercantis</p>
<p>A falência determina a dissolução das sociedades mercantis, porém se, ao depois, a Sociedade obtém concordata suspensiva, ela continua a mesma, eis que a dissolução não faz desaparecer a personalidade jurídica.</p>
<p>O pedido de Concordata depende de:</p>
<p>a) De todos os sócios nas Sociedades em Nome Coletivo, porque todos eles são responsáveis, subsidiariamente e solidariamente pelas obrigações sociais;<br />
b) Dos sócios de responsabilidade solidária apenas nas sociedades em comandita (simples ou por ação).</p>
<p>c) Da unanimidade dos sócios na Sociedade de Capital e Industria e nas por cotas de responsabilidade limitada.</p>
<p>d) Da assembléia dos acionistas nas sociedades anônimas puras (sem qualquer sócio de responsabilidade solidária).</p>
<p>OBSERVAÇÕES GERAIS DA CONCORDATA SUSPENSIVA</p>
<p>O prazo para cumprimento da concordata suspensiva inicia-se da data em que transitar em julgado a decisão concessiva.</p>
<p>Aos credores particulares de sócios solidários será passada, para executarem seu devedor, carta de sentença que contenha os seguintes requisitos: a) Íntegra da sentença declaratória da falência e do despacho que o reconheceu o sócio como solidário. B) Indicação da quantia pela qual o credor foi admitido e; c) Causa e teor da sentença concessiva da concordata.</p>
<p>O efeito fundamental da sentença que concede a concordata suspensiva é quando os bens arrecadados serão entregues ao denominado “concordatário” que, consequentemente, readquire o pleno domínio sobre os mesmos.</p>
<p>Na folha a seguir colocamos um esquema sobre o andamento da concordata suspensiva.</p>
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		<title>CONCORDATA - CONCEITO GERAL</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:52:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[CONCORDATA - CONCEITO GERAL]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo sistema atual vigorante podemos conceituar a CONCORDATA como sendo o ato processual pelo qual o devedor comerciante propõe em Juízo uma melhor forma de pagamento a seus credores, a fim de que, concedida pelo Juiz, evite ou suspenda a falência. O instituto traz vantagens ao devedor por evitar sua ruína, ao consentir que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo sistema atual vigorante podemos conceituar a CONCORDATA como sendo o ato processual pelo qual o devedor comerciante propõe em Juízo uma melhor forma de pagamento a seus credores, a fim de que, concedida pelo Juiz, evite ou suspenda a falência.</p>
<p>O instituto traz vantagens ao devedor por evitar sua ruína, ao consentir que ele fique à frente dos seus negócios ou a eles retornem e aos credores pela possibilidade de receberem mais do que auferiram na Falência e ainda à sociedade em geral que não vê desfalcada de uma empresa geradora de riquezas e empregos.</p>
<p>NATUREZA JURÍDICA DA CONCORDATA – TEORIAS</p>
<p>Ocorre o pedido de concordata quando o comerciante que, estando em dificuldades financeiras, quer prevenir-se da falência, requerendo ao Juiz a concessão da concordata preventiva. Com isso, obtém uma prorrogação do prazo até dois anos para saldar suas dívidas. Durante o processo de concordata, ele continuará a administrar seus bens e seu negócio. O fundamento deste intuito é o de salvar o comerciante honesto, que por circunstâncias muitas vezes alheias a sua vontade, vê-se na contingência de propô-la, a fim de evitar a declaração de falência. Explicaremos mais detalhadamente a seguir:</p>
<p>A) Contratual · Contrato anômalo, “sui generis”, pois obrigava mesmo credores ausentes ou que ela não haviam concordado expressamente. A vontade individual seria absorvida pela vontade coletiva da massa de credores.</p>
<p>B) Contratual Legal · Contrato para os aderentes e legal para os demais.</p>
<p>C) Da obrigação legal · É a proposta da concordata que aceita pela maioria e homologada pelo Juiz que dá força à Concordata.</p>
<p>D) Processual · Nega a natureza contratual da concordata. Para ela a força da concordata emana da decisão judicial (sentença que homologa). Por aceitá-la é que nosso legislador no atual diploma, fez desaparecer a necessidade de prévia anuência da maioria dos credores, bastando o pedido do devedor e o seu deferimento pelo Juiz. Apenas, como pensa a maioria de nossos doutrinadores, a lei deveria obrigar o concordatário a oferecer garantias suplementares do seu cumprimento e não deixar, como o fez, que ele decida se oferece ou não.</p>
<p>MODALIDADES DA CONCORDATA</p>
<p>a) Moratória ou dilatória: quando o devedor propõe apenas uma prorrogação de prazo para resgatar suas dívidas;</p>
<p>b) Remissória: quando há proposta de uma remissão parcial dos débitos;</p>
<p>c) Mista: quando o devedor conjuga as duas modalidades, ou seja, paga os débitos com abatimento e com prazo dilatado. No caso de haver coobrigados nos débitos, deverão estes pagar a diferença ao devedor até completar-se o total da dívida.</p>
<p>NÃO PODEM IMPETRAR CONCORDATA</p>
<p>a) O devedor que não tenha sua inscrição na Junta Comercial ou Cartório de Registro de títulos e documentos;</p>
<p>b) O devedor que deixar de requerer legalmente a sua falência;</p>
<p>c) O devedor condenado por crime falimentar, furto, roubo, apropriação indébita, estelionato, etc;</p>
<p>d) O devedor que há menos de cinco anos houver impetrado igual favor.</p>
<p>EFEITOS DA CONCORDATA</p>
<p>Concedida a concordata, ou seja, após a sentença judicial que a deferir, passa ela a obrigar todos os credores quirográficos do concordatário (art. 147), comerciais ou civis.</p>
<p>Os privilegiados não são assim atingidos por seus efeitos.</p>
<p>A concordata não produz novação, não desonera os demais coobrigados, nem os fiadores e os responsáveis pelo regresso, segundo o art. 148.</p>
<p>Enquanto não cumprida a concordata, não pode o concordatário praticar os seguintes atos:</p>
<p>a) Alienar bens imóveis, sem autorização judicial, e nem onerá-los (dar em garantia de débitos que contrair);</p>
<p>b) Também não pode fazê-los com bens móveis dados em garantia da concordata;</p>
<p>c) Vender ou transferir seu estabelecimento comercial a terceiros, sem o consentimento expresso de todos os credores sujeitos a seus efeitos;</p>
<p>Se praticar tais atos sem obedecer o determinado, serão eles ineficazes no caso de rescisão da Concordata.</p>
<p>SITUAÇÃO DOS CREDORES ANTERIORES E POSTERIORES À CONCORDATA RESCINDIDA</p>
<p>Os anteriores concorrerão normalmente sem nova habilitação, deduzidas as parcelas já recebidas (art. 153). Pode a Massa excluí-los, pagando o percentual total que lhes é devido. A rescisão não libera as garantias dadas, mas estas só beneficiarão os credores anteriores. Se houver fiador, o síndico deverá aciona-lo para tornar efetiva sua responsabilidade.</p>
<p>Os posteriores, ou seja, aqueles que surgiram após o ingresso do pedido de concordata em Juízo, podem excluir os anteriores e com isso ficam liberados os bens dados por terceiros em garantia e exonerados os fiadores.</p>
<p>Os credores posteriores não podem pedir a rescisão da concordata posto que não estão sujeitos aos seus efeitos. Entretanto, podem pedir a falência do concordatário em ação própria que será distribuída por dependência ao Juízo da concordata. Acolhendo o pedido, o Juiz, no caso de concordata preventiva, decretará a quebra. No caso de suspensiva, determinará a reabertura do Processo Falimentar que estava suspenso. Os efeitos como se vê, são os mesmos da rescisão.</p>
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		<title>CAUSAS QUE JUSTIFICAM O PEDIDO DE FALÊNCIA</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:50:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[CAUSAS QUE JUSTIFICAM O PEDIDO DE FALÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[A falência, como já mencionada anteriormente, só poderá declarar o devedor comerciante falido após sentença judicial. A insolvência do devedor pode manifestar-se na impontualidade de pagamento da dívida liquida e certa, este é o pressuposto fundamental da falência (art. 1º da Lei 7.661/45), pois é considerado falido “o comerciante que não paga no vencimento a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A falência, como já mencionada anteriormente, só poderá declarar o devedor comerciante falido após sentença judicial.</p>
<p>A insolvência do devedor pode manifestar-se na impontualidade de pagamento da dívida liquida e certa, este é o pressuposto fundamental da falência (art. 1º da Lei 7.661/45), pois é considerado falido “o comerciante que não paga no vencimento a obrigação liquida e constante de título que legitime ação executiva, exceto se tiver relevante razão para o não pagamento”. Assim sendo, já que é uma manifestação típica, direta, ostensiva e qualificada da impossibilidade de pagar o comerciante está em “ESTADO DE FALÊNCIA”.</p>
<p>A falta de pagamento (desde que já protestado), é o suficiente para o juiz decretar a falência, embora tenho devedor que ser citado a pagar o débito reclamado no prazo de 24:00 horas, não importando que o devedor esteja em insolvência, basta que pague a dívida líquida e certa no vencimento, para não ser decretada a falência.</p>
<p>Além da falta de pagamento, a falência é caracterizada no caso em que o comerciante:</p>
<p>1) executado, não paga ou não deposita a importância devida e não nomeia bens à penhora no prazo legal;<br />
2) procede à liquidação precipitadamente ou utiliza meios ruinosos e/ou fraudulentos para efetuar pagamentos;<br />
3) convoca credores propondo-lhes dilação, remissão de créditos ou cessão de bens;<br />
4) realiza ou tenta realizar negócio simulado ou alienação de parte ou da totalidade do seu ativo a terceiro, credor ou não, com o intuito de retardar pagamentos ou fraudar credores;<br />
5) transfere a terceiro seu estabelecimento sem o consentimento dos credores, a não ser que fique com bens suficientes para pagar sua dívidas;<br />
6) dá garantia real a algum credor sem ficar com bens para pagar suas dívidas ou tenta essa prática através de atos inequívocos que indiquem tal intenção;<br />
7) se ausente, sem deixar representante para gerir seus negócios, ou recursos para solver suas dívidas, abandona o estabelecimento, ocultando-se ou tenta ocultar-se.</p>
<p>PRESSUPOSTOS DO ESTADO DE FALÊNCIA</p>
<p>Para que exista a falência é necessário a concorrência de alguns elementos que são os seus pressupostos.</p>
<p>De acordo com o que prescreve o Direito brasileiro, os pressupostos do Estado de Falência são os seguintes:</p>
<p>a) Devedor comerciante;<br />
b) Insolvência presumida ou confessada do devedor;<br />
c) Declaração Judicial;</p>
<p>REQUERIMENTO DA FALÊNCIA</p>
<p>Qualquer credor pode requerer a falência do devedor comerciante. Entretanto, somente o devedor “quirográfico” que tem interesse em requerer a falência, já que ele não é privilegiado. É importante salientar que, os credores privilegiados, como o empregado, o fisco ou o senhorio, podem requerer a falência, sem perda do privilégio, porque não se trata de privilégio real, mas de privilégio pessoal, que só se realiza efetivamente dentro da falência.</p>
<p>Não é necessário ser comerciante para fazer o pedido de falência, um civil pode fazê-lo. Entretanto, no pólo passivo, a lei falimentar brasileira não se aplica ao devedor civil, só atingindo os comerciantes, diferente de outros países, como, Alemanha, Suíça, Áustria e E.U.A., onde o devedor civil pode falir.</p>
<p>Um comerciante, para requerer a falência de outrem, deve provar Ter firma inscrita, ou contrato social registrado na JUCESP. A sociedade de fato, não tendo contrato social registrado, não tem legitimidade para formular o pedido de falência.</p>
<p>Outro tópico importante, é com respeito ao próprio devedor, sendo que ele próprio pode requer “autofalência”, desde que dentro das ocorrências abaixo citadas:</p>
<p>• Para requerer a própria falência, deve o comerciante provar o exercício do comércio, de direito ou de fato, e a sua situação de insolvência. Os outros elementos previstos no art. 8º da L.F. virão no decorrer do andamento da falência. Há Juizes, porém, que exigem de imediato o preenchimento de todos os requisitos, sob pena de indeferimento do pedido.<br />
• Tratando-se de Sociedade Anônima, deve ser juntada a autorização da Assembléia Geral, ou do acionista controlador.<br />
• A autofalência também pode ser requerida pelo sócio ou acionista, pelo cônjuge sobrevivente, pelos herdeiros do devedor ou pelo inventariante (art. 9º I e II, LF).</p>
<p>Resumindo, a falência pode ser requerida por:</p>
<p>FALÊNCIA “EX OFFICIO” · Existe ainda, a falência chamada de “ex officio”, que ocorre quando o devedor entra com uma ação de “concordata preventiva”, e o Juiz, ao invés de deferir seu processamento, decreta desde logo a “quebra” da empresa. Nestes casos, o Juiz decreta a falência independentemente de aguardar qualquer pedido de outrem.</p>
<p>FALÊNCIA REQUERIDA PELO DEVEDOR OU AUTO FALÊNCIA · Ocorre quando o devedor não espera a Ação de seus credores e propõe em Juízo a própria quebra. É prevista no art. 8º da 7.661/45.</p>
<p>FALÊNCIA REQUERIDA PELO CÔNJUGE, HERDEIROS OU INVENTARIANTES · Só pode ser requerida com base na insolvência presumida do devedor falecido, que, agora de seu espólio, pode ser decretada no prazo máximo de 1 (um) ano após sua morte.</p>
<p>FALÊNCIA REQUERIDA POR SÓCIO ACIONISTA · Possibilidade que está aberta àqueles que não fazem parte da diretoria. Também sócios das chamadas “Sociedades de Fato” e “Sociedades Irregulares” podem pedir autofalência, sendo que, nessas hipóteses, por não existir “sociedade comercial” como pessoa Jurídica, decreta-se a quebra de todos os sócios como se fossem comerciantes individuais, com arrecadação tanto de seus patrimônios comerciais quanto de seus patrimônios civis.</p>
<p>FALÊNCIA REQUERIDA PELO CREDOR · Qualquer credor (civil ou comerciante) com a prova de que o Devedor se encontra em “Estado de Falência”, pode requerer sua quebra, mesmo que ainda não vencido o seu crédito.</p>
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		<title>A PESSOA JURÍDICA NÃO SE EXTINGUE COM A FALÊNCIA</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A PESSOA JURÍDICA NÃO SE EXTINGUE COM A FALÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo art. 335, II, do Código Comercial, as sociedades reputavam-se dissolvidas por quebra da sociedade, ou de qualquer um dos sócios, continuando porém sua existência até o término da liquidação. Mas a disposição, nas suas duas hipóteses, foi revogada pela Lei de Falências. A primeira hipótese (falência da sociedade) regula-se agora pelo art. 135 da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo art. 335, II, do Código Comercial, as sociedades reputavam-se dissolvidas por quebra da sociedade, ou de qualquer um dos sócios, continuando porém sua existência até o término da liquidação. Mas a disposição, nas suas duas hipóteses, foi revogada pela Lei de Falências.</p>
<p>A primeira hipótese (falência da sociedade) regula-se agora pelo art. 135 da LF. Esse artigo, em especial nos seus incisos III e IV, prevê expressamente ao modos de extinção das obrigações da sociedade falida, com autorização de sua volta às atividades comerciais.</p>
<p>A extinção das obrigações e a volta às atividades não seria possível se a sociedade se extinguisse no término da liquidação falimentar. Extinta, não se conceberia sequer que pudesse apresentar um requerimento. Quanto mais Ter ou cumprir obrigações.</p>
<p>Portanto, após a liquidação e o encerramento da falência, a sociedade falida não está extinta, apenas desativada, ou em recesso, por tempo indeterminado. Até que volte à atividade, ou se dissolva enfim, pelos meios judiciais ou extrajudiciais próprios, com o cancelamento final do registro.</p>
<p>DA CONTINUAÇÃO DO NEGÓCIO</p>
<p>Na falência, encerram-se em regra as atividades. Excepcionalmente, porém, poderá o negócio continuar a funcionar durante certo tempo, se nisso houver interesse para credores. Autorização a continuação, será nomeado um gerente, proposto pelo síndico. Os negócios serão somente com dinheiro.</p>
<p>DOS CRIMES FALIMENTARES</p>
<p>Se antes ou depois da falência o falido praticar certos atos previstos em lei, como por exemplo o desvio de bens, ou qualquer outro ato fraudulento de que resulte ou possa resultar prejuízo aos credores, poderá ele ser processado criminalmente. Poderão ser também incriminados vários outros participantes do processo falencial.</p>
<p>Na prática, a grande maioria dos processos penais falimentares tem girado em tornos dos art. 186 (irregularidade nos livros obrigatórios), 186, VII (ausência de rubrica do juiz nos balanços), 188, I, (simulação de capital), e 188, III (desvio de bens), nessa ordem, com enorme preponderância do tipo citado em primeiro lugar.</p>
<p>Daremos ênfase neste tópico, tendo em vista a importância de contabilistas a manutenção dos livros fiscais da empresa, pois entende-se unanimemente que é obrigatório o “Livro Diário”. E muitos julgados entendem que são também obrigatórios o “Registro de Duplicatas”, se houver vendas com prazo superior a 30 (trinta) dias, o “Registro de Compras”, que pode ser substituído pelo “Registro de Entrada e Saída de Mercadorias”, e o “Registro de Inventário”. Podem os livros ser substituídos por registros em folhas soltas, por sistemas mecanizados ou por processos eletrônicos de computação de dados.</p>
<p>Em regra, para os fins da lei comercial, a jurisprudência não menciona como obrigatórios os demais livros fiscais e trabalhistas.</p>
<p>A prescrição do crime falimentar opera-se em 2 (dois) anos depois do dia da declaração, salvo caso de força maior (art. 132, parágrafo 1º, LF).</p>
<p>Assim, antes do recebimento da denúncia, a fórmula da prescrição do crime falimentar seria o seguinte (2+2=4) – Dois anos aguardando o encerramento e mais dois anos de prescrição, totalizando quatro anos da decretação da falência.</p>
<p>CONCLUSÃO – FALÊNCIA</p>
<p>Quando um comerciante deixa de pagar sua dívida, o credor precisar requerer a falência no devido juízo competente, devendo apresentar o título constitutivo da dívida.</p>
<p>Decretada a falência, o comerciante perde a administração do patrimônio de sua empresa, que passa a ser de responsabilidade do síndico, nomeado pelo Juiz.</p>
<p>O síndico será o administrador da falência, com atuação controlada pelo Juiz.<br />
As primeiras providências é arrecadar os livros, documentos e bens do falido. Se o falido for pessoa Jurídica, é arrecadado os bens dos sócios que respondem pelas obrigações da empresa.</p>
<p>Depois de arrecadado, o patrimônio da empresa falida fica sob a guarda e responsabilidade do síndico, até liquidação final do processo, que consta em: arrecadação dos bens do falido; o inventário; guarda dos bens; venda dos bens; continuação do negócio; ausência e insuficiência de bens e bens que não são arrecadados.</p>
<p>Todos os credores devem apresentar seus créditos, que devem ser classificados pelo contador do Juízo competente. Separa então os créditos privilegiados (de acordo com a tabela de ordem de preferência a fls. 01 deste trabalho), havendo sobra, é distribuído aos credores quirográficos.</p>
<p>Apresentado o relatório pelo síndico, se o falido não pedir concordata suspensiva, proceder-se-a à liquidação, alienando os bens arrecadados em praça pública para o síndico quitar os débitos.</p>
<p>Nesta fase o devedor também pode quitar todos os seus débitos, e pedir a autuação de um processo de extinção de obrigações, onde será investigado pelo Juízo competente e, depois de uma série de ritos processuais burocráticos, como publicação de edital, etc., e, se não aparecer mais nenhum credor, é efetuado o levantamento do lacre, podendo o falido voltar à sua atividade de comércio.</p>
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		<title>A OFERTA</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[A OFERTA]]></category>

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		<description><![CDATA[Q quantidade do bem x, por unidade de tempo, que os vendedores desejam oferecer no mercado constitui a oferta do bem x. Similarmente à demanda, a oferta também é influenciada por diversas variáveis, entre elas: a) o preço do bem x (Px); b) preço dos insumos utilizados na produção (Pi); c) tecnologia (T); d) preço de outros bens (Pz). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Q quantidade do bem x, por unidade de tempo, que os vendedores desejam oferecer no mercado constitui a oferta do bem x. Similarmente à demanda, a oferta também é influenciada por diversas variáveis, entre elas:</p>
<p>a) o preço do bem x (Px);<br />
b) preço dos insumos utilizados na produção (Pi);<br />
c) tecnologia (T);<br />
d) preço de outros bens (Pz).</p>
<p>Matematicamente, pode-se expressar a oferta do bem x (Ox) pela seguinte função:</p>
<p>Ox = f (Px . Pi . T . Pz . etc.)</p>
<p>OBS.: etc. = refere-se a outras possíveis variáveis que possam influenciar a oferta.<br />
Assumindo-se a hipótese do carteris paribus:</p>
<p>Ox = f (Px)</p>
<p>Expressão que é denominada função de oferta do bem x; a sua representação gráfica, mostrada a seguir, é denominada de curva do bem x.</p>
<p>A oferta do bem x é uma curva ascendente da esquerda para a direita, mostrando que, quanto maior o preço, maior será a quantidade que os produtores desejarão oferecer no mercado.<br />
A oferta do bem x é portanto, uma função direta ou crescente do preço.</p>
<p>1.4 – O EQUILÍBRIO DE MERCADO NA CONCORRÊNCIA PERFEITA</p>
<p>1.4.1 – CONCEITO</p>
<p>A oferta e a demanda do bem x conjuntamente determinam o preço de equilíbrio no mercado de concorrência perfeita. O preço de equilíbrio é definido como o preço que iguala as quantidades demandadas pelos compradores e as quantidades ofertadas pelos vendedores, de tal modo que ambos os grupos fiquem satisfeitos.</p>
<p>Veja o gráfico a seguir:</p>
<p>O gráfico apresenta as curvas de demanda e oferta do bem x e sua interação no mercado.<br />
O preço e a quantidade de equilíbrio somente serão alterados no mercado se ocorrer um deslocamento das curvas de oferta e procura.</p>
<p>1.4.2 – TRATAMENTO MATEMÁTICO</p>
<p>Embora os economistas refiram-se às curvas de demanda e de oferta, estas também podem ser expressas linearmente.</p>
<p>QDx = 280 &#8211; 4Px (demanda)<br />
QOx = &#8211; 20 + 2Px (oferta)</p>
<p>Px QDx = 280 – 4Px QOx = 20 + 2Px<br />
30 280 – (4 x 30) = 160 - 20 + (2 x 30) = 40<br />
40 280 – (4 x 40) = 120 - 20 + (2 x 40) = 60<br />
50 280 – (4 x 50) = 80 - 20 + (2 x 50) = 80<br />
60 280 – (4 x 60) = 40 - 20 + (2 x 60) = 100</p>
<p>Observando-se a tabela acima, percebe-se facilmente que o preço de equilíbrio é $50.<br />
Para se obter o preço de equilíbrio, seria mais fácil igualar-se as quantidades demandadas e ofertadas (já que o preço de equilíbrio iguala as duas quantidades).</p>
<p>280 &#8211; 4Px = 20 + 2Px<br />
300 = 6Px<br />
Px = 300<br />
6<br />
Px = 50</p>
<p>1.4.3 – TABELAMENTO</p>
<p>Num mercado em concorrência perfeita, caso o Governo tabele o preço num valor inferior ao de equilíbrio, ocorrerá escassez do bem (excesso de quantidade demandada sobre a oferta).<br />
Tendo em vista que a solução adequada para esta escassez, que seria a elevação do preço de mercado, não é possível pois o mesmo está tabelado, não há outra alternativa ao não ser a administração da escassez.</p>
<p>1.5 – MUDANÇA NO PREÇO DE EQUILÍBRIO DE MERCADO EM VIRTUDE DE DESLOCAMENTOS DAS CURVAS DE OFERTA E PROCURA</p>
<p>1.5.1 – DESLOCAMENTOS DAS CURVAS DE DEMANDA</p>
<p>A curva de demanda se desloca em relação à sua posição original quando uma daquelas variáveis que supusemos constantes quando traçamos a curva mudar de valor. Ela se deslocará para a direita da posição original quando a mudança do valor da variável antes suposta constante contribuir para aumentar a demanda e para a esquerda da posição original quando contribuir para diminuir a demanda.</p>
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		<title>A globalizacao a mundializacao do capitalismo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[A globalizacao a mundializacao do capitalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Fatos históricos marcantes ocorridos entre o final da década de 1980 e o início da de 1990 determinaram um processo de rápidas mudanças políticas e econômicas no mundo. Até mesmo os analistas e cientistas políticos internacionais foram surpreendidos pelos acontecimentos: • A queda do Muro de Berlim em 1989; • O fim da Guerra Fria; • O fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fatos históricos marcantes ocorridos entre o final da década de 1980 e o início da de 1990 determinaram um processo de rápidas mudanças políticas e econômicas no mundo. Até mesmo os analistas e cientistas políticos internacionais foram surpreendidos pelos acontecimentos:<br />
• A queda do Muro de Berlim em 1989;<br />
• O fim da Guerra Fria;<br />
• O fim do socialismo real;<br />
• A desintegração da União Soviética, em dezembro de 1991, e seu desdobramento em novos Estados Soberanos (Ucrânia, Rússia, Lituânia etc.);<br />
• A explosão étnica ou das nacionalidades em vários lugares, acompanhada da guerra civil: antiga Iugoslávia, Geórgia, Chechênia etc.;<br />
• O fim da política do apartheid e a eleição de Nelson Mandela para presidente, na África do Sul;<br />
• O acordo de paz entre Israel, OLP (organização para libertação da Palestina) e Jordânia;<br />
• A formação de blocos econômicos regionais (União Européia, Nafta, Mercosul, etc.);<br />
• O grande crescimento econômico de alguns países asiáticos (Japão, Taiwan, China, HongKong, Cingapura), levando a crer que constituirão a região mais rica do Século XXI;<br />
• O fortalecimento do capitalismo em sua atual forma, ou seja, o neoliberalismo;<br />
• O grande desenvolvimento científicos e tecnológico ou Terceira Revolução Industrial ou Tecnológica.</p>
<p>Até praticamente 1989, ano da queda do Muro de Berlim, o mundo vivia na clima da Guerra Fria. De um lado, havia o bloco de países capitalista, comandados pelo Estados Unidos , de outro, o de países socialistas, liderado pela ex-União Soviética, configurando uma ordem mundial bipolar ou um sistema de polaridades definidas.<br />
A reformas iniciadas por Gorbatchev,, na ex-União Soviética, em 1985, através da perestroika e da glasnost, foram pouco a pouco minando o socialismo real e, consequentemente, essa ordem mundial bipolar. A queda do Muro de Berlim, com a reunificação da Alemanha, a eleição de Lech Walesa (líder do partido Solidariedade) para a presidência da Polônia, em 1990, que representou o término do domínio a absoluto do Partido Operário Unificado Polonês sobre a sociedade polonesa , e muitos outros acontecimentos do Leste Europeu alteraram profundamente o sistema de forças até então existente no mundo.</p>
<p>De um sistema de polaridades definidas passou-se, então, para um sistema de polaridades indefinidas ou para a multipolarização econômica do mundo. O confronto ideológico (capitalismo versus socialismo real) passou-se para a disputa econômica entre países e blocos de países.</p>
<p>O beneficiário dessa mudança, historicamente rápida, que deixou muitas pessoas perplexas por imprevisibilidade a curto prazo, foi o sistema capitalista, que pôde expandir-se praticamente hegemônico na organização da vida social em todas as suas esferas (política, econômica e cultural). Assis, o capitalismo mundializou-se, globalizou-se e universalizou-se, invadiu os espaços geográficos que até então se encontravam sob o regime de economia centralmente planificada ou nos quais ainda se pensava poder viver a experiência socialista.</p>
<p>Nas palavras de Otávio Ianni, sociólogo brasileiro que já há algum tempo vem estudando a questão da globalização:</p>
<p>&#8220;O capitalismo tinge uma escala propriamente global. Além das suas expressões nacionais, bem como dos sistemas e blocos articulando regiões e nações países dominantes e dependentes, começa a ganhar perfil mais nítido o caráter global do capitalismo. Declinam os estados-nações, tanto os dependentes como os dominantes. As próprias metrópoles declinam, em benefício de centros decisórios dispersos em empresas e conglomerados {..{.&#8221;(Otávio Ianni, A sociedade global, p. 39.)</p>
<p>A globalização não é um acontecimento recente. Ela se iniciou já nos séculos XV e XVI, com a expansão marítimo-comercial européia, consequentemente a do próprio capitalismo e continuou nos séculos seguintes. O que diferencia aquela globalização ou mundialização da atual é a velocidade e abrangência de seu processo, muito maior hoje. Mas o que chama a atenção na atual é sobretudo o fato de generalizar-se em vista da falência do socialismo real. De repente, o mundo tornou-se capitalista e globalizado.</p>
<p>As características da globalização podem ser assim resumidas:<br />
• Internacionalização da produção;<br />
• Internacionalização ou globalização das finanças;<br />
• Alteração na divisão internacional do trabalho, ou, antes, criação de uma nova divisão de trabalho dentro das próprias empresas transnacionais, e que a distribuição das funções produtivas não se encontra mais concentrada num único país, mas espalhadas por vários países e continentes (por exemplo, um país fabrica um componente do produto, um segundo fabrica outro, um terceiro faz a montagem, enquanto o centro financeiro e contábil da empresa está sediado num quarto país);<br />
• O grande movimento migratório do hemisfério sul para o norte;<br />
• A questão ambiental e a sua importância nas discursões internacionais;<br />
• O estado passa de protetor das economias nacionais e provedor do bem-estar social, a adaptar-se à economia mundial ou às transformações do mundo que ela própria e a exaltação do livre mercado provocam;</p>
<p>Nesse quadro de globalização, hoje, as empresas transnacionais:<br />
• Atuam em vários países ao mesmo tempo;<br />
• Compram a melhor matéria-prima as menor preço em qualquer lugar do mundo;<br />
• Instalam-se onde os governos oferecem mais vantagens ( terrenos, infra-estrutura, isenção ou redução de impostos etc.) e a mão-de-obra é mais barata;<br />
• Com um eficiente sistema de distribuição, enviam seus produtos para todos os cantos do mundo;</p>
<p>• Fazem uma intensa publicidade, convencendo-nos da necessidade de adquiri-los, criando necessidade humanas inimagináveis, num mundo que não foram resolvidas questões básicas de sobrevivência de centenas de milhões ou bilhões de seres humanos (fome, emprego, moradia, educação, saúde etc.);<br />
• Têm um faturamento gigantesco, que chega a ser superior à soma do PIB de vários países.</p>
<p>Na atual fase histórica de predominância do sistema capitalista, vem ocorrendo a fusão de grandes empresas com ampliada concentração do poder político-econômico e aumento de sua influência cultural. Junto com os fundos de pensão, fundos mútuos de investimento e outras instituições similares, essas grandes empresas, com sede em países desenvolvidos, operam financeiramente no mundo inteiro. Com exceção dos de pensão, que precisam operar nos limites da prudência e com perspectiva de longo prazo, os demais fundos e outras instituições financeiras ou empresas, além de aplicar nos setores da indústria clássica e principalmente nos de tecnologia de ponta e de serviços, controlam usualmente os capitais voláteis ou de curto prazo. Fazem investimento especulativos nas bolsas de valores de todo o mundo; movimentando-se rapidamente em transações controladas por rede eletrônicas; ignoram fronteiras nacionais e vão em busca de espaços geográficos que lhes ofereçam rentabilidade; fogem do controle dos Estados nacionais, cujos governos se sentem impotentes em discipliná-los. Desse modo, comandam a economia mundial e influem sobremaneira no arranjo espacial ou na organização do espaço geográfico das nações, segundo seus interesses ou conveniências.</p>
<p>&#8220;a Avolumam-se evidências de que, na economia global, cada vez mais é o mercado financeiro, ou seja, as grandes corporações e não os governos, que, em última análise, decide sobre os destinos do câmbio, da taxa de juros, dos preços das commodities, da poupança e dos investimentos. Sem dúvida, a liberalização e a globalização dos mercados são altamente vantajosas para o grande capital, cujos horizontes e estratégias transbordam as fronteiras estreitas do Estado nacional [...] Dificilmente encontrar-se-á uma referência às prioridades sociais na retórica dos arautos da globalização.&#8221;(H. Rattner, Globalização&#8230;, in Revista do IEA, USP, set./dez.1995, p. 66.)</p>
<p>A flexibilidade de negociação dessas empresas em vários espaços geográficos ao mesmo tempo aumentou com a revolução científica da eletrônica. A informática, o fax, a tevê a cabo e a Internet romperam as distâncias na comunicação; os lugares mais longínquos tornaram-se muito próximos e o simples aperto de uma tecla de computador pelos experts em mercado financeiro transfere milhões de dólares da bolsa de valores de um país para outro. Os denominados capitais de curto prazo ou voláteis fazem a especulação financeira onde bem desejam. Se o mercado é propício aos investimentos, lá vai o capital especulativo para o que chamam de mercado emergente, com uma rapidez nunca vista.</p>
<p>No contexto de um país subdesenvolvidos, os efeitos da globalização têm sido desastrosos. Um exemplo ilustrativo foi o ocorrido com o México, que viveu sua pior crise, financeira em dezembro de 1994. O país fora, até então, o melhor aluno do FMI e do Banco Mundial; fez a desregulamentação da economia, a abertura econômica ao exterior e a política de privatizações de suas empresas estatais.</p>
<p>De um dia para outro bilhões de dólares de capital especulativo foram transferidos de suas bolsas de valores para outras praças. A crise financeira resultante teve as conseqüências típicas desse quadro: inflação, recessão, aumento do desemprego e falências de empresas.</p>
<p>Estamos vivendo, portanto, um momento ímpar na história da humanidade. A globalização da economia exige das empresas nacionais um esforço para se adaptarem à nova realidade mundial, com métodos cada vez mais apurados de administração empresarial, controle eficaz do capital financeiro, novas tecnologias, baixos custos de produção, mão-de-obra altamente qualificada etc., requisitos que elas nem sempre são capazes de possuir.</p>
<p>No mundo globalizado, a competição e a competitividade entre as empresas tornaram-se questões de sobrevivência. Entretanto, como o poder das empresas (quanto ao domínio de tecnologias, de capital financeiro, de mercados, de distribuição etc.) é desigual, surgem relações desiguais entre elas e o mercado. Algumas sairão vitoriosas e outras sucumbirão. Muitos setores da economia estão oligopolizados e até mesmo monopolizados, dificultando a entrada de novos competidores. Desse modo, a noção de livre mercado é relativa. Muitos setores da atividade econômica já tem &#8220;dono&#8221; e dificilmente permitiram a entrada de novos produtores. A globalização da economia e das finanças beneficia, assim, amplamente o grande capital, as grandes corporações transnacionais.</p>
<p>Inserido nessa nova conjuntura, nessa nova ordem econômica, o Brasil fez a abertura econômica para o exterior, tem aplicado a política de privatizações e empenha-se em desregulamentar sua economia, oferecendo vantagens às transnacionais para que aqui se instalem. Em alguns seguimentos da economia, como as indústrias farmacêuticas, da borracha, do fumo e a automobilística, existe um domínio absoluto das transnacionais. Cerca de 44% do total das exportações de manufaturados brasileiros são das transnacionais. Somos uma das economias mais internacionalizadas do mundo e caminhamos a passos largos para que essa característica se acentue, em vista do processo de globalização que estamos vivendo.</p>
<p>O desafio que esse quadro nos impõe é o de definir uma política de controle da ação dessa corporações e dos capitais de curto prazo, principalmente daqueles que possuem enorme poder econômico e político, e centro de decisão sediados no exterior.</p>
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		<title>ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO]]></category>

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		<description><![CDATA[DEFINIÇÃO: É uma ferramenta gerencial, que tanto pode ser utilizada nas empresas quanto em nossas vidas, permitindo a organização de metas pessoais e profissionais com menor dispêndio de energia física e mental. A boa administração de tempo é provavelmente o fator mais importante na administração de si mesmo e do trabalho executado. Ela começa com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DEFINIÇÃO:</p>
<p>É uma ferramenta gerencial, que tanto pode ser utilizada nas empresas quanto em nossas vidas, permitindo a organização de metas pessoais e profissionais com menor dispêndio de energia física e mental. A boa administração de tempo é provavelmente o fator mais importante na administração de si mesmo e do trabalho executado. Ela começa com a auto-descoberta, isto é , com a identificação de como utilizamos o nosso tempo, do que não nos satisfaz e do que desejamos mudar.</p>
<p>O GERENTE DE INFORMÁTICA E O SEU TEMPO:</p>
<p>Um dos maiores problemas, para todos e que nunca há tempo suficiente para fazer tudo o que é necessário.<br />
Peter Drucker, diz que o gerente que não consegue gerenciar seu próprio tempo não consegue gerenciar nada mais. Pois é de vital importância que o gerente domine o seu tempo , ao invés de ser por ele dominado.</p>
<p>PASSOS FUNDAMENTAIS PARA SE ALCANÇAR UM MELHOR USO DO TEMPO:</p>
<p>· Quantificar como ele é utilizado atualmente;<br />
· Eliminar os pontos de estrangulamento com base nesta quantificação;<br />
· Planejar efetivamente como aplicar o tempo economizado com a eliminação dos estrangulamentos.</p>
<p>O GERENTE PODE TENTAR CLASSIFICAR AS ATIVIDADES QUE DOMINAM O SEU DIA, COMO:</p>
<p>· Documentação – para leitura / assinatura;<br />
· Entrevistas – envolvendo você e outra pessoa, seja subordinado, colega ou superior;<br />
· Reuniões – envolvendo três ou mais pessoas;<br />
· Telefonemas – recebidos e emitidos.<br />
A seguir, verifique quais destas tarefas só poderão ser feitas por você mesmo, quais as que podem ser realizadas por você ou por outra pessoa e quais devem ser delegadas a outras pessoas, sem prejuízo de qualidade, mas que no momento estão lhe roubando preciosas horas.</p>
<p>ALGUNS PONTOS DE ESTRANGULAMENTO DETECTADOS:</p>
<p>· Reveja se realmente é necessário lidar com toda a papelada;<br />
· Estabeleça horários predeterminados e pré-estabelecidos para as entrevistas;<br />
· Agende e divulgue as reuniões;<br />
· Discipline-se na utilização do telefone, ou seja “Fale somente o necessário.”.</p>
<p>É claro que a eliminação de todos os pontos de estrangulamento é, em certos casos, praticamente impossível, mas se você conseguir 50% do tempo bem administrado já alcançou um bom índice.</p>
<p>O que fazer com o tempo ganho?</p>
<p>Primeiro crie uma hora diária (tempo arbitrário) só sua na qual você se isola sem telefonemas, reuniões, entrevistas, etc. E então :</p>
<p>· Leia aqueles artigos importantes que estão se acumulando em sua mesa;<br />
· Pare e repense o seu departamento de entrada de dados, a utilização de pacotes, as novas admissões;<br />
· Redescubra-se como gerente e como pessoa;<br />
· Procure concentrar-se em tarefas multiplicadoras;<br />
· Pense na qualidade dos serviços prestados e como melhorá-las;<br />
· Reveja os planos de desenvolvimento dos técnicos e administrativos da área frente à novas tecnologias;<br />
· Estabeleça ou melhore o seu relacionamento com os demais gerentes da corporação.</p>
<p>Até agora vimos todas as características para que um gerente de informática administre melhor o seu tempo, então vamos dar mais sugestões para todo tipo de gerente de qualquer área e para todas as pessoas que não conseguem administrar o seu tempo.<br />
BENEFÍCIOS OBTIDOS COM UMA MELHOR ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO:</p>
<p>· Desenvolve uma perspectiva real do que a vida oferece e como pode ser vivida;<br />
· Permite aproveitar mais a vida;<br />
· Possibilita maior domínio e controle do trabalho;<br />
· Evita pressão interna e pressões externas;<br />
· Segurança e objetividade do trabalho;<br />
· Aumenta a produtividade;<br />
· Mantém o equilíbrio entre a vida pessoal, familiar e profissional;<br />
· Combate celulite e flacidez, melhora o condicionamento físico.</p>
<p>A pessoa que não administra o seu tempo é porque passa a maior parte do dia pensando no que fazer em 1º lugar, outra parte recomeçando o trabalho interrompido e finalmente a outra reclamando que não teve tempo para nada.<br />
Fatores a serem observados que contribuem para modificar-mos algumas atitudes através de nossa própria conscientização, nos levando a pensar nos seguintes fatos:</p>
<p>· Estamos dando o tempo certo às coisas realmente importantes ?<br />
· Estamos mantendo o equilíbrio adequado entre nossas atividades de rotina e as de inovação a longo prazo ?<br />
· Nossas atividades de combate ao fogo (atividades de emergência) estão reduzidas ?<br />
· As interrupções desnecessárias estão sendo permitidas ?<br />
· Estamos realizando tarefas desnecessárias ?<br />
· Estamos pulando de tarefa em tarefa sem conclui-las ?</p>
<p>Pronto temos um perfil de nosso comportamento diante do tempo, o que e como devemos mudar está em cada um de nós.</p>
<p>DESPERDIÇADORES DO TEMPO:</p>
<p>· Não definição / Classificação das metas;<br />
· Não fazer plano diário;<br />
· Prioridades não claras/ falta prioritização ;<br />
· Alteração constantes de ordens e de prioridades;<br />
· Não antecipar prováveis acontecimentos futuros e não se preparar para eles;<br />
· Não se prevenir contra problemas rotineiros;<br />
· Empreendendo mais do que pode menos estimativa de tempo não realista;<br />
· Sobrecarga de trabalho;<br />
· Atrasos;<br />
· Barulho;<br />
· Desorganização pessoal;<br />
· Arquivos desorganizados;<br />
· Responsabilidade e autoridades confusas;<br />
· Não se ajustar a mudanças;<br />
· Treinamento deficiente;<br />
· Excesso de controle e Reuniões improdutivas;<br />
· Fazer eu próprio / não delegar;<br />
· Não saber dizer não ;<br />
· Excesso de material para ler;<br />
· Excesso de comunicação;<br />
· Falta de comunicação;<br />
· Inexistência de padrões / critérios;<br />
· Falta de diretrizes;<br />
· Não adaptação / resistências à mudanças.</p>
<p>CONCLUSÃO:</p>
<p>O Tempo é um recurso precioso, que não pode ser recuperado, ou expandido, portanto saiba usá-lo pois ele proporciona oportunidades iguais para todos.</p>
<p>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:</p>
<p>Henrique da silveira Neto, Fernando – O profissional da informática – Xerox livro fornecida pelo professor.</p>
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		<title>A Administração</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[A Administração]]></category>

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		<description><![CDATA[Administrar é dirigir uma organização utilizando técnicas de gestão para que alcance seus objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental. Lacombe (2003, p.4) diz que a essência do trabalho do administrador é obter resultados por meio das pessoas que ele coordena. A partir desse raciocínio de Lacombe, temos o papel do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Administrar é dirigir uma organização utilizando técnicas de gestão para que alcance seus objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental.</p>
<p>Lacombe (2003, p.4) diz que a essência do trabalho do administrador é obter resultados por meio das pessoas que ele coordena.</p>
<p>A partir desse raciocínio de Lacombe, temos o papel do &#8220;Gestor Administrativo&#8221; que com sua capacidade de gestão com as pessoas, consegue obter os resultados esperados.</p>
<p>Drucker (1998, p. 2) diz que administrar é manter as organizações coesas, fazendo-as funcionar.</p>
<p>As principais funções administrativas são:</p>
<p>* Fixar objetivos (planejar)<br />
* Analisar: conhecer os problemas.<br />
* Solucionar problemas<br />
* Organizar e alocar recursos (recursos financeiros e tecnológicos e as pessoas).<br />
* Comunicar, dirigir e motivar as pessoas (liderar)<br />
* Negociar<br />
* Tomar as decisões.<br />
* Mensurar e avaliar (controlar).</p>
<p>Fayol foi o primeiro a definir as funções básicas do Administrador: Planejar, Organizar, Controlar, Coordenar e Comandar &#8211; POCCC. Destas funções a que sofreu maior evolução foi o &#8220;comandar&#8221; que hoje chamamos de Liderança.</p>
<p>Profissão</p>
<p>A profissão de Administrador é relativamente nova e foi regulamentada no Brasil em 9 de setembro de 1965, data que se comemora o dia do Administrador.</p>
<p>Os primeiros administradores profissionais (administrador contratado, que não é o dono do negócio) foram os que geriam as companhias de navegação inglesas a partir do século XVII. Estas empresas foram as primeiras sociedades anônimas que se tem notícia.</p>
<p>Administrar envolve a elaboração de planos, pareceres, relatórios, projetos, arbitragens e laudos, em que se exija a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de administração.</p>
<p>Habilidades do Administrador</p>
<p>* Habilidades Técnicas: Saber utilizar princípios, técnicas e ferramentas administrativas. Saber decidir e solucionar problemas.</p>
<p>* Habilidades Humanas: Saber lidar com pessoas, comunicando-se eficientemente, negociando, conduzindo mudanças, obtendo cooperação e solucionando conflitos.</p>
<p>* Habilidades Conceituais: Ter Visão sistêmica. Qualquer organização, é algo complexo, pois envolve pessoas, equipamentos, construções, tecnologia, produção e outras coisas. Esta capacidade de compreender toda a empresa, de ter uma visão geral sobre ela, é que se caracteriza como habilidade conceitual</p>
<p>[editar] Atitudes do Administrador</p>
<p>Proativo, ousado, criativo, bom exemplo, cumpridor das promessas, saber utilizar seus princípios, ser cooperativo e ser um bom líder ajudando os funcionarios para que eles possam crescer junto com a empresa,</p>
<p>Teorias da administração de empresas</p>
<p>As teorias da administração podem ser divididas em várias correntes ou abordagens. Cada abordagem representa uma maneira específica de encarar a tarefa e as características do trabalho de administração.</p>
<p>* Abordagem clássica da administração<br />
o Administração científica<br />
o Teoria clássica da administração<br />
* Abordagem humanística da administração<br />
o Teoria das relações humanas<br />
* Abordagem neoclássica da administração<br />
o Teoria neoclássica da administração<br />
o Administração por objetivos (APO)<br />
* Abordagem estruturalista da administração<br />
o Modelo burocrático da administração<br />
o Teoria estruturalista da administração<br />
* Abordagem Comportamental da Administração<br />
o Teoria comportamental da administração<br />
o Teoria do desenvolvimento organizacional (D.O.)<br />
* Abordagem sistêmica da administração<br />
o Principios e Conceitos Sistêmicos<br />
o Cibernética e administração<br />
o Teoria matemática da administração<br />
o Teoria geral de sistemas<br />
o O Homem Funcional<br />
* Abordagem contingencial da administração<br />
o Teoria da contingência<br />
o Mapeamento Ambiental<br />
o Desenho Organizacional<br />
o Adhocracia<br />
o O Homem Complexo<br />
* Técnicas Modernas de Gestão<br />
o Administração participativa<br />
o Administração Japonesa<br />
o Administração Holística<br />
o Benchmarking<br />
o Downsizing<br />
o Gerenciamento com foco na Qualidade<br />
o Learning Organization<br />
o Modelo de Excelência em Gestão<br />
o Reengenharia<br />
o ReAdministração<br />
o Terceirização</p>
<p>Cronologia das teorias da administração</p>
<p>* 1903 Administração científica<br />
* 1909 Teoria da burocracia<br />
* 1916 Teoria clássica da administração<br />
* 1932 Teoria das relações humanas<br />
* 1947 Teoria estruturalista<br />
* 1951 Teoria dos sistemas<br />
* 1954 Teoria neoclássica da administração<br />
* 1957 Teoria comportamental<br />
* 1962 Desenvolvimento organizacional<br />
* 1972 Teoria da contingência</p>
<p>Teorias Administrativas, suas ênfases e seus principais enfoques<br />
Ênfase<br />
Teorias administrativas<br />
Principais enfoques<br />
Tarefas<br />
Administração científica<br />
Racionalização do trabalho no nível operacional<br />
Estrutura<br />
Teoria clássica<br />
Teoria neoclássica<br />
Organização Formal;<br />
Princípios gerais da Administração;<br />
Funções do Administrador<br />
Teoria da burocracia<br />
Organização Formal Burocrática;<br />
Racionalidade Organizacional;<br />
Teoria estruturalista<br />
Múltipla abordagem:<br />
Organização formal e informal;<br />
Análise intra-organizacional e análise interorganizacional;<br />
Pessoas<br />
Teoria das relações humanas<br />
Organização informal;<br />
Motivação, liderança, comunicações e dinâmica de grupo;<br />
Teoria comportamental<br />
Estilos de Administração;<br />
Teoria das decisões;<br />
Integração dos objetivos organizacionais e individuais;<br />
Teoria do desenvolvimento organizacional<br />
Mudança organizacional planejada;<br />
Abordagem de sistema aberto;<br />
Ambiente<br />
Teoria estruturalista<br />
Teoria neo-estruturalista<br />
Análise intra-organizacional e análise ambiental;<br />
Abordagem de sistema aberto;<br />
Teoria da contingência<br />
Análise ambiental (imperativo ambiental);<br />
Abordagem de sistema aberto;<br />
Tecnologia<br />
Teoria dos sistemas<br />
Administração da tecnologia (imperativo tecnológico);</p>
<p>As principais Teorias Administrativas e seus principais enfoques</p>
<p>A teoria geral da administração começou com a ênfase nas tarefas, com a administração científica de Taylor. A seguir, a preocupação básica passou para a ênfase na estrutura com a teoria clássica de Fayol e com a teoria burocrática de Max Weber, seguindo-se mais tarde a teoria estruturalista. A reação humanística surgiu com a ênfase nas pessoas, por meio da teoria comportamental e pela teoria do desenvolvimento organizacional. A ênfase no ambiente surgiu com a Teoria dos Sistemas, sendo completada pela teoria da contingência. Esta, posteriormente, desenvolveu a ênfase na tecnologia. Cada uma dessas cinco variáveis &#8211; tarefas, estrutura, pessoas, ambiente e tecnologia &#8211; provocou a seu tempo uma diferente teoria administrativa, marcando um gradativo passo no desenvolvimento da TGA. Cada teoria administrativa procurou privilegiar ou enfatizar uma dessas cinco variáveis, omitindo ou relegando a um plano secundário todas as demais.<br />
[editar] Áreas da administração</p>
<p>* Administração financeira<br />
* Administração da produção<br />
* Administração pública<br />
* Administração de Materiais<br />
* Marketing<br />
* Gestão de Pessoas<br />
* Gestão Sistêmica<br />
* Administração de Sistemas de Informação<br />
* Organização de Sistemas e Métodos</p>
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		<title>A DEMANDA E A OFERTA</title>
		<link>http://www.vimsaber.com/a-demanda-e-a-oferta/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[A DEMANDA E A OFERTA]]></category>

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		<description><![CDATA[1.2.1 – CONCEITO A demanda de um determinado bem é dada pela quantidade de bem que os compradores desejam adquirir num determinado período de tempo. Ela será representada pelo símbolo DX. A demanda do bem x depende de uma série de fatore, dos quais, os economistas consideram como os mais relevantes: · O preço do bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1.2.1 – CONCEITO</p>
<p>A demanda de um determinado bem é dada pela quantidade de bem que os compradores desejam adquirir num determinado período de tempo. Ela será representada pelo símbolo DX.<br />
A demanda do bem x depende de uma série de fatore, dos quais, os economistas consideram como os mais relevantes:</p>
<p>· O preço do bem x (Px);<br />
· A renda do consumidor (Y);<br />
· O preço de outros bens (Pz);<br />
· Os hábitos e gostos dos consumidores (H).</p>
<p>Matematicamente, pode-se expressar a demanda do bom de x pela seguinte expressão:</p>
<p>Dx = f(Px, Y, Pz, H, etc.)</p>
<p>Onde a letra f significa que Dx é função de e a palavra etc. abarca as outras possíveis variáveis.<br />
A demanda do bem x é, portanto, a resultante da ação conjunta ou combinada de todas essas variáveis.<br />
Assim, por exemplo, caso se deseja saber o que ocorre com a demanda do bem x se o preço do mesmo aumentar, é preciso supor que todas as demais variáveis que influenciam a demanda permaneçam com o mesmo valor, de modo que a variação da demanda seja atribuível exclusivamente a variação de preço.<br />
Nesse caso, podemos rescrever a demanda do bem x como sendo apenas a função do preço de x, já que as demais variáveis ficam com seu valor inalterado:</p>
<p>Dx = f (Px)</p>
<p>A esta relação denominaremos de função da demanda do bem de x e à sua representação gráfica será chamada de curva de demanda do bem x.<br />
Supondo-se que o bem x seja perfeitamente divisível, sua curva de demanda provavelmente assumirá o formato a seguir:<br />
Matematicamente, pode-se dizer que a demanda do bem x é uma função inversa ou decrescente do seu preço.<br />
Embora seja perfeitamente aceitável ao bom senso comum que a quantidade procurada do bem x varie inversamente ao seu preço, os economistas justificam tal comportamento da demanda em função de dois efeitos:<br />
a) Efeito-renda – quando o preço do bem x aumenta, o consumidor fica, em termos reais, mais pobre e, portanto, irá reduzir o consumo do bem; o inverso ocorrerá se o preço do bem x diminuir.<br />
b) Efeito-substituição – se o preço do bem x aumenta e o de outros bens fica constante, o consumidor procurará substituir o seu consumo por outro bem similar; se o preço diminuir, o consumidor aumentará o consumo do bem x às expensas da diminuição do consumo dos bens sucedâneos.</p>
<p>1.2.2 – EXCEÇÕES À LEI DA PROCURA</p>
<p>Há dias exceções à lei da procura: os chamados bens de Giffen e bens de Veblen.<br />
Os bens de Giffen são bens de pequenos valor, porém de grande importância no orçamento dos consumidores de baixa renda.<br />
Os bens de Veblen são bens de consumo ostentatório, tais como obras de arte, jóia, tapeçarias e automóveis de luxo.<br />
Tanto os bens de Giffen como os de Veblen têm curvas de demanda com inclinação positiva, ou seja, ascendentes da esquerda para a direita.<br />
1.2.3 – CURVA DE DEMANDA DO MERCADO</p>
<p>Tudo o que foi exposto até agora referia-se ao consumidor individual, mas vale também para o mercado como um todo, já que a curva de demanda do mercado resulta de agregação das curvas individuais.<br />
Assim, por exemplo, se o mercado for composto por dois consumidores (A e B), Ter-se-ia:</p>
<p>Consumidor A Consumidor B Mercado</p>
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		<title>A DEMANDA</title>
		<link>http://www.vimsaber.com/a-demanda/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[A DEMANDA]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>1.2.1 – CONCEITO</p>
<p>A demanda de um determinado bem é dada pela quantidade de bem que os compradores desejam adquirir num determinado período de tempo. Ela será representada pelo símbolo DX.<br />
A demanda do bem x depende de uma série de fatore, dos quais, os economistas consideram como os mais relevantes:</p>
<p>· O preço do bem x (Px);<br />
· A renda do consumidor (Y);<br />
· O preço de outros bens (Pz);<br />
· Os hábitos e gostos dos consumidores (H).</p>
<p>Matematicamente, pode-se expressar a demanda do bom de x pela seguinte expressão:</p>
<p>Dx = f(Px, Y, Pz, H, etc.)</p>
<p>Onde a letra f significa que Dx é função de e a palavra etc. abarca as outras possíveis variáveis.<br />
A demanda do bem x é, portanto, a resultante da ação conjunta ou combinada de todas essas variáveis.<br />
Assim, por exemplo, caso se deseja saber o que ocorre com a demanda do bem x se o preço do mesmo aumentar, é preciso supor que todas as demais variáveis que influenciam a demanda permaneçam com o mesmo valor, de modo que a variação da demanda seja atribuível exclusivamente a variação de preço.<br />
Nesse caso, podemos rescrever a demanda do bem x como sendo apenas a função do preço de x, já que as demais variáveis ficam com seu valor inalterado:</p>
<p>Dx = f (Px)</p>
<p>A esta relação denominaremos de função da demanda do bem de x e à sua representação gráfica será chamada de curva de demanda do bem x.<br />
Supondo-se que o bem x seja perfeitamente divisível, sua curva de demanda provavelmente assumirá o formato a seguir:<br />
Matematicamente, pode-se dizer que a demanda do bem x é uma função inversa ou decrescente do seu preço.<br />
Embora seja perfeitamente aceitável ao bom senso comum que a quantidade procurada do bem x varie inversamente ao seu preço, os economistas justificam tal comportamento da demanda em função de dois efeitos:<br />
a) Efeito-renda – quando o preço do bem x aumenta, o consumidor fica, em termos reais, mais pobre e, portanto, irá reduzir o consumo do bem; o inverso ocorrerá se o preço do bem x diminuir.<br />
b) Efeito-substituição – se o preço do bem x aumenta e o de outros bens fica constante, o consumidor procurará substituir o seu consumo por outro bem similar; se o preço diminuir, o consumidor aumentará o consumo do bem x às expensas da diminuição do consumo dos bens sucedâneos.</p>
<p>1.2.2 – EXCEÇÕES À LEI DA PROCURA</p>
<p>Há dias exceções à lei da procura: os chamados bens de Giffen e bens de Veblen.<br />
Os bens de Giffen são bens de pequenos valor, porém de grande importância no orçamento dos consumidores de baixa renda.<br />
Os bens de Veblen são bens de consumo ostentatório, tais como obras de arte, jóia, tapeçarias e automóveis de luxo.<br />
Tanto os bens de Giffen como os de Veblen têm curvas de demanda com inclinação positiva, ou seja, ascendentes da esquerda para a direita.<br />
1.2.3 – CURVA DE DEMANDA DO MERCADO</p>
<p>Tudo o que foi exposto até agora referia-se ao consumidor individual, mas vale também para o mercado como um todo, já que a curva de demanda do mercado resulta de agregação das curvas individuais.<br />
Assim, por exemplo, se o mercado for composto por dois consumidores (A e B), Ter-se-ia:</p>
<p>Consumidor A Consumidor B Mercado</p>
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