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	<title>Vim Saber &#187; Arte e Cultura</title>
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		<title>A Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[A Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O negro não apenas povoou o Brasil e deu-lhe prosperidade econômica através do seu trabalho. Trouxe, também, as suas culturas que deram o ethos fundamental da cultura brasileira. Vindos de várias partes da África, os negros escravos trouxeram as suas diversas matrizes culturais que aqui sobreviveram e serviram como patamares de resistência social ao regime [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O negro não apenas povoou o Brasil e deu-lhe prosperidade econômica através do seu trabalho. Trouxe, também, as suas culturas que deram o ethos fundamental da cultura brasileira.</p>
<p>Vindos de várias partes da África, os negros escravos trouxeram as suas diversas matrizes culturais que aqui sobreviveram e serviram como patamares de resistência social ao regime que os oprimia e queria transformá-los apenas em máquina de trabalho.</p>
<p>Com a instalação de um governo despótico escravista, capaz de manter a ordem contra as manifestações da quilombagem, as suas diversas culturas foram consideradas primitivas, exóticas e somente consentidas enquanto estivessem sob o controle do aparelho dominador.<br />
Durante a escravidão o negro transformou não apenas a sua religião, mas todos os padrões das suas culturas em uma cultura de resistência social.<br />
Aquele que não pode atacar frontalmente procura formas simbólicas ou alternativas para oferecer resistência a essas forças mais poderosas. Dessa forma o sincretismo assim chamado não foi a incorporação do mundo religioso do negro à religião dominadora, mas, pelo contrário, uma forma sutil de camuflar internamente os seus deuses para preservá-los da imposição da religião católica.<br />
Não havendo como fugir à religião oficial, num tempo em que existia o monopólio do poder político e o monopólio do poder religioso, pela classe senhorial e a igreja Católica respectivamente. Daí o mecanismo de defesa sincrético dos negros.</p>
<p>A mesma coisa aconteceu com as suas línguas. Não possuindo unidade lingüística, os africanos foram obrigados a criar uma que fosse comum para que pudessem entender. Os povos banto que chegaram em primeiro lugar e aqueles que habitavam a parte sudanesa da África, posteriormente, incorporaram ao nosso léxico milhares de vocábulos na estrutura do português. No entanto, ninguém, ou quase ninguém, viu essa incorporação como um fator de enriquecimento, mas, criou-se a palavra chulo para designar esses vocábulos.</p>
<p>Após a escravidão, os grupos negros que se organizaram como específicos, na sociedade de capitalismo dependente que a substituiu, também aproveitaram os valores culturais afro-brasileiros como instrumentos de resistência.<br />
Isto não quer dizer que se conservassem puros, pois sofrem a influência aculturativa (isto é, branqueadora) do aparelho ideológico dominante. É uma luta ideológico-cultural que se trava em todos os níveis, ainda diante dos nossos olhos. O exemplo das escolas de samba, especialmente no Rio de Janeiro – que perderam a sua especificidade de protesto simbólico espontâneo de antigamente para se institucionalizarem, assumindo proporções de um colossalismo quantitativo e competitivo antipopular e subordinando-se a instituições ou grupos financiadores que as despersonalizaram inteira ou parcialmente do seu papel inicial -, exemplifica o que estamos afirmando.</p>
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		<title>Academicismo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Academicismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Academicismo, termo que, na arte, se refere à pintura, escultura ou construção criadas segundo normas de uma academia. Em geral, as academias são as instituições que conferem caráter oficial aos princípios estilísticos de um determinado período. Pintura, arte de aplicar cores sobre diferentes superfícies para criar uma imagem ou desenho figurativo, imaginário ou abstrato. Meios, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Academicismo, termo que, na arte, se refere à pintura, escultura ou construção criadas segundo normas de uma academia. Em geral, as academias são as instituições que conferem caráter oficial aos princípios estilísticos de um determinado período.</p>
<p>Pintura, arte de aplicar cores sobre diferentes superfícies para criar uma imagem ou desenho figurativo, imaginário ou abstrato.</p>
<p>Meios, técnicas e estilos</p>
<p>Através dos séculos, sucederam-se diferentes métodos e estilos artísticos, assim como teorias relacionadas com a finalidade da arte para, em alguns casos, reaparecerem em épocas posteriores com alguma modificação. No Renascimento, a pintura de afrescos em muros e tetos cedeu espaço à pintura de cavalete a óleo, mas retornou no século XX com os muralistas mexicanos. A necessidade de expressar uma emoção intensa por meio da arte une pintores tão diferentes como o espanhol El Greco, do século XVI, e os expressionistas alemães do século XX. No pólo oposto da intenção dos expressionistas de revelar a realidade interior, sempre houve pintores empenhados em representar exatamente os aspectos exteriores. O realismo e o simbolismo, a contenção clássica e a paixão romântica foram-se alternando no decorrer da história da pintura, revelando afinidades e influências significativas</p>
<p>Escultura (em latim, sculpere, ‘esculpir’), arte de criar formas figurativas ou abstratas, tanto planas quanto em relevo.</p>
<p>Técnicas e materiais</p>
<p>É possível fazer esculturas com quase todos os materiais orgânicos e inorgânicos. Os processos da arte escultória datam da antigüidade e sofreram poucas variações até o século XX. Estes processos podem ser classificados segundo o material empregado: pedra, metal, argila ou madeira. Os métodos utilizados são o entalhe, a modelagem e a moldagem. No século XX, o campo da escultura foi ampliado e enriquecido, com o surgimento de técnicas novas — como a soldagem e a montagem — e a utilização de novos materiais, entre eles o tubo de néon.</p>
<p>Entalhe</p>
<p>O entalhe, considerado o paradigma da técnica da escultura, é um processo que requer tempo e esforço. O artista trabalha uma escultura, cortando ou extraindo o material supérfluo, até obter a forma desejada. O material é sempre duro e, com freqüência, pesado. Geralmente, o desenho é compacto e determinado pela natureza do material. Por exemplo, o estreito bloco de mármore que Michelangelo utilizou para esculpir David (1501-1504) condicionou de forma notável a postura e limitou o movimento espacial da figura.<br />
A escolha da ferramenta a ser utilizada depende do material sobre o qual se vai esculpir e do estado em que este se encontre. No caso da pedra, os primeiros cortes de desbaste são feitos com ferramentas muito afiadas. Depois desta fase, o escultor continua a obra, talhando e esculpindo. Posteriormente, passa a usar ferramentas menos cortantes, como a goiva e a lima. O trabalho de acabamento é feito com uma lima suave. Por fim, o artista recorre a uma lixa, pedra-pome ou areia. Caso pretenda maior grau de suavidade, acrescenta uma pátina transparente, feita com azeite ou cera.</p>
<p>Modelagem</p>
<p>A modelagem consiste em acrescentar ou elaborar formas. Para isso, são utilizados materiais macios e flexíveis, aos quais se pode dar forma sem dificuldade. Desta maneira, o escultor pode captar e registrar impressões no tempo aproximado ao que um pintor necessita para fazer um esboço. Entre os materiais utilizados, desde a antigüidade, para modelar uma escultura, estão a cera, o gesso e a argila. Posteriormente cozidas, elas se tornam mais resistentes.<br />
Moldagem<br />
O único método para tornar durável uma obra modelada é moldá-la ou fundi-la em bronze ou alguma outra substância não-perecível. Existem dois métodos de moldagem: a cera perdida e a areia. Ambos os métodos são utilizados desde a antigüidade, embora o processo com cera perdida seja mais comum. A moldagem feita com areia é um processo mais complicado, pois utiliza um tipo de areia muito fina e de grande coesão, misturada com uma pouco de argila. Assim, obtém-se um modelo positivo e um molde negativo, um pouco maior do que o original do artista. Por fim, o escultor derrama, entre ambas as camadas, o metal derretido, que endurece ao esfriar.</p>
<p>Construção e montagem</p>
<p>Embora as técnicas tradicionais continuem a ser utilizadas, muitas esculturas do século XX foram feitas com base na construção e na montagem. Estes métodos remetem à colagem, técnica pictórica criada, em 1912, por Pablo Ruiz Picasso e Georges Braque e que consiste em colar papéis e outros materiais diferentes sobre uma pintura. Nas suas construções, Picasso usou papel e outros tipos de material para produzir objetos tridimensionais. A escultura construtivista vai das caixas surrealistas de Joseph Cornell até as obras com sucata de automóveis e partes de máquinas de John Chamberlain, ambos norte-americanos. O termo montagem, que na atualidade se confunde à construção, foi cunhado pelo pintor francês Jean Dubuffet para referir-se à própria obra, surgida da colagem.</p>
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		<title>ABSTRACIONISMO</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:20:19 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ABSTRACIONISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte abstrata tende a suprimir toda a relação entre a realidade e o quadro, entre as linhas e os planos, as cores e a significação que esses elementos podem sugerir ao espírito. Quando a significação de um quadro depende essencialmente da cor e da forma, quando o pintor rompe os últimos laços que ligam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte abstrata tende a suprimir toda a relação entre a realidade e o quadro, entre as linhas e os planos, as cores e a significação que esses elementos podem sugerir ao espírito. Quando a significação de um quadro depende essencialmente da cor e da forma, quando o pintor rompe os últimos laços que ligam a sua obra à realidade visível, ela passa a ser abstrata.</p>
<p>O Abstracionismo apresenta várias fases, desde a mais sensível até a intelectualidade máxima.</p>
<p>Abstracionismo Sensível ou Informal, predominam os sentimentos e emoções. As cores e as formas são criadas livremente. Na Alemanha surge o movimento denominado &#8220;Der blaue Reiter&#8221; (O Cavaleiro Azul) cujos fundadores são os Kandinsky, Franz Marc entre outros.<br />
Uma arte abstrata, que coloca na cor e forma a sua expressividade maior. Estes artistas se aprofundam em pesquisas cromáticas, conseguindo variações espaciais e formais na pintura, através das tonalidades e matizes obtidos. Eles querem um expressionismo abstrato, sensível e emotivo.<br />
Com a forma, a cor e alinha, o artista é livre para expressar seus sentimentos interiores, sem relacioná-los a lembrança do mundo exterior. Estes elementos da composição devem Ter uma unidade e harmonia, tal qual uma obra musical.</p>
<p>Principais Artistas:</p>
<p>FRANZ MARC (1880-1916), pintor alemão, apaixonado pela arte dos povos primitivos, das crianças e dos doentes mentais, o pintor alemão Marc escolheu como temas favoritos os estudos sobre animais, conheceu Kandinski, sob a influência deste, convenceu-se de que a essência dos seres se revela na abstração. A admiração pelos futuristas italianos imprimiram nova dinâmica à obra de Marc, que passou a empregar formas e massas de cores brilhantes próprias da pintura cubista.<br />
Os nazistas destruíram várias de suas obras. As que restaram estão conservadas no Museu de Belas-Artes de Liège, no Kunstmuseum, em Basiléia, na Städtische Galarie im Lembachhaus, em Munique, no Walker Art Center, em Minneapolis, e no Guggenheim Museum, em Nova York.</p>
<p>WASSILY KANDINSKY (1866-1944), pintor russo, antes do abstracionismo participou de vários movimentos artísticos como impressionismo também atravessou uma curta fase fauve e expressionista. Escreveu livros, como em 1911, Sobre o espiritual na arte, em que procurou apontar correspondências simbólicas entre os impulsos interiores e a linguagem das formas e cores, e em 1926, Do ponto e da linha até a superfície, explicação mais técnica da construção e inventividade da sua arte. Dezenas de suas obras foram confiscadas pelos nazistas e várias delas expostas na mostra de &#8220;Arte Degenerada&#8221;.</p>
<p>Tachismo (de tache = mancha). Formado por manchas coloridas colocadas lado a lado em um certo parâmetro ou limite, no mínimo o braço do artista. Também existe um tipo de abstrato informal formado por manchas, porém, elas não possuem parâmetro definido pelo braço do artista como no Tachismo. São manchas criadas impulsivamente com toda a liberdade ou efusão emocional do artista.</p>
<p>Grafismo é todo abstracionismo formado por uma grafia não cognificada.</p>
<p>Orfismo tem ligação com a música. Principal artista: Sonia Delaunay.</p>
<p>Raionismo formado por raios, estanques, deslizes e riscos com luminosidade. Principal artista: Larionov/Gontcharova</p>
<p>Abstracionismo Geométrico ou Formal, as formas e as cores devem ser organizadas de tal maneira que a composição resultante seja apenas a expressão de uma concepção geométrica.</p>
<p>Neoplasticismo, seu criador e princiapl teórico foi Piet Mondrian. Onde as cores e as formas são organizadas de maneira que a composição resulte apenas na expressão de uma concepção geométrica. Resulta às linhas verticais e horizontais e às cores puras (vermelho, azul e amarelo). O ângulo reto é o símbolo do movimento, sendo rigorosamente aplicado à arquitetura.</p>
<p>Principal Artista:</p>
<p>PIET MONDRIAN (1872-1944), pintor holandês. Depois de haver participado da arte cubista, continua simplificando suas formas até conseguir um resultado, baseado nas proporções matemáticas ideais, entre as relações formais de um espaço estudado.<br />
O artista utiliza, como elemento de base, uma superfície plana, retangular e as três cores primárias com um pouco de preto e branco. Essas superfícies coloridas são distribuídas e justapostas buscando uma arte pura.</p>
<p>Segundo Mondrian, cada coisa, seja uma casa, seja uma árvore ou uma paisagem, possui uma essência que está por tráz de sua aparência. E as coisas, em sua essência, estão em harmonia no universo. O papel do artista, para ele, seria revelar essa essência oculta e essa harmonia universal.</p>
<p>Ele procura, pesquisa e consegue um equilíbrio perfeito da composição, despojado de todo excesso da cor, da linha ou da forma.<br />
Em 1940 Mondrian foi para Nova York, onde realizou a última fase de sua obra: desapareceram as barras negras e o quadro ficou dividido em múltiplos retângulos de cores vivas. É a série dos quadros boogie-woogie.</p>
<p>Suprematismo, é uma pintura com base nas formas geométricas planas, sem qualquer preocupação de representação. Os elementos principais são: retângulo, círculo, triângulo e a cruz. O manifesto do Suprematismo, assinado por Malevitch e<br />
Maiakovski, poeta russo, foi um dos principais integrantes do movimento futurista em seu país, defendia a supremacia da sensibilidade sobre o próprio objeto.<br />
Mais racional que as obras abstratas de Kandisky e Paul Klee, reduz as formas, à pureza geométrica do quadrado.<br />
Suas características são rígidas e se baseiam nas relações formais e perceptivas entre a forma e a cor. Pesquisa os efeitos perceptivos do quadrado negro sobre o campo branco, nas variações ambíguas de fundo e forma.</p>
<p>Principal Artista:</p>
<p>KAZIMIR MALEVITCH (1878-1935), pintor russo. Fundador da corrente suprematista, que levou o abstracionismo geométrico à simplicidade extrema. Foi o primeiro artista a usar elementos geométricos abstratos. Procurou sempre elaborar composições puras e cerebrais, destituídas de toda sensualidade. O &#8220;Quadro negro sobre fundo branco&#8221; constituiu uma ruptura radical com a arte da época. Pintado entre 1913 e 1915, compõe-se apenas de dois quadrados, um dentro do outro, com os lados paralelos aos da tela. A problemática dessa composição seria novamente abordada no &#8220;Quadro branco sobre fundo branco&#8221; (1918), hoje no Museu de Arte Moderna de Nova York. Dizia que as aparências exteriores da natureza não tinham para ele nenhum interesse, o essencial era a sensibilidade, livre das impurezas que envolviam a representação do objeto, mais do que isso, que envolviam a própria percepção do objeto. Os elementos de estética suprematista eram o retângulo, o círculo, o quadrado e a cruz, os quais na pintura de Malevitch, denominda pelo espiritual, adquirem um significado próximo do sagrado.</p>
<p>Action Painting ou pintura de ação gestual, criada por Jackson Pollock nos anos de 1947 a 1950 faz parte da Arte Abstrata Americana. Em 1937, fundou-se nos Estados Unidos, a Sociedade dos Artistas Abstratos. O abstracionismo cresce e se desenvolve nas Américas, chegando à criação de um estilo original.</p>
<p>Características da Pintura:<br />
· Compreensão da pintura como meio de emoções intensas.<br />
· Execução cheia de violenta agressividade, espontaneidade e automatismo.<br />
· Destruição dos meios tradicionais de execução &#8211; pincéis, trincha, espátulas, etc.<br />
· Técnica: pintura direta na parede ou no chão, em telas enormes, utilizando tinta à óleo, pasta espessa de areia, vidro moído.</p>
<p>Principal Artista:</p>
<p>JACKSON POLLOCK (1912-1956), pintor americano, introduziu nova modalidade na técnica, gotejando (dripping) as tintas que escorrem de recipientes furados intencionalmente, numa execução veloz, com gestos bruscos e impetuosos, borrifando, manchando, pintando a superfície escolhida com resultados extraordinários e fantásticos, algumas vezes realizada diante do público. Desenvolveu pesquisas sobre pintura aromática. Nos últimos trabalhos nessa linha, o artista usou materiais como pregos, conchas e pedaços de tela, misturavam-se às camadas de tinta para dar relevo à textura. Usou freqüentemente tintas industriais, muitas delas usadas na pintura de automóveis.</p>
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		<title>A arte romana</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:19:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A arte romana]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte romana, referente à época artística do Império romano do ocidente, foi muito influenciada pela cultura da grécia antiga e estende-se do século VIII a.C ao século IV d.C. difundindo-se por diversas expressões artísticas desde a construção de diversas tipologias de edifícios públicos, pintura afresco à escultura, etc. Após o reconhecimento da religião cristã, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte romana, referente à época artística do Império romano do ocidente, foi muito influenciada pela cultura da grécia antiga e estende-se do século VIII a.C ao século IV d.C. difundindo-se por diversas expressões artísticas desde a construção de diversas tipologias de edifícios públicos, pintura afresco à escultura, etc.</p>
<p>Após o reconhecimento da religião cristã, o movimento artístico do paleocristianismo vai acabar por tomar o lugar da expressão anterior.</p>
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		<title>A arte na Pré-História</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:18:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A arte na Pré-História]]></category>

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		<description><![CDATA[Consideramos como arte pré-histórica todas as manifestações que se desenvolveram antes do surgimento das primeiras civilizações e portanto antes da escrita. No entanto isso pressupõe uma grande variedade de produção, por povos diferentes, em locais diferentes, mas com algumas características comuns. A primeira característica é o pragmatismo, ou seja, a arte produzida possuía uma utilidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consideramos como arte pré-histórica todas as manifestações que se desenvolveram antes do surgimento das primeiras civilizações e portanto antes da escrita. No entanto isso pressupõe uma grande variedade de produção, por povos diferentes, em locais diferentes, mas com algumas características comuns.</p>
<p>A primeira característica é o pragmatismo, ou seja, a arte produzida possuía uma utilidade, material, cotidiana ou mágico-religiosa: ferramentas, armas ou figuras que envolvem situações específicas, como a caça. Cabe lembrar que as cenas de caça representadas em cavernas não descreviam uma situação vivida pelo grupo, mas possuía um caráter mágico, preparando o grupo para essa tarefa que lhes garantiria a sobrevivência.</p>
<p>As manifestações artísticas mais antigas foram encontradas na Europa, em especial na Espanha, sul da França e sul da Itália e datam de aproximadamente de 25000a.C., portanto no período paleolítico. Na França encontramos o maior número de obras pré históricas e até hoje em bom estado de conservação, como as cavernas de Altamira, Lascaux e Castilho</p>
<p>Arquitetura</p>
<p>Os grupos pré-históricos eram nômades e se deslocavam de acordo com a necessidade de obter alimentos. Durante o período neolítico essa situação sofreu mudanças, desenvolveram-se as primeiras formas de agricultura e consequentemente o grupo humano passou a se fixar por mais tempo em uma mesma região, mas ainda utilizavam-se de abrigos naturais ou fabricados</p>
<p>com fibras vegetais ao mesmo tempo em que passaram a construir monumentos de pedras colossais, que serviam de câmaras mortuárias ou de templos. Raras as construções que serviam de habitação.</p>
<p>Essa pedras pesavam mais de três toneladas, fato que requeria o trabalho de muitos homens e o conhecimento da alavanca.</p>
<p>Esses monumentos de pedras foram denominados &#8220;megalíticos&#8221; e podem ser classificados de: dólmens, galerias cobertas que possibilitavam o acesso a uma tumba; menires, que são grandes pedras cravadas no chão de forma vertical; e os cromlech, que são menires e dólmens organizados em círculo, sendo o mais famoso o de Stonehenge, na Inglaterra.</p>
<p>Também encontramos importantes monumentos megalíticos na Ilha de Malta e Carnac na França, todos eles com funções ritualisticas.</p>
<p>Escultura</p>
<p>A escultura foi responsável pela elaboração tanto de objetos religiosos quanto de utensílios domésticos, onde encontramos a temática predominante em toda a arte do período, animais e figuras humanas, principalmente figuras femininas, conhecidas como Vênus, caracterizadas pelos grandes seios e ancas largas, são associadas ao culto da fertilidade;</p>
<p>Entre as mais famosas estão a Vênus de Lespugne, encontrada na França, e a Vênus de Willendorf, encontrada na Áustria foram criadas principalmente em pedras calcárias, utilizando-se ferramentas de pedra pontiaguda.</p>
<p>Durante o período neolítico europeu (5000aC &#8211; 3000dC) os grupos humanos já dominavam o fogo e passou a produção de peças de cerâmica, normalmente vasos, decorados com motivos geométricos em sua superfície; somente na idade do bronze a produção da cerâmica alcançou grande desenvolvimento, devido a utilização na armazenagem de água e alimentos</p>
<p>Pintura</p>
<p>As principais manifestações da pintura pré-histórica são encontradas no interior de cavernas, em paredes de pedra e a princípio retratavam cenas envolvendo principalmente animais, homens e mulheres e caçadas, existindo ainda a pintura de símbolos, com significado ainda desconhecido. Essa fase inicial é marcada pela utilização predominantemente do preto e do vermelho e é considerada portanto como naturalista.</p>
<p>No período neolítico a pintura é utilizada como elemento decorativo e retratando as cenas do cotidiano. A qualidade das obras é superior, mostrando um maior grau de abstração e a utilização de outros instrumentos que não as mãos, como espátulas.</p>
<p>Por volta de 2000aC as características da pintura a apresentavam um nível próximo à de formas escritas, preservando porém seu caráter mágico ou religiosos, celebrando a fecundidade ou os objetos de adoração (totens).</p>
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		<title>A Arte Minóica e a Micênica</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:17:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A Arte Minóica e a Micênica]]></category>

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		<description><![CDATA[Em grande parte, a arte minóica é representada por entalhes e por cerâmica pintada; só em 1500 a.C., durante o grande “período do Palácio”, começamos a encontrar pinturas, e destas, em geral, restaram apenas fragmentos. Embora certo grau de estilização egípcia se evidencie, por exemplo, no modo com que se repetem esquematicamente as figuras humanas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em grande parte, a arte minóica é representada por entalhes e por cerâmica pintada; só em 1500 a.C., durante o grande “período do Palácio”, começamos a encontrar pinturas, e destas, em geral, restaram apenas fragmentos. Embora certo grau de estilização egípcia se evidencie, por exemplo, no modo com que se repetem esquematicamente as figuras humanas, a representação minóica exibe um naturalismo e uma elasticidade bastante ausentes na arte egípcia. Os minóicos encontravam inspiração na natureza, e sua arte caracteriza-se por espantoso grau de realismo. Eram uma civilização marítima, e as pinturas revelavam conhecimento do oceano e das criaturas marítimas, como os golfinhos, por exemplo.</p>
<p>Outro tema recorrente é o salto sobre touros, um ritual que se acredita estivesse ligado a religião. Outra obra do palácio real de Cnosso, o “Afresco do toureador”, é uma das mais bem conservadas pinturas minóicas, ainda que fragmentária. Os fragmentos reunidos, revelaram três acrobatas, sendo duas moças de pele clara e um homem de pele mais escura, o qual salta sobre um magnífico touro. Na interpretação mais comum, essa pintura representaria uma seqüência de movimentos: a moça da esquerda segura os chifres do touro na preparação para o salto; o homem encontra-se a meio salto; a moça da direita já está no chão e apruma-se esticando os braços, tal como uma ginasta moderna.</p>
<p>A civilização micênica era uma cultura da Idade do Bronze e desenvolveu-se na Grécia continental. Veio a suceder a antiga minóica em Creta, surgindo por volta de 1400 a.C. para tornar-se a cultura dominante na ilha. A história e as lendas da civilização micênica constituem o pano de fundo para narrativas de Homero (c. 750 a.C.) cujos poemas épicos, a Ilíada e a Odisséia, refletem a chamada “era heróica”: o fim do período micênico. Uma das mais duradouras imagens da arte micênica é essa mascara funerária, que durante certa época, imaginou-se ser a do rei micênico Agamenon, o qual, nas lendas homéricas, liderou os gregos nas guerras de Tróia. Sabemos apenas que se trata de uma máscara funerária e que foi tirada de um dos túmulos régios do período micênico, no século XVI a.C.</p>
<p>Além de certo amor ao ouro, a máscara revela a imensa dignidade da imagem micênica do homem. Essa obra muitíssimo expressiva é uma grande descrição icônica do que significa ser um ser humano.<br />
Fragmentos de pinturas micênicas encontradas em dois sítios arqueológicos (Tirinta e Pilo) na Grécia representam o que devem ter sido impressionantes ciclos murais. Muitos dos murais minóicos e micênicos não eram afrescos no sentido habitual da palavra, pois assim como para os egípcios, foram criados aplicando-se a têmpera à massa seca. Entre os temas dos murais micênicos, incluíam-se não só as cenas do cotidiano, mas também descrições do mundo natural. Se comparada à arte minóica, a micênica era bastante solene. Essas duas tradições formavam o pano de fundo do qual emergiria a arte grega posterior.</p>
<p>A civilização micênica entrou em colapso por volta de 1100 a.C. Seu fim marcou o término da Idade do Bronze na Grécia. Seguiu-se um período de uns 100 ou 150 anos, conhecido como “Idade das Trevas”, e sabemos menos sobre a cultura egéia nessa fase. Depois disso, findou-se a pré-história e começou a história escrita. Aproximadamente em 650 a.C., a Grécia arcaica emergiu como a civilização mais avançada na Europa.</p>
<p>Da mesma forma que seus antecessores cretenses, os gregos eram muito menos preocupados com túmulos do que os egípcios. Deixaram-nos uma série de estatuetas de bronze, que são tidas em alta conta. Mas a pintura dos gregos (uma arte em que seus escritores nos asseguram terem sido eles muitíssimo capazes) perdeu-se quase por completo. Uma das razões para isso está em que, diferentemente dos egípcios, minóicos e micênicos, que pintavam apenas murais, os gregos pintavam sobretudo em painéis de madeira, que não resistiram ao tempo.</p>
<p>O erudito romano Plínio, o Velho (23/24-79 d.C.), cujas detalhadas descrições do mundo antigo influenciaram muitas gerações seguintes, é a maior fonte de informações sobre a pintura grega. Em todas as outras escolas artísticas, a veracidade de tais descrições pode ser avaliada pelas pinturas que chegaram até nós. Isso não vale para a grega, e, portanto, jamais se poderá determinar o valor do que Plínio escreveu.<br />
Nossa única pista da beleza da pintura grega está quase toda na decoração de vasos, uma arte relativamente menor e essencialmente utilitária. A palavra “vaso” (que começou a ser usada no século XVIII como termo amplo para designar a cerâmica grega) talvez crie equívocos. Ao contrário do que pode acontecer hoje em dia, os gregos nunca faziam vasos apenas com fins decorativos; sempre tinham em mente um propósito específico. Seus ceramistas produziam uma ampla gama de produtos, em diversos formatos, tais como jarras de armazenagem, garrafas de perfume e ungüento e recipientes de líquidos usados em rituais.</p>
<p>Nas pinturas gregas de vasos percebemos a preocupação com a anatomia, pois a figura humana tornou-se o principal tema da arte e da filosofia gregas. Vemos um afastamento em relação ao que mostravam as pinturas dos túmulos egípcios, com aquelas fórmulas pré-concebidas para representação do mundo. Surge toda uma nova maneira de ver a arte, em relação ao que o olho enxerga e a mente dispõe.</p>
<p>Se a pintura de vasos é mesmo uma arte menor, ela contava então com alguns grandes praticantes. O ateniense Exécia (Exekias), que viveu por volta de 535 a.C., assinou como pintor pelo menos duas peças cerâmicas em que aparecem figuras negras, e o estilo do artista, com sua poesia e perfeito equilíbrio, é reconhecível de imediato. Vale observar que Exécia produzia não apenas as pinturas, mas também as cerâmicas. Sua obra é importante porque revela a direção que a arte figurativa tomaria, indicando o salto desde uma reprodução simbólica “hieroglífica” dos objetos no mundo até uma representação que procurava mostrar o mundo tal como ele realmente se apresenta. Isso fica muito evidente no tratamento dado à vela da embarcação nesse soberbo cúlice (ou kylix, uma taça rasa de duas alças), Dionísio em seu barco.</p>
<p>Dionísio, o deus do vinho, da vegetação e da fertilidade, jaz em repouso enquanto leva à humanidade o segredo do vinho. Vinhas simbólicas enrolam-se no mastro e elevam-se frutuosamente para o céu, em maravilhosa adaptação à difícil composição circular do cúlice. O barco com a vela fulgurante, desliza majestoso sobre o mundo rosa e laranja do Céu e da Terra, e golfinhos brincam ao redor da presença sagrada. A cena vibra com surpreendente senso de completude.</p>
<p>A pintura grega de vasos está, caracteristicamente, preocupada em contar histórias, e muitos vasos trazem imagens de episódios relatados por Homero na Ilíada e na Odisséia, obras escritas no século VIII a.C. Vasos ornados com narrativas datam de tempos anteriores a Homero, chegam ao período clássico grego (que sucedeu o período arcaico por volta de 480 a.C.) e alcançam até épocas bem posteriores.</p>
<p>A menos que vejamos imagem e vaso como um todo, não podemos apreciar por completo a pintura cerâmica grega.<br />
Uma figura chave na Odisséia, Palas Atena, a deusa protetora da cidade de Atenas, aparece numa ânfora confeccionada cerca de 480 a.C. pelo artista anônimo que os estudiosos denominaram Pintor de Berlim.</p>
<p>A curva negra e brilhante da ânfora cria a impressão de que a deusa afasta-se de nosso olhar, ao mesmo tempo que nos possibilita vislumbrá-la em sua solene doçura. Palas Atena estende uma jarra de vinho para Heracles, que está na outra face da ânfora; ambas as figuras mantêm intacta sua própria privacidade, mas ainda assim se comunicam. É uma obra maravilhosamente reverenciada e contida, tão simples quanto complexa.<br />
Essa ânfora é um exemplo da técnica das figuras vermelhas, que foi inventada por volta de 530 a.C. e sucedeu a cerâmica das figuras negras. Na técnica das figuras vermelhas, as figuras não recebiam pigmento; o fundo negro é que era pintado em torno delas, deixando que o vermelho da cerâmica fizesse as vezes das figuras, as quais tinham então pintados seus detalhes anatômicos, e as cenas descritas nos vasos foram ficando cada vez mais complexas e ambiciosas. Um bom exemplo dessa inovação é a pintura no interior de uma tigela de beber fabricada na olaria do ceramista Brigo (Brygos); o artista desconhecido que a pintou é conhecido simplesmente como Pintor de Brigo.</p>
<p>Embora o tema (a mulher que segura a cabeça de um jovem bêbado enquanto ele vomita) não seja atraente, as figuras são representadas com dignidade e finura. Em especial, as roupas dão à mulher uma graça terna.</p>
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		<title>Arte gótica</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:16:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Arte gótica]]></category>

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		<description><![CDATA[Período da arte de estilo gótico estendeu-se por 400 anos (de mais ou menos 1.100 até 1.500). A origem do termo gótico nada tem a ver diretamente com os godos, a antiga nação germânica que invadiu o Império Romano no século 5. Todavia é de supor-se que gótico de alguma lembra algo como &#8220;bárbaro&#8221;, isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Período da arte de estilo gótico estendeu-se por 400 anos (de mais ou menos 1.100 até 1.500). A origem do termo gótico nada tem a ver diretamente com os godos, a antiga nação germânica que invadiu o Império Romano no século 5. Todavia é de supor-se que gótico de alguma lembra algo como &#8220;bárbaro&#8221;, isto é, um estilo do tempo dos bárbaros, quando os godos atropelavam a civilização romana.</p>
<p>Originou-se de uma denominação utilizada pelos refinados artistas renascentistas para designar genericamente um estilo artístico que achavam de mau gosto, exótico, carregado de apelos decorativos e pelo exagero da altura das suas torres. O gótico, igualmente como o romântico, caracterizou-se predominantemente por ser um estilo grandioso de construções religiosas, foi a arte por excelência das magníficas catedrais européias.</p>
<p>A multiplicação delas por toda a Europa Ocidental deveu-se ao prestígio universal da Igreja Católica e da religião cristã, e resultou da competição entre as cidades lentamente enriquecidas pela Revolução Comercial, transformação econômica que deu seus primeiros passos ao redor dos séculos 11 e 12 (na região do Flandres, ao redor do rio Reno e do rio Sena) tendo como conseqüência a ressurreição da vida urbana. Cada cidade da Europa Ocidental tratou então de erguer uma catedral cuja torre fosse a mais alta possível, não somente para melhor atrair o olhar protetor de Deus, como para celebrar a excelência das suas corporações de ofícios em competição com as outras das demais cidades vizinhas.</p>
<p>O gótico, originalmente, foi um estilo marcadamente francês. Do território da França atravessou o Reno penetrando na Alemanha onde, por igual, encontraremos belos exemplos dele.</p>
<p>Todavia bem menos influenciou a arquitetura italiana que ainda mantinha seu apego ao antigo estilo clássico(a exceção foi a arquitetura lombarda, mais sujeita por razões geográficas às influencias transalpinas, como se verificou na construção da catedral de Milão).</p>
<p>A Divisão da arte gótica: expressa-se, sobretudo, na arquitetura, a qual determina as demais artes; sendo que a pintura e a escultura (como no período romântico) são apenas complementos decorativos.</p>
<p>A divisão do estilo gótico dá-se em quatro períodos:</p>
<p>I Período: século XII (1100-1200) chamado período de transição ou gótico primitivo. Ainda pouco elevado, o arco ogival ou quebrado é usado juntamente com o arco romântico. Ensaia-se o verticalismo procurando romper-se, ainda que com hesitação, com o horizontalismo do estilo românico. As fachadas das igrejas e das catedrais passam a ser enriquecidas com esculturas decorativas.</p>
<p>II Período: século XIII (1200-1300) chamado gótico lanceolado. O arco ogival torna-se bastante elevado, sendo formado por um triângulo agudo. Acentua-se o verticalismo com o aperfeiçoamento e o uso constante da divisão da abóbada. Generaliza-se o uso do vitral (o cinema do crente daquela época) e as fachadas assumem maior decorativismo e suntuosidade. É a época da construção das grandes catedrais que surgem por toda a Europa, tais como a Notre Damme de Paris, a Catedral de Chartres e a Catedral de Milão.</p>
<p>III Período: século XIV (1300-1400) chama-se gótico irradiante. O arco ogival perde a sua agudeza e passa a ser formado por um triângulo eqüilátero. Suas nervuras decorativas constituem-se de elementos circulares. Atenua-se ligeiramente o verticalismo. As fachadas continuam recebendo suntuosa decoração.</p>
<p>IV Período: século XV (1400-1500) chama-se gótico flamejante ou &#8220;flamboyant&#8221;. O Arco ogival é agora formado por um triângulo obtuso, tornando-se ainda menos agudo, tendendo ao horizontalismo. As nervuras decorativas no interior dos arcos, das janelas, e portais, pela posição das curvas e contracurvas, surgem labaredas. Atenua-se acentuadamente o verticalismo. Fachadas profusamente decoradas.</p>
<p>Características gerais do estilo gótico</p>
<p>O Parlamento britânico (estilo neogótico)<br />
1 Verticalismo.<br />
2 Arco quebrado ou ogival.<br />
3 Abóbada de arcos cruzados.<br />
4 O vitral.</p>
<p>Pintura gótica: A pintura da Europa Medieval sofreu influência direta da pintura bizantina, sendo integralmente religiosa. Caracterizou-se pelo geometrismo, pelo estatismo e pelo abandono da perspectiva e da proporção, tão comuns à arte clássica antiga. As figuras eram apresentadas em rígida posição hierárquica, retrato vivo de uma época que pretendia se eternizar. A imagem do papa ou do imperador do Santo Império sempre era apresentada numa escala bem maior do que o restante dos integrantes da cúria ou da corte.</p>
<p>Havia uma enorme gama de artistas, todos anônimos, especializados em vitrais e retábulos assim como na pintura de murais. Todos estavam subordinados à orientação dos mestres-construtores, tais como os famosos Jean Le Loup, Jean D´Orbais, Robert de Luzarches ou Pierre Montereau. É característica de uma época que ignorava as singularidades da individualidade que muitos artistas permaneceram desconhecidos, visto que o período medieval foi uma época de apogeu do corporativismo, fazendo com que os autores não assinasse suas obras. Assim, pouco sabemos deles.</p>
<p>Lentamente, no período que alguns chamam de pré-renascimento, entre os século 13 e 15, os artistas libertam-se das corporações de ofício, passando a atender encomendas particulares, então alguns nomes tornaram-se conhecidos, com o do francês Jean Fouquet, ou dos italianos Cimabue e Giotto di Bondone, Masaccio, Bernardo Daddi e Buffalmaco, que ficaram conhecidos como os mais famosos pintores do gótico tardio (se bem que muitos historiadores negam-se a classificá-los assim, preferindo a denominação de pré-renascentistas já mencionada acima).</p>
<p>Cada um deles tratou logo de formar a sua própria oficina (hoje denominamos de atelier), atraindo para trabalhar com eles uma leva de jovens aprendizes, muitos, por sua vez, tornando-se mais tarde mestres-artistas.</p>
<p>Coube ao Renascimento, com sua revalorização do estilo clássico greco-romano, terminar por sepultar o Gótico de uma vez por todas. Houve ainda, em pleno século 19, por força do gosto romântico, em meio à expansão da industrialização, um pequeno surto de construções no estilo gótico na Grã-Bretanha, chamado de neogótico ou de Gótico Vitoriano, ocasião em que se projetou e construiu o prédio do Parlamento inglês, situado à beira do rio Tamisa.</p>
<p>Durante muito tempo, particularmente na época do Iluminismo, identificou-se o gótico como um estilo que lembrava uma época histórica dominada pelo fanatismo religioso e pela superstição, cenário tão bem retratado por Victor Hugo (na novela &#8220;Nossa Senhora de Paris&#8221;).</p>
<p>Com o passar dos tempos, especialmente em época mais recente, houve uma revalorização do gótico, uma admiração pela sua concepção grandiosa da arquitetura e pelo seu esforço decorativo, aparecendo ao homem contemporâneo como um estilo-testemunho, uma marca impressionante da história da cultura ocidental.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>Hauser, Arnold – História Social da Literatura e da Arte.</p>
<p>Meiss, Millard – Pintura em Florencia y Siena después de la Peste Negra.</p>
<p>Yarza, Joaquin – Arte y Arquitectura en España (500- 1250).</p>
<p>Panowsky, Erwin – Arquitetura Gótica e Escolástica: sobre a analogia entre arte, filosofia e teologia na Idade Média.</p>
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		<title>A arte etrusca</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:15:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A arte etrusca refere-se à arte da antiga civilização da Etrúria localizada na Itália central (actual Toscana) e que teve o seu apogeu artístico entre os século VIII e II a.C.. As origens deste povo, e consequentemente do estilo, remontam aos povos que habitavam a região (ou a partir dela se deslocaram) da Ásia menor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte etrusca refere-se à arte da antiga civilização da Etrúria localizada na Itália central (actual Toscana) e que teve o seu apogeu artístico entre os século VIII e II a.C..</p>
<p>As origens deste povo, e consequentemente do estilo, remontam aos povos que habitavam a região (ou a partir dela se deslocaram) da Ásia menor durante a Idade do bronze e Idade do ferro, mas também outras culturas influenciaram a sua arte (por proximidade ou contacto comercial), como a grega, fenícia, egípcia, assíria e a oriental. Mas o seu aparente carácter helenistico simples (visto o seu florescimento coincidir com o período arcaico grego) esconde um estilo único e inovador de características muito próprias que viria a influenciar profundamente a arte romana e pela qual estaria já totalmente absorvido no século I a.C..</p>
<p>Até à actualidade muita da herança etrusca se foi perdendo e as peças e vestígios que hoje se conhecem podem dar apenas uma ideia parcial do que seria em plenitude a arte desta civilização. A maior parte do espólio etrusco advém de escavações arqueológicas em necrópoles (Cerveteri, Tarquinia, Populonia, Orvieto, Vetulonia, Norchia) trazendo à luz acima de tudo peças e construções de carácter religioso relacionadas com o culto funerário.</p>
<p>Expressões e estilo</p>
<p>De um modo geral pode-se afirmar que os artistas etruscos eram artesãos de grande habilidade. Executavam peças (estatuária, vasos, espelhos, caixas, etc) de grande qualidade e mestria em terracota, barro, bronze e metal, desenvolviam também peças de joalharia (em ouro, prata e marfim) e uma cerâmica negra (designada Bucchero).</p>
<p>Arte funerária</p>
<p>Escavações efectuadas em tumbas subterrâneas revelaram urnas de barro (onde se colocavam os restos mortais) com elementos escultóricos representando elementos anatómicos do falecido (p. ex. tampa em forma de cabeça); bustos (que poderão ter estado na origem dos bustos romanos); esculturas e relevos em sarcófagos onde, numa fase posterior, figuras humanas em tamanho real surgem reclinadas sobre a tampa como se de um leito se tratasse (jacente). Mas aqui, em oposição à escultura grega em pedra, a escultura etrusca toma forma em materiais mais brandos que possibilitam uma modulação mais elástica, fluida e arredondada incutindo nas figuras uma natural espontaneidade.</p>
<p>As câmaras funerárias, que retratam o interior de uma habitação, são de tecto em abóbada ou falsa cúpula e são revestidas de pinturas murais (frescos) retratando cenas mitológicas, do quotidiano e rituais funerários de demarcado carácter bi-dimensional, estilizado (formas delineadas a negro), mas de cores vivas e atmosfera jovial. Numa fase posterior, esta atitude de festividade perante a morte sofre alterações, possivelmente pela influência da arte grega do período clássico, e as figuras (onde passam a integrar também os demónios da morte) ganham uma nova atitude pensativa e de incerteza perante o final da vida.</p>
<p>Arquitectura e urbanismo<br />
Busto etrusco<br />
Busto etrusco</p>
<p>Além de uma grande variedade de artes decorativas os etruscos desenvolveram também a construção arquitectónica da qual muito pouco sobreviveu. Modelos à escala permitem ter uma ideia do templo religioso (com base de pedra, estrutura de madeira e revestimento em barro na arquitrave e beirais) que em grande parte se assemelharia ao grego simples, mas sem a sua elegância: pelo lado sul e subindo os degraus do podium ganhava-se acesso a um pórtico com duas filas de quatro colunas cada e consequentemente à cella no seu interior.</p>
<p>Construiram também palácios, edifícios públicos, aquedutos, pontes, esgotos, muralhas defensivas e desenvolveram projectos de urbanismo onde a cidade se articulava a partir de um centro resultado da intersecção das duas vias principais (cardo, sentido norte-sul e decumanos, sentido este-oeste).</p>
<p>Também importante de referir é a utilização do aco de volta-perfeita (semi-círculo) a novas tipologias que não sejam as de carácter puramente utilitário, como já tinha acontecido anteriormente na Mesopotâmia, Egipto e naturalmente na Grécia, como em túmulos, outras estruturas subterrâneas ou portas de cidades. Agora, pela primeira vez, o arco surge inserido no vocabulário das ordens arquitectóicas gregas.</p>
<p>Linha temporal</p>
<p>* 800-650 a.C.: cunho oriental.<br />
* 650-500 a.C.: influência jónica e coríntia.<br />
* 500-300 a.C.: apogeu; demarcada influência grega.<br />
* 300-100 a.C.: fase tardia; absorção romana.</p>
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		<title>A arte da Babilônia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:09:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A arte da Babilônia]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte da Babilônia desenvolveu-se no reino antigo do Oriente Próximo; sua capital era Babilônia, cujas ruínas estão próximas da cidade de Al Hillah, no Iraque. Provavelmente, a cidade foi fundada no quarto milênio a.C., tornando-se o centro de um vasto império no século 18 a.C., sob o reinado de Hamurabi. O povo babilônio mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte da Babilônia desenvolveu-se no reino antigo do Oriente Próximo; sua capital era Babilônia, cujas ruínas estão próximas da cidade de Al Hillah, no Iraque. Provavelmente, a cidade foi fundada no quarto milênio a.C., tornando-se o centro de um vasto império no século 18 a.C., sob o reinado de Hamurabi. O povo babilônio mais antigo era herdeiro direto da civilização suméria, que inspirou a arte da sua primeira dinastia. A partir do século 17 a.C., a Babilônia foi dominada por outros povos e de 722 a 626 a.C. esteve sob o controle da Assíria. A Babilônia atingiu seu período de apogeu e prestígio depois de ter colaborado para a derrota dos assírios.</p>
<p>Nabucodonosor II, cujo reinado se estendeu de 605 a 562 a.C., reconstruiu a capital como uma das maiores cidades da Antiguidade e foi, provavelmente, o responsável pelos famosos jardins suspensos da Babilônia, dispostos de forma engenhosa em terraços elevados, irrigados por canais provenientes do rio Eufrates. A melhor visão do esplendor da arquitetura babilônica pode ser obtida através da Porta de Ishtar (575 a.C.) uma luxuosa estrutura de tijolos esmaltados reconstruída no Museu Staatliche, na antiga Berlim Oriental.</p>
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		<title>A arte barroca</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:09:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A arte barroca]]></category>

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		<description><![CDATA[O estilo barroco e a Contra-Reforma O termo barroco costuma designar o estilo artístico que floresceu na Europa entre o final do Século 16 e meados do Século 18. O aparecimento dos ideais barrocos parece intimamente ligado à Contra-Reforma Católica. Apesar de ter sido um estilo internacional, percebemos sua maior força entre países como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O estilo barroco e a Contra-Reforma</p>
<p>O termo barroco costuma designar o estilo artístico que floresceu na Europa entre o final do Século 16 e meados do Século 18.</p>
<p>O aparecimento dos ideais barrocos parece intimamente ligado à Contra-Reforma Católica.</p>
<p>Apesar de ter sido um estilo internacional, percebemos sua maior força entre países como a Itália, Espanha e Áustria, não tendo atingido muito os países protestantes como a Inglaterra.</p>
<p>Regional, individual<br />
e subjetivo</p>
<p>Além disso, o barroco apresenta características regionais nas diferentes localidades em que se desenvolveu.</p>
<p>A personalidade forte de alguns artistas do período também é um grande diferencial dentro desse estilo artístico que deixava campo aberto à subjetividade.</p>
<p>Suas principais características são a teatralidade das obras, o dinamismo, a urgência, o conflito e o forte apelo emocional.</p>
<p>Na busca da emoção, para provocar o observador, o artista abusa da verossimilhança das cenas retratadas, daí a importância também na observação da natureza.</p>
<p>O artista para atingir esses efeitos lança mão principalmente de cores, texturas, jogos de luz e sombra, diagonais e curvas, bem como o domínio do uso do espaço. Os temas místicos e os tirados da vida cotidiana são freqüentes no período.</p>
<p>Pintura, escultura e arquitetura<br />
entrelaçadas uma à outra</p>
<p>A questão da harmonia também é importante para o barroco. Entretanto, ela é vista numa obra de forma diferente do renascimento.</p>
<p>Para o renascentista, a harmonia do todo era garantida por cada detalhe da obra em perfeito equilíbrio, cada detalhe separadamente como um todo harmônico.</p>
<p>Já para o barroco, a harmonia do conjunto é mais importante, a fusão harmônica dos diferentes componentes de um trabalho. A harmonia individual pode ser sacrificada em nome da harmonia do todo.</p>
<p>Além disso, essa valorização da unidade geral, entrelaçou muito a arquitetura com a escultura e com a pintura. O ideal das construções passou a ser o do inter-relacionamento desses elementos, dialogando harmonicamente para o bem do conjunto.</p>
<p>No geral, o Barroco é um<br />
clássico rebelde</p>
<p>O Barroco surgiu na Itália, aproveitando-se de alguns elementos renascentistas e transformando-os.</p>
<p>O renascimento italiano influenciou sobremaneira a arte posterior. Costuma-se dizer que vivíamos o estilo renascentista de construção, por exemplo, quase até o Século 20, com a entrada em cena do modernismo.</p>
<p>O barroco também se inspira, em certo sentido, na arquitetura clássica. Mas recebe esse nome pelos críticos do período (com o significado de grotesco) exatamente por não respeitar as combinações e a utilização dos gregos e romanos.</p>
<p>Apesar de utilizar-se de formas naturalistas, não se pode dizer que seja uma mera continuação do renascimento.</p>
<p>O artista era religioso, mas<br />
independente da religião</p>
<p>A Espanha foi um dos países que mais desenvolveu esse estilo que se espalhou pela Europa.</p>
<p>Além disso, importante no período é o fato do mecenato sair das mãos da Igreja para concentrar-se na aristocracia.</p>
<p>O homem barroco é um ser dividido, em conflito, repleto de energia e extremamente místico. Os artistas da época expressavam essa energia e suas convicções espirituais em suas obras.</p>
<p>Um bom exemplo disso é a figura de Bernini. Entretanto, Rubens é considerado um dos maiores expoentes do movimento. O italiano Caravaggio também é extremamente importante, com influência por várias partes da Europa.</p>
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