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	<title>Vim Saber &#187; Animais</title>
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	<description>Informação e Cultura ao alcance de Todos, venha conhecer !!</description>
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		<title>Águia-de-botas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:02:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Águia-de-botas]]></category>

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		<description><![CDATA[Águia-de-botas &#8211; Características: Nome científico: Hieraaetus pennatus FILO: Chordata CLASSE: Aves ORDEM: Falconiformes FAMÍLIA: Accipitridae Comprimento: 45 a 52 cm Envergadura: 1,20 m Peso: 1,3 kg Alimentação: Se alimenta de outras aves, roedores, serpentes e até insetos. Habitat: Nativa das florestas da Europa e da Ásia ocidental. No inverno migra para o sul da Ásia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Águia-de-botas &#8211; Características:<br />
Nome científico: Hieraaetus pennatus<br />
FILO: Chordata<br />
CLASSE: Aves<br />
ORDEM: Falconiformes<br />
FAMÍLIA: Accipitridae<br />
Comprimento: 45 a 52 cm<br />
Envergadura: 1,20 m<br />
Peso: 1,3 kg</p>
<p>Alimentação: Se alimenta de outras aves, roedores, serpentes e até insetos.<br />
Habitat: Nativa das florestas da Europa e da Ásia ocidental. No inverno migra para o sul da Ásia ou para a África, onde faz o seu ninho. Surante a permanência em zona temperada, ou seja, durante o período de reprodução, a água-de -botas habita unicamente as florestas.<br />
Características físicas: Pode parecer em várias plumagens, que nada tem a ver com o sexo nem com a estação: as asas e o dorso são sempre marrom-escuros, mas o ventre pode ser do mesmo marrom ou quase branco.<br />
Ninho: construido pelo macho e pela fêmea, é feito de galhos secos. às vezes eles se limitam a &#8220;reforçar&#8221; um ninho abandonado por outra ave de rapina.</p>
<p>Ninhada: dois ovos botados na primavera<br />
Período de incubação: 30 dias (os ovos são chocados apenas pela fêmea).</p>
<p>Filhotes: seis semanas depois de sair da casca os filhotes já voam, mas só deixam o ninho mais tarde.</p>
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		<title>Águia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Águia]]></category>

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		<description><![CDATA[A águia é o nome comum dado a algumas aves de rapina da família Accipitridae, geralmente de grande porte, carnívoras, de grande acuidade visual. O nome é atribuido a animais pertencentes a géneros diversos e não corresponde a nenhuma clade taxonómica. Por vezes, dentro de um mesmo género ocorrem espécies conhecidas popularmente por gavião ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A águia é o nome comum dado a algumas aves de rapina da família Accipitridae, geralmente de grande porte, carnívoras, de grande acuidade visual. O nome é atribuido a animais pertencentes a géneros diversos e não corresponde a nenhuma clade taxonómica. Por vezes, dentro de um mesmo género ocorrem espécies conhecidas popularmente por gavião ou búteo. As águias são também símbolos utilizados em vários contextos e culturas:</p>
<p>Como símbolo das legiões romanas</p>
<p>Como animal nacional dos Estados Unidos da América</p>
<p>Como mascote e símbolo do clube Sport Lisboa e Benfica</p>
<p>Algumas espécies de águia</p>
<p>Família Pandionidae</p>
<p>Pandion &#8211; Águia-pesqueira</p>
<p>Família Accipitridae</p>
<p>Haliaetus Águia-rabalva (H. albicilla)</p>
<p>Águia-de-cabeça-branca (H. leucocephalus)</p>
<p>Águia-pesqueira-africana (H. vocifer)</p>
<p>Circaetus Águia-cobreira (C. gallicus)</p>
<p>Buteo Águia-de-asa-redonda (B. buteo)</p>
<p>Aquila Águia-pomarina (A. pomarina)</p>
<p>Águia-gritadeira (A. clanga)</p>
<p>Águia-imperial-ibérica (A. adalberti)</p>
<p>Águia-imperial-oriental (A. heliaca)</p>
<p>Águia-real (A. chrysaetos)</p>
<p>Águia-de-bonelli (A. fasciatus)</p>
<p>Águia-calçada (A. pennatus)</p>
<p>Águia-rapace (A. rapax)</p>
<p>Águia-das-estepes (A. nipalensis)</p>
<p>Águia-negra-africana ou Águia de Verraux (A. verrauxi)</p>
<p>Geranoaetus Águia-chilena (G. melanoleucus)</p>
<p>Harpyhaliaetus Águia-cinzenta (H. coronatus)</p>
<p>Águia-solitária (H. solitarius)</p>
<p>Harpia (H. Harpyja)</p>
<p>Harpagornis Águia-de-haast (H. moorei) &#8211; extinta</p>
<p>Pithecophaga Águia-das-filipinas (P. jefferyi)</p>
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		<title>Agapornis</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Agapornis]]></category>

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		<description><![CDATA[Este texto visa dar uma visão geral de como manter Agapornis em cativeiro. É um pássaro fascinante, que apresenta cores fantásticas. Pode ser amansado, vivendo pacificamente no ombro de seu dono. Este pássaro é conhecido popularmente como Agapornis, periquito-namorado, love-bird (pássaro do amor). Isto porque a vida entre o casal é harmoniosa, cheia de &#8220;beijocas&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto visa dar uma visão geral de como manter Agapornis em cativeiro.<br />
É um pássaro fascinante, que apresenta cores fantásticas. Pode ser amansado, vivendo pacificamente no ombro de seu dono.</p>
<p>Este pássaro é conhecido popularmente como Agapornis, periquito-namorado, love-bird (pássaro do amor). Isto porque a vida entre o casal é harmoniosa, cheia de &#8220;beijocas&#8221; e carinhos o dia todo.</p>
<p>O Agapornis está assim classificado:</p>
<p>Reino: Animalia<br />
Filo: Chordata<br />
Classe: Aves<br />
Ordem: Psittaciformes<br />
Família: Psittacidæ<br />
Gênero: Agapornis<br />
Espécies: A. roseicollis; A. nigrigenis; A. taranta; A. personata; A. cana; A. swinderniana; A. lilianæ; A. fischeri; A. pullaria.</p>
<p>É um pássaro pequeno, que atinge por volta de 15cm (variando pouco de espécie para espécie).</p>
<p>Como todo Psittacídeo, é um pássaro bem &#8220;barulhento&#8221; (eu, pelo menos, considero seu &#8220;barulho&#8221; como um belo canto). Fica andando pela gaiola o dia todo, fazendo &#8220;traquinagens&#8221;. Se o ambiente for grande, arrisca vôos entre os poleiros, mas prefere andar pelas malhas da gaiola para chegar ao poleiro.</p>
<p>Os Agapornis distribuem-se principalmente no continente africano, como A. cana, em Madagáscar; A. roseicollis, em Angola e Namíbia; A. personata, Tanzânia. Vivem em regiões secas relativamente arborizadas.</p>
<p>A fidelidade entre o casal não é apenas uma constante entre os Agapornis, mas entre todos os Psittacídeos. Este comportamento fica bem evidenciado na espécie A. cana, onde um imita o comportamento do outro o dia todo. Se criados pelo dono desde filhote, acostuma-se viver facilmente fora da gaiola, não sendo, na maioria das vezes, necessário cortar sua asa.</p>
<p>Não é um pássaro falante, como Araras, Cacatuas e Papagaios, mas aprende a balbuciar algumas palavras curtas e sons humanos.</p>
<p>Quando o pássaro é adquirido adulto pode mostrar-se assustadiço no primeiro contato. Mas com bastante paciência, afinco e amor podemos acostumar o pássaro à nossa presença e, pelo menos, fazer com que não se assuste e não se debata tanto na gaiola quando chegamos perto.</p>
<p>A única espécie que não é criada pelo homem é A. swinderniana, que não se adapta em cativeiro. Das outras oito, conhecemos várias mutações, que oferecem um colorido ímpar.</p>
<p>O dimorfismo sexual nos Agapornis é relativamente difícil. À exceção de A. cana, A. pullaria, A. taranta, que oferecem um dimorfismo seguro, as demais espécies só podem ser sexadas observando-se o espaçamento entre os ossos pélvicos: no macho, os ossos encontram-se bem unidos. Nas fêmeas, os ossos oferecem um espaçamento tal que conseguimos colocar nosso dedo indicador entre eles. Mas infelizmente esse método tem uma eficácia que não ultrapassa 30%.</p>
<p>O que torna ainda mais difícil a sexagem é que machos convivem bem entre si, assim como fêmeas. Esse comportamento pode nos enganar!</p>
<p>O método mais seguro é fazer exame de sangue, para comprovação de genótipo, mas infelizmente ainda é um método caro no Brasil.</p>
<p>Colocando dois pássaros na gaiola, você pode Ter por base o seguinte: se há a feitura do ninho mas a suposta fêmea não botar, pode se tratar de um macho. Mas o mais provável neste caso é que o ninho não seja confeccionado. Mas atenção: podemos Ter aqui dois casos. Primeiro, uma fêmea estéril; segundo, um macho experiente que confeccione bem o ninho. Se você notar que há postura de muitos ovos num certo período de tempo, então provavelmente se trate de duas fêmeas. Estas põe um ovo por dia.</p>
<p>Os filhotes tem cores mais esmaecidas que as do adulto. Geralmente, na primeira muda já adquirem coloração de adulto. O aconselhável é que a reprodução seja feita numa gaiola, contendo apenas um casal. Uma gaiola com dimensões aproximadas de 70x30x40 e um ninho de 20x17x17 servem bem ao nosso propósito. Se deixarmos os pássaros em ambiente comunitário, teremos dois problemas: a formação de casais indesejados e disputas pelo mesmo ninho.</p>
<p>O cortejo do macho é simples, seguido da cópula. A fêmea bota seus ovos geralmente de madrugada, bem no amanhecer. Cada ninhada pode ser composta por até 6 filhotes, mas o mais comum são 4. No Brasil verifiquei ovipostura o ano todo, mas principalmente na primavera e no verão. Já cheguei a tirar 6 crias anuais de um casal! Os ovos demoram 18 dias para a eclosão mas, por segurança você deve aguardar até o 21º dia. Não é necessário que separemos os ovos, a fim de eclodirem simultaneamente.</p>
<p>A fêmea de Agapornis é habituada a cuidar bem de filhotes com diferentes idades.Na fase reprodutiva é aconselhável que a alimentação seja reforçada, acrescentando-se um pouco mais de aveia à dieta, aumentando-se a variedade de frutas, legumes e verduras, e acrescentando-se suplemento vitamínico na água ou ração.</p>
<p>O melhor ambiente para os Agapornis é um ambiente sossegado. O sol pela manhã (até 11h00) é fundamental. É importante que sejam manejados sempre, para que se habituem à presença do dono, principalmente na época reprodutiva. Isto porque, caso precisemos mexer no ninho para verificar algo, não corramos o risco de a fêmea abandonar o choco.</p>
<p>O mais importante no manejo dos Agapornis é a alimentação. Há alguns anos muitas empresas têm dado atenção à alimentação das aves, formulando misturas balanceadas. Atualmente há rações extrusadas de excelente qualidade, que por serem embaladas e manuseadas por máquinas, estão livres de poeira, fungos e outras contaminações. Deve-se preferir esse tipo de ração. Em uma emergência, utilizo a seguinte mistura:</p>
<p>250g de aveia<br />
250g de painço<br />
250g de alpiste<br />
125g de arroz com casca<br />
100g de colza<br />
100g de níger<br />
100g de senha<br />
100g de linhaça<br />
100g de quirela média</p>
<p>Em outro comedouro, ponho girassol.</p>
<p>Quando tiver que comprar sementes soltas, verifique se o recipiente que as contém está tampado, e se há poeira nas sementes ao serem manuseadas. Caso tenha, evite comprar, pois as sementes ao ar pegam umidade (facilitando o desenvolvimento de fungos) e a poeira faz mal às aves.<br />
Sou amante de todos os Psittacídeos, principalmente de Agapornis. Gostaria imensamente que o leitor enviasse opiniões, pois a troca de experiências é arma fundamental para o aumento dos conhecimentos.</p>
<p>Luigi Leonardo Mazzucco Albano<br />
Aquarista dulcícula e marinho; comportamento de peixes em cativeiro; Cinofilia e Gatofilia; agapornis &#8211; São Carlos &#8211; SP</p>
<p>Bibliografia:</p>
<p>- Coleção Animais de Estimação &#8211; Pássaros, Ed. JBIG, 1 986<br />
- Coleção Zoo &#8211; O Fantástico Mundo Animal, Ed. Rio Gráfica, 1 982<br />
- Revista Animal Pet, nos. 02 (junho 1 999), 03 (agosto 1 999), 04 (outubro 1 999), 05 (janeiro 2 000), Editada por Animal Com. De rações e Manuf. para Criação Ltda.</p>
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		<title>A Fauna Marítma</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:00:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos mares antárticos, existem grandes quantidades de fitoplâncton, microalgas que realizam a transformação do material inorgânico em orgânico e proporcionam alimento rico em proteínas e gorduras. Os ventos, o relevo e as correntes submarinas, bem como as diferenças de temperatura da água produzem circulações verticais da água do mar. Essa movimentação faz com que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos mares antárticos, existem grandes quantidades de fitoplâncton, microalgas que realizam a transformação do material inorgânico em orgânico e proporcionam alimento rico em proteínas e gorduras.</p>
<p>Os ventos, o relevo e as correntes submarinas, bem como as diferenças de temperatura da água produzem circulações verticais da água do mar. Essa movimentação faz com que as águas da superfície (0 a 150 metros) sejam continuamente removidas e substituídas por águas ricas em nutrientes (fitoplâncton e zooplâncton) provenientes das profundezas oceânicas.</p>
<p>Próximo ao limite norte da Corrente Antártica Circumpolar, as águas antárticas (-1ºC a 3,5ºC, no verão; -1,8ºC a 0,5ºC, no inverno) encontram as águas quentes do sul dos Oceanos Atlântico, Índico e Pacífico e nelas mergulham, dando origem à chamada Convergência Antártica, onde a água sofre um acréscimo de 2 a 3ºC.</p>
<p>Ao sul da Convergência Antártica, em 10% dos mares da Terra, está localizada a região marítima mais nutritiva da Terra, onde prolifera o krill, um crustáceo parecido com o camarão.</p>
<p>O krill alimenta-se de fitoplâncton e, por sua vez, serve de alimento para a maioria dos peixes, mamíferos e aves, sendo considerado a base da cadeia alimentar da Antártica. Das 85 espécies de krill que habitam os oceanos, somente 7 espécies ocorrem na Antártica, sendo que a espécie Euphausia superba é a mais importante devido aos seus grandes cardumes. Seu tamanho varia de 1 a 6 centímetros de comprimento e cerca de 1,2 gramas. Agregam-se em cardumes tão grandes que formam extensas manchas na superfície do mar. Como todos os outros crustáceos, o krill deve fazer a muda completa de sua carapaça (exoesqueleto) para poder crescer e a espécie Euphausia superba chega a viver 7 anos, tempo bastante longo para um animal planctônico.</p>
<p>Na Antártica, existem cerca de 150 espécies de peixes, dos quais perto de uma dúzia apresentam viabilidade econômica. Ao longo de sua evolução, os peixes polares passaram por adaptações para viverem num meio bastante frio. Os fluidos de seus corpos não congelam, porque seus corpos contêm diversas moléculas anticongelantes (glicopeptídeos) que evitam o crescimento de microcristais de gelo.</p>
<p>O mais conhecido dos peixes antárticos é o peixe-gelo, &#8220;ice-fish&#8221;, Chaenocephalus aceratus, que pode chegar até 60 centímetros de comprimento. Possui uma grande cabeça, desproporcional ao restante de seu corpo e se diferencia dos demais peixes pela sua coloração quase transparente e por ter o sangue branco, desprovido de glóbulos vermelhos. O mecanismo de oxigenação das células deste peixe ainda não é completamente conhecido.</p>
<p>O Brasil realiza diversos projetos científicos relacionados à fauna marinha, desde o estudo da dinâmica espacial de organismos planctônicos, o estudo do krill e anfípodas até a evolução do impacto ambiental em peixes antárticos.</p>
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		<title>A CRIAÇÃO DE COLEIRO</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A CRIAÇÃO DE COLEIRO]]></category>

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		<description><![CDATA[Aloísio Pacini Tostes Ornitologista Continuando na linha de bem informar o leitor e na seqüência de dicas sobre a criação dos principais pássaros canoros brasileiros, não poderíamos deixar de mencionar a criação do Coleiro. Sem dúvida, é o mais popular dos pássaros brasileiros, como disse o amigo Epaminondas Jr. em seu artigo no Jornal do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloísio Pacini Tostes<br />
Ornitologista</p>
<p>Continuando na linha de bem informar o leitor e na seqüência de dicas sobre a criação dos principais pássaros canoros brasileiros, não poderíamos deixar de mencionar a criação do Coleiro.</p>
<p>Sem dúvida, é o mais popular dos pássaros brasileiros, como disse o amigo Epaminondas Jr. em seu artigo no Jornal do CUBIVALE N. 11. Seu tamanho diminuto facilita o manejo. É a maior paixão de crianças que gostam de pássaros. Esse lindo passarinho cantador é quase sempre o primeiro tipo de pupilo dos passarinheiros. Foi o meu primeiro, quando tinha 6 a 7 anos, lá pela minha Manhuaçu. Havia centenas deles por perto de minha casa. Hoje bem mais escasso, mas ainda é, certamente, o que existe em maior número pelo Brasil afora. Conhece-se, pelo menos, quatro formas diferentes: o coleiro de gola e do peito branco, o Sporophila caerulescens caerulescens; o cabeça preta do peito amarelo, o Sporophila nigricollis nigricollis; o de gola e do peito amarelo, o Sporophila caerulescens hellmayri.</p>
<p>Há ainda citações sobre o Sporophila ardesiaca e o Sporophila melanops, como Coleiro mineiro e Coleiro de Goiás, respectivamente. Sobre o cabeça preta do peito branco não há uma clara definição sobre o nome científico É preciso mais clareza dos técnicos e dos livros existentes sobre a questão para se ter a certeza sobre o nome correto. É difícil, também, é conhecer as fêmeas de cada um deles, são idênticas. O mais comum é o de gola, coleira e de peito branco, o de dupla coleira &#8211; e é aquele que mais se cultiva, o espécie típica. Afirmam os mais entendidos que é o mais valente e cantador. Conhecido também como: Coleirinha, Coleirinho, Papa-Capim, Coleira &#8211; Coleiro Laranjeira e Papa-Arroz &#8211; é um pássaro de porte pequeno, 11 cm de comprimento, envergadura 17 cm, com 14 penas grandes em cada asa. De cor preta chamuscada na cabeça e costas; abdome branco ou amarelo; mosca branca nas asas; garganta preta em cima de uma gola branca para ter logo abaixo uma coleira de um preto bastante intenso. Os olhos enegrecidos são circundados com pequenas penas claras, formando um gatinho. Bico é delicado e possui tons amarelados, cor de laranja. Há um marcante dimorfismo sexual: a fêmea tem a cor diferente do macho. Ela é parda, castanho claro, a mesma cor dos machos jovens que vão gradativamente se tornando pretos, e já procriam pardos com a idade de 7/8 meses.</p>
<p>Distribui-se por grande parte do Brasil, especialmente o Centro-Sul e países limítrofes. Na natureza, costuma procriar entre os meses de novembro e março.</p>
<p>Preferem as beiradas de matas, pomares, pastos, brejos, capoeiras e praças das cidades. É um pássaro territorialista, isto é, quando está chocando demarca uma área geográfica em torno do ninho onde o casal não admite a presença de outras aves da espécie. Canta muito e assim delimita seu território. Quando não estão na época da reprodução, contudo, podem ser vistos em pequenos grupos junto com os filhotes. Estão sempre à procura de alimentos, tipo semente de capim verde. Para isso, agarram-se aos finos talos dos cachos para poderem se alimentar; são especialistas nisso. Embora o braquiária, seja um capim exótico, apreciam muito sua semente e ele tem ajudado muito como alimento. Nos meses de julho e agosto costumam se juntar em grandes bandos, especialmente nos anos de seca prolongada. Nessas ocasiões, o fogo costuma destruir os capinzais fazendo com que os nossos queridos pássaros desesperados e famintos procurem os locais onde possam encontrar comida, muitas vezes até no interior das cidades.</p>
<p>Seu canto é simples, melodioso e a frase musical tem, em geral, poucas notas; entre cinco ou dez. Não repetem o canto, mas retomam muito rápido em alguns casos um a dois segundos de espaço entre um canto e outro. Existe uma infinidade de dialetos; na verdade, cada ecossistema possui um próprio. Todavia, há alguns que são mais apreciados e cultivados pelos criadores. São eles: o tuí-tuí-zero-zero ou tuí-tuí-zel-zel (o mais comum), exemplo desse canto está na fita do Cabrito; já nos cantos mais sofisticados, considerados clássicos, o Coleiro emite a terceira nota, assim: tuí-tuí-grom-grom -grom-ze-ze-zel-zel-zell ou tuí-tuí-tcho-tcho-tcho-tchá-tchá-tchaá e outras variações, para frases bem parecidas. A diferença está apenas no entendimento e na interpretação de segmentos de criadores nas nomenclaturas onomatopéicas das notas. Exemplo desse tipo de canto são as gravações dos Coleiros Mirante e Capricho. Em ambientes domésticos a característica principal do Coleiro é gostar de passear e de ser submetido a muita lida, isto é, quanto mais manuseado (mexido) mais canta. E seu desempenho nos torneios de canto e fibra está em relação direta com a dedicação que seu dono lhe dispensa. Depende muito disso. É, todavia, de fácil entrosamento e fica muito manso com um pouco de carinho. Em suma, o Coleiro é uma ave muito apreciada por todos os segmentos de passarinheiros e para vários objetivos, especialmente os torneios de canto.</p>
<p>Agora, pela Portaria 057 do IBAMA, só podem ser transacionados, sair de casa e participar de torneios aqueles que forem criados em ambientes domésticos e que tiverem anilha fechada, como prova disso.. Está aí, também, a Portaria 118, que é a de criadouro comercial, a pessoa física ou jurídica que quiser montar um é só falar com o IBAMA, em sua respectiva Superintendência Estadual. Dessa forma, compete-nos então, reproduzi-los em larga escala para poder preservá-los e suprir a grande demanda que está aí. Quem quiser e puder praticar a sua procriação, terá, com certeza, sucesso garantido. O Coleiro reproduz-se com mais facilidade que o bicudo e o curió e com uma produtividade excelente. É uma ave longeva, vive por volta de trinta anos, dependendo de sua saúde e do trato que se lhe dispensa.</p>
<p>A alimentação básica deve ser de grãos, notadamente o alpiste 50%, painço amarelo 30%, senha 10%, niger 10%, acrescentar periodicamente o painço português legítimo. É salutar que de disponibilize, também, ração de codorna misturada a 50% com milharina adicionando Mold-Zap® à base de 1 gr. por quilo. Dois dias por semana administrar polivitamínico tipo Orosol®, Rovisol® ou Protovit®, este à base de 2 gotas para 50ml d&#8217;água. Já sua alimentação especial para a fase de reprodução deverá ser a seguinte. Quando houver filhotes no ninho, em uma vasilha separada, colocar 3 vezes ao dia, farinhada assim preparada: 6 partes de milharina, 1 parte de farelo de soja torrado,/ 1 parte de germe de trigo, / premix F1 da Nutrivet® (4 colheres de sopa para 1 quilo), / sal 2 gr. por quilo, / Mold-Zap® 1 gr. por quilo, / Mycosorb® 2 gr. por quilo. Após tudo isso estar muito bem misturado, coloque na hora de servir uma gema de ovo cozido e uma colher cheia de &#8220;aminosol®&#8221; para uma colher bem cheia de farinhada. Dá-se larvas, utilizando a chamada &#8220;praga da granja&#8221;; (tipo de Tenébrio molitor, em miniatura, muito comum em granjas de avicultura industrial), é a melhor e tem mais digestibilidade. Essa larva é diminuta e condizente com o tamanho do bico do Coleiro. Oferecer até o filhote sair do ninho.</p>
<p>É bom, também, colocar sempre à disposição das aves &#8220;farinha de ostra&#8221; batida com areia esterilizada e sal mineral (tipo aminopan®). Outra questão importante diz respeito ao lugar adequado para que eles possam exercer a procriação. Esse local deve ser claro, arejado e sem correntes de vento. A temperatura ideal deve ficar na faixa de 25 a 35 graus Celsius e umidade relativa entre 40 e 60%.</p>
<p>O sol não precisa ser direto, mas se puder ser, melhor. A época para a reprodução no Centro Sul do Brasil é de novembro a maio, coincidente com o período chuvoso e com a choca na natureza. Deve-se utilizar gaiolas de puro arame, com medida de 60cm comprimento X 30cm largura X35 cm altura, com quatro portas na frente, comedouros pelo lado de fora para dentro da gaiola. A tala, a medida entre um arame e outro não pode ser maior do que 13mm. No fundo, ou bandeja da gaiola, colocar papel, tipo jornal, para ser retirado todos os dias logo que a fêmea tomar banho. Logo depois se deve retirar a banheira para colocá-la no outro dia bem cedo.</p>
<p>O ninho, tipo taça, tem as seguintes dimensões: 6cm de diâmetro X 4 cm de profundidade, e será colocado pelo lado de dentro da gaiola. Pode ser feito de bucha ( Luffa cylindrica) por cima de uma armação de arame. Para estimular a fêmea prender raiz de capim ou fiapos de casca de coco, assim ela cobrirá o ninho com estes materiais. O número de ovos de cada postura é quase sempre 2.</p>
<p>Cada fêmea choca 3/4 vezes por ano, podendo tirar até 8 filhotes por temporada. As coleiras podem ficar bem próximas umas das outras separadas por uma divisão de tábua ou plástico, mas não podem se ver, de forma alguma. Senão, matam os filhotes ou interrompem o processo do choco, se isto acontecer.</p>
<p>Utilizar um macho de excelente qualidade, de preferência um campeoníssimo, para 5 fêmeas. Nunca deixá-lo junto pois ele quase sempre prejudica o processo de reprodução, e mata os filhotes. O melhor, é colocá-lo para galar e imediatamente afastá-lo da fêmea. O filhote nasce aos treze dias depois de a fêmea deitar e sai do ninho também aos treze dias de idade e pode ser separado da mãe com 35 dias. Com 8 meses, ainda pardos, já poderão procriar. As anilhas serão colocadas do 7O ao 10o dia, com anilha 2,3 mm de diâmetro &#8211; bitola 1 a ser adquirida do Clube onde seja sócio. Pode-se trocar os ovos e os filhotes de mãe quando estão no ninho. Fundamental, porém, é que se tenha todo o cuidado com a higiene. Lembremos que os fungos, a coccidiose e as bactérias são os maiores inimigos da criação, e têm as suas ocorrências inversamente relacionadas com a higiene dispensada ao criadouro.</p>
<p>Armazenar os alimentos fora da umidade e não levar aves estranhas para o criadouro antes de se fazer a quarentena, são cuidados indispensáveis. Os tipos de torneio mais comuns são: 1) Fibra &#8211; os pássaros são dispostos em círculo, a 20 centímetros do outro; aquele que mais cantar no final da prova é o que ganha; 2) Canto livre &#8211; ganha aquele que mais cantar em 5 minutos, ele compete sozinho, não é analisada a qualidade do canto; 3) Canto Clássico &#8211; A ave é examinada sozinha durante 5 minutos; ganha aquela que tiver o canto mais perfeito dentro do padrão pré-escolhido. Tem sido realizados torneios de Coleiros por quase todo o Brasil; sem poder citar todos, destacamos aqueles que tivemos a oportunidade de presenciar ou de ser convidado: Porto Alegre-RS , Florianópolis-SC SAC, Paranaguá- PR , Jacareí -SP-CUBIVALE , Ribeirão Preto-SP, Campos-RJ , Cachoeiro do Itapemirim-ES, Belo Horizonte -MG, Brasília-DF, São Paulo-SP SERCA, Duque de Caxias-RJ. Como vimos, as regiões são as mais diversas, a paixão é nacional, sem fronteiras.</p>
<p>Por fim, como sempre dissemos, não podemos deixar de mencionar essa importante questão: como em todos os tipos de pássaros canoros, os produzidos domesticamente têm muito mais qualidade do que seus irmãos selvagens, isto porque poderemos cruzar os melhores com melhores. Esse é o grande fator de incremento e de estímulo da criação. Quem poderá duvidar disso, a seleção através da genética funciona, e funciona bem. É só testar. A confiança da classe é grande, a responsibilidade também, os aficionados são muitos, a demanda é enorme, as matrizes estão aí, capturar é proibido; daí criatórios em ação, o respeito da sociedade e hobby preservado.</p>
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		<title>Açor</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:59:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Açor]]></category>

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		<description><![CDATA[O açor (Accipiter gentilis), do latim acceptore, é uma ave de rapina falconiforme, distribuida por todas as regiões temperadas do Hemisfério Norte. É a ave que aparece na bandeira dos Açores. O nome do arquipélago dos Açores deve o seu nome ao Açor, porque quando os descobridores do arquipélago o descobriram pensaram ver açores. Mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O açor (Accipiter gentilis), do latim acceptore, é uma ave de rapina falconiforme, distribuida por todas as regiões temperadas do Hemisfério Norte. É a ave que aparece na bandeira dos Açores.</p>
<p>O nome do arquipélago dos Açores deve o seu nome ao Açor, porque quando os descobridores do arquipélago o descobriram pensaram ver açores. Mais tarde, concluíriam que as aves eram, afinal, milhafres.</p>
<p>É um ave de rapina diurna, parecida com o falcão, com um comprimento de aproximadamente 50 cm, cor preta e ventre branco com manchas pretas; asas e bico pretos, cauda cinzenta, manchada de branco e pernas amareladas. Trata-se do Accipiter gentilis, da ordem dos falconiformes e da família dos Aquilinos, muito apreciado antigamente em falcoaria (arte de caçar com açores). A espécie americana, (A. atricapillus), mede cerca de 60 cm de comprimento. Estas intrépidas aves, notáveis pelos seus habilidosos voos com que seguem todos os movimentos das suas presas, constituem, juntamente com o gavião, os mais implacáveis inimigos dos passarinhos. A maior parte dos ornitólogos saxões inclui o género Accipiter no Astur.</p>
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		<title>Ácaro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ácaro]]></category>

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		<description><![CDATA[Os ácaros, ordem Acarina, são artrópodes que pertencem à classe dos aracnídeos (têm, por isso, oito patas). Existem mais de 30.000 espécies descritas, sendo que acredita-se existirem muitíssimas mais espécies que ainda não foram classificadas no mundo inteiro. Os ácaros do pó doméstico são visíveis apenas ao microscópico e têm um tamanho que varia entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os ácaros, ordem Acarina, são artrópodes que pertencem à classe dos aracnídeos (têm, por isso, oito patas). Existem mais de 30.000 espécies descritas, sendo que acredita-se existirem muitíssimas mais espécies que ainda não foram classificadas no mundo inteiro. Os ácaros do pó doméstico são visíveis apenas ao microscópico e têm um tamanho que varia entre 200 e 500 micrômetros. Há ácaros nos meios terrestres e aquáticos, inclusive marinhos. São em sua maioria predadores, mas há os fitófagos, detritífagos e os parasitas. Na ordem Acarina estão os carrapatos ou carraças. Habitat e reprodução</p>
<p>Nas habitações, os ácaros alimentam-se de escamas de pele humana e de animais. Por dia, o homem perde 1g destes pedaços de pele. Os ácaros abundam nos colchões, mantas de lã, almofadas de penas, tapetes, alcatifas, sofás e bonecos de peluche, desenvolvendo-se em condições ótimas de umidade superior a 70 a 80% e de temperatura superior a 20ºC. Em altitudes superiores a 1200 m, os ácaros deixam de ter boas condições de vida. Por este motivo, a estadia em regiões montanhosas pode conduzir ao alívio de certas alergias. Vivem 2 a 3 meses, durante os quais acasalam 1 a 2 vezes, dando origem a uma postura de 20 a 40 ovos. O período mais propício para o acasalamento é a Primavera e o Outono.</p>
<p>Alergologia</p>
<p>Os excrementos dos ácaros e os ácaros mortos dispersam-se em poeira fina, sendo inalados e podendo provocar alergias.</p>
<p>Os alergénios dos ácaros são bem conhecidos. Os antigénios major são Der p1 (D. pteronyssinus), Der f1 (D. farinae) e Eur m1 (Euroglyphus maynei).</p>
<p>Para que se dê a sensibilização aos ácaros é necessária uma taxa de antigénio Der p1 superior ou igual a 2 micra por grama de pó doméstico. Calcula-se que a prevalência da sensibilização aos ácaros na população geral seja de cerca de 10 a 20%. São os responsáveis pela maioria dos casos de rinite e asma alérgica perene, tendo também um papel importante na dermite atópica. Têm sido descritos alguns casos raros de anafilaxia após ingestão de alimentos contaminados por grandes quantidades de D. farinae (farinha, pizzas, peixe e legumes, entre outros).</p>
<p>Prevenção</p>
<p>As medidas preventivas de evicção para os ácaros domésticos reduzem os sintomas clínicos e são o primeiro passo no tratamento de doentes alérgicos aos ácaros. Destas medidas fazem parte:</p>
<p>arejamento diário dos quartos;</p>
<p>exposição ao ar e ao sol dos colchões, edredons e almofadas;</p>
<p>lavagem frequente a 60ºC dos colchões, edredons e almofadas;</p>
<p>aspiração regular e frequente dos colchões e tapetes com aspiradores munidos de filtros HEPA;</p>
<p>tratamento de colchões e tapetes com acaricidas;</p>
<p>utilização de coberturas anti-ácaros em poliuretano nos colchões, edredons e almofadas;</p>
<p>evicção de animais domésticos;</p>
<p>remoção de alcatifas;</p>
<p>lavagem semanal dos bonecos de peluche;</p>
<p>manutenção de uma atmosfera seca no interior das habitações (humidade relativa a 50 a 60 % e temperatura entre 18 e 20ºC);</p>
<p>controlo das medidas de evicção com o Acarext test (R), o qual estima o número de ácaros existentes.</p>
<p>Não está demonstrada a eficácia dos ionizadores e purificadores de ar, nem da ventilação mecânica.</p>
<p>A imunoterapia específica com vacinas está indicada nos doentes sensibilizados quando os sintomas clínicos não são controlados com a evicção e com o tratamento farmacológico dos sintomas.</p>
<p>Acaricidas</p>
<p>Acaricidas são substâncias químicas , não tóxicas para o homem, com capacidade para eliminar os ácaros domésticos.</p>
<p>Em Portugal, existem vários produtos acaricidas para o tratamento de alcatifas, tapetes, colchões, sofás e outros produtos têxteis, como o Acarosan (R) (benzoato de benzilo), Allersearch (R) ou NK neutro (R) (ácido tânico).</p>
<p>Acarex test</p>
<p>Acarex test é um estrangeirismo que designa um teste que permite avaliar a concentração de ácaros no pó de um ambiente . Baseia-se na determinação semi-quantitativa , pelo método colorimétrico, da guanina contida nas fezes dos ácaros.</p>
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		<title>Abutre</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Abutre]]></category>

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		<description><![CDATA[Abutre é o nome vulgar dado a aves falconiformes da família Accipitridae, de hábitos necrófagos, conhecidas também como abutres-do-velho-mundo. Os abutres assemelham-se exteriormente aos urubus e condores (os abutres-do-novo-mundo), mas estes pertencem à família Cathartidae. Os abutres são largos e compridos, têm uma cauda pequena e não têm penas na cabeça. Eles só atacam as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abutre é o nome vulgar dado a aves falconiformes da família Accipitridae, de hábitos necrófagos, conhecidas também como abutres-do-velho-mundo. Os abutres assemelham-se exteriormente aos urubus e condores (os abutres-do-novo-mundo), mas estes pertencem à família Cathartidae. Os abutres são largos e compridos, têm uma cauda pequena e não têm penas na cabeça. Eles só atacam as suas presas quando estas estão sozinhas ou já mortas. Os abutres têm mais tempo de vida em relação aos outros pássaros, conseguindo viver 30 anos em cativeiro.</p>
<p>Géneros e espécies</p>
<p>Gypaetus G. barbatus &#8211; abutre-barbado ou quebra-ossos</p>
<p>Gyps G. africanus &#8211; abutre-de-rabadilha-branca</p>
<p>G. fulvus &#8211; grifo</p>
<p>G. coprotheres &#8211; abutre-do-cabo</p>
<p>G. bengalensis &#8211; abutre-indiano</p>
<p>G. ruepellii &#8211; grifo-de-rüppell</p>
<p>G. himalayensis &#8211; grifo-dos-himalaias</p>
<p>Torgos T. tracheliotus &#8211; abutre-real</p>
<p>Aegypius A. monachus &#8211; abutre-negro</p>
<p>Neophron N. percnopterus &#8211; abutre-do-egipto</p>
<p>Gypohierax G. angolensis &#8211; abutre-das-palmeiras</p>
<p>Necrosyrtes N. monachus &#8211; abutre-de-capuz</p>
<p>Trigonoceps T. occipitalis &#8211; abutre-de-cabeça-branca</p>
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		<title>ABETARDA</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[ABETARDA]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma ave grande e assustada NOME COMUM: Abetarda NOME INGLÊS: Great Bustard NOME CIENTÍFICO: Otis tarda FILO: Chordata CLASSE: Aves ORDEM: Gruiformes FAMÍLIA: Otididae CARACTERÍSTICAS: Comprimento: até 0,90 m Peso: Macho , até 16 kg Plumagem: marrom. Listras pretas no dorso, peito branco. Ovos 2 ou 3 de cada vez Período de incubação: 24 dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ave grande e assustada</p>
<p>NOME COMUM: Abetarda<br />
NOME INGLÊS: Great Bustard<br />
NOME CIENTÍFICO: Otis tarda<br />
FILO: Chordata<br />
CLASSE: Aves<br />
ORDEM: Gruiformes<br />
FAMÍLIA: Otididae<br />
CARACTERÍSTICAS: Comprimento: até 0,90 m<br />
Peso: Macho , até 16 kg<br />
Plumagem: marrom. Listras pretas no dorso, peito branco.<br />
Ovos 2 ou 3 de cada vez<br />
Período de incubação: 24 dias</p>
<p>A abetarda é uma ave grande, mas com único meio de defesa: o vôo. Por causa disso, ela é extremamente esquiva e assustadiça. A menor mudança em seu ambiente familiar provoca sua suspeita, e até mesmo simples pedra revirada pode torná-la cautelosa. Nunca se arrisca. Prefere correr, levantar vôo e ir para longe bem depressa. A abetarda passa seu tempo escondida entre as plantações de cereais e nas estepes da Europa oriental, Norte da África e Espanha. No inverno é encontrada também na Austrália, na Índia, no sul e no centro da África. Mas esconder-se, no caso da abetarda, não é fácil, pois é uma das maiores aves. Os machos podem chegar a mais de 90 cm de comprimento e 16 quilos de peso.</p>
<p>A abetarda vive em bandos de cerca de 20 indivíduos, alimentando-se plantas, sementes e insetos. Em fevereiro, começa a estação de acasalamento e o comportamento dessa ave muda muito: os grupos se desfazem e as aves andam sem rumo, até o início da época em que vão para o campo construir ninhos. Estranhamente, quando nascem os filhotes, essa ave cautelosa passa a atrair os intrusos. É o seu jeito de afastá-los do ninho e assim proteger os filhotes.</p>
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		<title>Abelha-européia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Abelha-européia]]></category>

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		<description><![CDATA[A abelha-européia (Apis mellifera) é uma abelha social, de origem européia, cujas operárias medem de 12 mm a 13 mm de comprimento e apresentam pêlos do tórax mais escuros. Introduzida no Brasil em 1839, para suprir apiários na produção de mel e cera. Também é chamada de abelha-alemã, abelha-comum, abelha-da-europa, abelha-de-mel, abelha-doméstica, abelha-do-reino, abelha-escura, abelha-europa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A abelha-européia (Apis mellifera) é uma abelha social, de origem européia, cujas operárias medem de 12 mm a 13 mm de comprimento e apresentam pêlos do tórax mais escuros. Introduzida no Brasil em 1839, para suprir apiários na produção de mel e cera. Também é chamada de abelha-alemã, abelha-comum, abelha-da-europa, abelha-de-mel, abelha-doméstica, abelha-do-reino, abelha-escura, abelha-europa, abelha-preta e oropa. Sub-espécies</p>
<p>Abelha-caucasiana</p>
<p>Abelha-africana</p>
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