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	<title>Vim Saber &#187; Bancos</title>
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		<title>História da Poupança</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:42:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História da Poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[A CAIXA é uma das instituições mais tradicionais do país quando se pensa em Poupança. Ela ocupa a posição de instituição líder nesse segmento, com 23 milhões de contas de Poupança, o que corresponde a mais de 30% de todo o mercado nacional. Para conquistar a confiança de todo o Brasil, foram necessários 145 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CAIXA é uma das instituições mais tradicionais do país quando se pensa em Poupança. Ela ocupa a posição de instituição líder nesse segmento, com 23 milhões de contas de Poupança, o que corresponde a mais de 30% de todo o mercado nacional.</p>
<p>Para conquistar a confiança de todo o Brasil, foram necessários 145 anos de muito trabalho. Conheça a seguir um pouco desta história.<br />
Origem</p>
<p>A origem da Poupança remonta ao início da atividade da CAIXA como instituição financeira ainda no século XIX. Aliás, os surgimentos da CAIXA e da Poupança estão entrelaçados, uma vez que o banco foi criado para, principalmente, recolher os depósitos dos brasileiros, especialmente aqueles de classes sociais menos favorecidas.</p>
<p>Essa associação pode ser percebida em trechos do Decreto nº 2.723, de 12 de janeiro de 1861, que criou a Caixa Econômica da Corte. No Artigo 1º, o então Imperador Dom Pedro II afirmava: &#8220;A Caixa Econômica estabelecida na cidade do Rio de Janeiro (&#8230;) tem por fim receber, a juro de 6%, as pequenas economias das classes menos abastadas e de assegurar, sob garantia do Governo Imperial, a fiel restituição do que pertencer a cada contribuinte, quando este o reclamar (&#8230;)&#8221;.</p>
<p>Ou seja, a Poupança foi inicialmente concebida como uma reserva monetária para as camadas mais pobres da população, ou, na linguagem popular, como o &#8220;pé-de-meia&#8221; que serviria de &#8220;socorro&#8221; nos momentos mais difíceis, inclusive como uma garantia para a velhice. Sob a égide do poder público, a Poupança foi considerada um investimento seguro, garantido.<br />
A Poupança dos escravos</p>
<p>Um capítulo importante da história da Poupança na CAIXA diz respeito à aceitação de depósitos de escravos, resultado das transformações sociais e políticas por que passava o país na segunda metade do século XIX.</p>
<p>Essa possibilidade foi aberta pela Lei nº 2.040, de 1871, que permitia ao escravo formar um pecúlio, por meio de doações, legados e heranças, ou renda proveniente de algum tipo de trabalho.</p>
<p>De acordo com o Decreto nº 5.153, de 13 de novembro de 1872, que regulamentou a Lei nº 2.040 do ano anterior, as Caixas Econômicas poderiam recolher os depósitos feitos pelos &#8220;escravos de ganho&#8221;, isto é, aqueles que trabalhavam em atividades que auferissem renda tanto para seus senhores como para si mesmos.</p>
<p>Foi dessa forma que as Caixas Econômicas passaram a receber depósitos de escravos nas diversas províncias brasileiras. Como todos os depositantes, os escravos recebiam da CAIXA uma caderneta de controle de depósitos e retiradas. A única diferença é que na caderneta deles constava o nome do seu senhor, uma vez que era necessária a autorização deste para que a conta do escravo fosse aberta.<br />
A evolução da Poupança</p>
<p>Desde a criação da CAIXA até o advento da República, várias foram as modificações introduzidas no regime de funcionamento da Poupança, especialmente no que diz respeito ao percentual de remuneração dos depósitos. É o que ocorreu, por exemplo, com o Decreto nº 5.594, de 18 de abril de 1874. Nesse decreto, determinava-se que as taxas de juros não seriam superiores a 6% anuais e que a taxa seria fixada anualmente.</p>
<p>Com o início do regime republicano, não ocorreram mudanças substanciais na estrutura de funcionamento das Caixas, pelo menos até o ano de 1915, quando entrou em vigor um novo regulamento, por meio do Decreto nº 11.820, de 15 de dezembro.</p>
<p>De acordo com esse regulamento, os juros passariam a ser estipulados pelo governo, anualmente, conforme as circunstâncias locais. Percebe-se que o governo da época preocupou-se em não definir um patamar unificado para todo o país e, ao que tudo indica, retirou do Conselho Fiscal de cada Caixa o poder de estabelecer as remunerações, centralizando tal decisão. Além disso, por esse novo regulamento, foi aberta a possibilidade de a mulher casada instituir sua própria caderneta, salvo expressa oposição do marido.</p>
<p>Contudo, no governo republicano, a mais importante modificação introduzida no regulamento da Caixa Econômica deu-se com o Decreto nº 24.427, de 14 de junho de 1934. Além de introduzir novos parâmetros para o funcionamento dos depósitos, foi instituído o Conselho Superior, um órgão de fiscalização e controle das diversas Caixas Econômicas então existentes.</p>
<p>O regulamento de 1934 propiciou uma ampliação das funções das Caixas Econômicas Federais, com amplos reflexos no montante de depósitos que elas passaram a recolher em comparação com o regime anterior de funcionamento. Em cinco anos, o montante de depósitos passou de Cr$ 909.980.000,00 para Cr$ 2.078.243.000,00 – uma evolução de mais de 200%. E, ao longo dos anos, esse crescimento continuou a acontecer de forma surpreendente.</p>
<p>Em 1964 houve mais uma importante modificação nas cadernetas de Poupança. Por meio da Lei nº 4.380, de 21 de agosto de 1964, foi instituída a correção monetária para os depósitos de Poupança. Ou seja, além da remuneração anual de 6% (0,5% ao mês), os valores depositados em cadernetas passaram a ser atualizados mensalmente pela correção monetária, conforme percentual definido pelo Banco Central do Brasil. Esse sistema de correção vigorou até 1994, ano em que foi instituído o Plano Real.</p>
<p>Atualmente, os valores depositados na Poupança da CAIXA são remunerados mensalmente a uma taxa de juros de 0,5%, aplicada sobre os valores atualizados pela Taxa Referencial (TR).</p>
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		<title>Entenda o famoso Hedge</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:41:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Entenda o famoso Hedge]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia a série completa do &#8220;Entenda o Famoso&#8221; Todo investidor que se preze tem medo do risco que uma operação possa trazer. Não importa o tipo ou o volume. O fato é que, mesmo sendo mínimo, há sempre um risco para quem investe. Por isso, é importante que o investidor saiba que há formas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia a série completa do &#8220;Entenda o Famoso&#8221;</p>
<p>Todo investidor que se preze tem medo do risco que uma operação possa trazer. Não importa o tipo ou o volume. O fato é que, mesmo sendo mínimo, há sempre um risco para quem investe. Por isso, é importante que o investidor saiba que há formas de se proteger e diminuir a possibilidade de ser pego de surpresa por algum revés da economia. Uma das operações mais usadas e mais eficientes para proteção de investimento é o hedge.</p>
<p>Numa tradução literal do inglês, “hedge” quer dizer “cerca”. Na prática, é uma forma de proteger uma aplicação contra as oscilações do mercado. “O hedge significa menos risco para a posição do investidor, seja ela qual for”, explica Antônio Gonçalves, economista e professor do Instituto Bennet, do Rio de Janeiro. Antônio ressalta que, apesar de ser muito usado em operações cambiais, o hedge é também muito comum na proteção de preço de commodities. “Principalmente as agrícolas, que têm fortes oscilações de preços”, diz.</p>
<p>Antônio afirma que o investidor que faz um hedge admite que está assumindo uma posição de risco e que pode não ganhar tudo aquilo que espera. “Mas, pelo menos, ele se protege e não perde tudo. Há operações tão arriscadas que o investidor pode até ser obrigado a colocar mais do que investiu”, alerta.</p>
<p>Os operadores e analistas do mercado, em geral as pessoas mais acostumadas com esse tipo de operação, costumam usar a expressão “hedgiar” ou “fazer um hedge”. Isso significa que estão montando estratégias de proteção para diminuir o risco. As operações de hedge devem constar no regulamento dos fundos de investimentos. Portanto, se o investidor observar qualquer menção a esse tipo de operação, deve saber que o gestor do fundo está fazendo operações muito arriscadas e que está tomando providências para reduzir os riscos dessas operações.</p>
<p>Em geral, as operações de hedge são realizadas na BM&amp;F (Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros). Digamos que uma empresa tenha dívidas em dólar, e queira se prevenir de eventual alta da moeda norte-americana. Ela vai a BM&amp;F e compra um contrato de dólar futuro, garantindo que, em determinada data, poderá comprar determinada quantia de dólares a determinada cotação. Se o dólar ultrapassar a cotação fixada, a empresa estará protegida, pois terá direito a comprar a moeda a um preço mais baixo. Operações como essa na BM&amp;F, no entanto, têm um custo. Por isso, só são feitas por empresas ou bancos.</p>
<p>Veja o exemplo de como fazer uma simples operação de hedge:</p>
<p>Mas há alguns tipos de hedge que o pequeno investidor pode fazer, sem precisar recorrer a BM&amp;F. Suponhamos que uma família vá fazer uma viagem ao exterior e debite a maioria de suas despesas em cartão de crédito. Como qualquer gasto no exterior é calculado em dólar pela administradora, o valor das contas virão indexadas à variação da cotação dessa moeda. Para se proteger de qualquer crise cambial, o investidor calcula em média quanto gastará em sua viagem e compra o mesmo valor em dólar ou simplesmente aplica o dinheiro num fundo cambial (atrelado ao dólar). Ao retornar da viagem, pode vender os dólares comprados e, com o equivalente em reais, pagar sua fatura. Assim, ele livra-se do risco de uma crise cambial, com desvalorização da moeda nacional, no nosso caso o Real.</p>
<p>Veja agora como o produtor agrícola faz para “hedgiar” sua safra:</p>
<p>Vamos dizer que um produtor de milho esteja planejando sua colheita para daqui a quatro meses. No entanto, ele não sabe a que preço vai estar o produto naquela época. Para evitar que perca muito, caso haja uma queda brusca de preço, ele compra uma opção de venda. Com isso, garante que vai vender o produto a determinado preço, em determinada data. Essa opção de venda protege o produtor contra as fortes oscilação do preço do produto no mercado. Mas, caso o preço do milho ultrapasse o preço fixado na opção de venda, o produtor não é obrigado a exercer a operação. Isso é uma forma de hedge.</p>
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		<title>Economia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Glossário Ações &#8211; Títulos que indicam a participação do possuidor na propriedade de uma determinada companhia e lhe dão direito a parte dos lucros. O tipo e o número de ações adquiridas definem a extensão da participação na propriedade.Quando uma empresa precisa de recursos, procura uma corretora de valores credenciada na bolsa, que divide o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Glossário</p>
<p>Ações &#8211; Títulos que indicam a participação do possuidor na propriedade de uma determinada companhia e lhe dão direito a parte dos lucros. O tipo e o número de ações adquiridas definem a extensão da participação na propriedade.Quando uma empresa precisa de recursos, procura uma corretora de valores credenciada na bolsa, que divide o capital da empresa em frações. Quando uma empresa passa por esse processo, está abrindo seu capital e ganha a denominação legal de sociedade anônima. Em relação aos direitos que conferem, as ações se dividem em dois tipos: ordinárias e preferenciais. As ordinárias dão direito a voto nas decisões administrativas importantes, como eleição de diretoria. Mas representam risco maior. De fato, esses acionistas só recebem os dividendos depois dos portadores de ações preferenciais. Estes têm prioridade na distribuição de lucros. Em compensação, não têm direito a voto nas assembléias de acionistas. O poder de um acionista de influir na administração ou de receber dividendos, ou as duas coisas, está relacionado à soma de dinheiro investida na empresa e, portanto, ao número e tipo de ações que possui.</p>
<p>Acionista &#8211; É o proprietário de ações de uma empresa. Há dois tipos de acionistas: o majoritário e o minoritário. O majoritário é aquele que possui pelo menos metade das ações de uma companhia e mais uma ação. É quem detém o controle da companhia. O minoritário possui cotas pequenas de ações sem direito a voto.</p>
<p>Ações de segunda linha &#8211; Papéis que não despertam muito interesse nos investidores, porque são considerados investimentos mais arriscados. Em geral, são ações baratas e o retorno pode ser um lucro vantajoso ou um prejuízo monumental.</p>
<p>Ágio &#8211; Diferença entre o que vale e o que se paga por determinado bem ou produto. Se essa diferença for positiva existe ágio, se for negativa, deságio.</p>
<p>Alavancagem &#8211; Relação entre o capital de uma empresa e a quantia que ela toma emprestado no mercado. Quanto mais alavancada, mais endividada está a empresa e, portanto, há mais risco de ter problemas financeiros.</p>
<p>American Depositary Receipts (ADR) &#8211; Certificados que representam ações de companhias sediadas fora dos Estados Unidos. São emitidos por bancos norte-americanos. Várias empresas brasileiras usam as ADRs como mecanismo para captar recursos no exterior fugindo das altas taxas de juros dos empréstimos em seu próprio país.</p>
<p>Amortização &#8211; Redução gradual de uma dívida por meio de pagamentos periódicos combinados entre o credor e o devedor. Empréstimos bancários e hipotecas são, em geral, pagos dessa forma.</p>
<p>Âncora Cambial &#8211; Recurso utilizado pelo governo para brecar a cotação de uma moeda em relação ao dólar, por exemplo. Isso acontece ao se fixar o valor da moeda na taxa cambial. Este foi o instrumento utilizado pela equipe econômica brasileira até 1999, quando US$ 1 passou a valer R$ 1,21, taxa definida para a conversão. O objetivo era segurar a inflação.</p>
<p>Arbitragem &#8211; Operação em que se compram mercadorias numa praça (especialmente commodities e moedas estrangeiras) para vender em outra por um preço mais alto. Onde há aumento de demanda por mercadorias ou moedas o preço tende a subir, ocorrendo o inverso nos locais onde o preço é mais elevado. Há, então, um equilíbrio forçado no mercado.</p>
<p>Ataque Especulativo &#8211; Venda ostensiva de moedas feita por investidores que pretendem forçar o governo a promover uma desvalorização. Foi o que aconteceu no Brasil no início de 1999, quando o governo adotou o câmbio livre.</p>
<p>Ativos &#8211; Bens, créditos ou valores que formam o patrimônio de uma empresa. Os três principais tipos de ativos são: o circulante, o fixo e o financeiro. O ativo circulante é o dinheiro que a companhia tem em caixa, ou qualquer outra coisa que possa ser transformada em dinheiro vivo imediatamente. O ativo fixo é tudo o que a empresa não tem intenção de vender no curto prazo, como prédios, móveis, máquinas e equipamentos. Ativo financeiro são as aplicações feitas no mercado financeiro. Aí entram títulos de renda fixa públicos e privados, caderneta de poupança, ações, ouro, moedas estrangeiras, entre outros.</p>
<p>B2B &#8211; &#8220;Business to Business&#8221;. O comércio de B2B é o comércio eletrônico feito diretamente entre empresas, via Internet, com redução de custos e conseqüente maior margem nas vendas e menor custo nas compras.</p>
<p>B2C &#8211; &#8220;Business to Consumers&#8221;. O chamado B2C é o comércio eletrônico efetuado diretamente entre a empresa produtora e o consumidor final. Em geral o consumidor adquire os produtos a preço mais competitivo pois evita o &#8220;atravessador&#8221;.</p>
<p>Balança Comercial &#8211; Resultado das exportações e importações realizadas por um País. Quando as exportações são maiores que as importações registra-se um superávit na balança. O contrário significa déficit.</p>
<p>Balanço &#8211; Informações econômico-financeiras que uma empresa apresenta ao mercado com determinada periodicidade. Entram nesta lista bens, créditos, dívidas e compromissos da companhia. Quem negocia ações na Bolsa de Valores é obrigado a publicar o balanço para que sirva de referência a investidores na hora de decidir comprar papéis daquela empresa.</p>
<p>Balanço de pagamentos &#8211; Consiste no registro de todas as transações realizadas entre os residentes de um país e os residentes de outros países durante determinado período de tempo (usualmente, um ano). O Balanço de pagamentos pode ser preliminarmente dividido em duas grandes contas: Transações Correntes (que inclui a Balança Comercial e o Balanço de Serviços) e a conta de Capital.</p>
<p>Banco Central (BC ou Bacen) &#8211; Autoridade monetária do País responsável pela execução da política financeira do governo. Cuida ainda da emissão de moedas, fiscaliza e controla a atividade de todos os bancos no País.</p>
<p>Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) &#8211; Órgão internacional que visa ajudar países subdesenvolvidos e em desenvolvimento na América Latina. A organização foi criada em 1959 e está sediada em Washington, nos Estados Unidos.</p>
<p>Banco Mundial &#8211; Nome pelo qual o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) é conhecido. Órgão internacional ligado a ONU, a instituição foi criada para ajudar países subdesenvolvidos e em desenvolvimento.</p>
<p>Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) &#8211; Empresa pública federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior que tem como objetivo financiar empreendimentos para o desenvolvimento do Brasil.</p>
<p>Base Monetária &#8211; É o total de moeda do País. Inclui, além das cédulas e moedas em circulação, os depósitos a vista e a prazo, títulos, poupança, entre outros.</p>
<p>Benchmark &#8211; Do inglês, ponto de referência ou termo de comparação. É o indicador usado para comparar a rentabilidade entre investimentos, produtos, serviços e taxas. Um exemplo: as taxas de juro dos títulos de 90 dias do Tesouro americano servem como benchmark para todas as taxas de juro dos EUA.</p>
<p>Bens &#8211; Tudo aquilo que tem utilidade, com ou sem valor econômico. O ar, por exemplo, é um bem livre, mas o minério de ferro é um bem econômico, porque é escasso e depende do trabalho humano para ser obtido. Os bens econômicos se dividem em cinco grupos principais. São eles: bens de capital ou de produção (máquinas e equipamentos); bens de consumo (brinquedos, um par de sapatos – aqueles que podem ser comprados pelas pessoas depois de um processo de produção ou industrialização); bens de consumo durável (máquina de lavar roupa, imóvel – que só são trocados após períodos longos de uso); bens de consumo semi-durável (carro, roupa – os que precisam ser trocados periodicamente); bens de consumo não-durável (alimentos).</p>
<p>Blue-chips &#8211; São as ações de primeira linha, papéis de empresas que têm facilidade de negociá-los e que, por isso, são consideradas as mais seguras do mercado.</p>
<p>Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&amp;F) &#8211; Sediada em São Paulo, ela realiza dois tipos de negócios: a vista ou futuro. Quem paga a vista movimenta um mercado em que são fechados contratos de compra e venda de commodities, principalmente mercadorias agropecuárias (gado, café, açúcar, feijão e soja) e o ouro. Nas negociações futuras entram os contratos de dólar, boi gordo, o índice Bovespa, juros, e a maioria das commodities. Quem recorre a esses mercados geralmente tem um objetivo: proteger-se de flutuações nos preços dos produtos ou mercadorias.</p>
<p>Bolsa de Valores &#8211; Local onde se negociam títulos emitidos por empresas privadas ou estatais. O título dá ao portador o direito de propriedade sobre uma quantia em dinheiro, pela qual responde o emissor do documento. Tais operações servem para as empresas captarem recursos dos quais não dispõem.</p>
<p>As bolsas de valores têm origem nas feiras de mercadorias da Antiguidade. Na forma atual surgem em 1487, quando é criada em Bruges, na Bélgica, a primeira bolsa. Elas facilitam o desenvolvimento econômico da época, sobretudo por permitir a mobilização de grandes somas de capitais, essenciais para o financiamento das expedições colonizadoras.</p>
<p>As bolsas de valores funcionam como uma associação, um clube, cujos sócios são as corretoras de valores. Elas representam os interesses das empresas e negociam em nome delas. As bolsas negociam ações e debêntures.</p>
<p>É onde as transações acontecem. Só participam dele operadores de corretoras credenciadas que negociam verbalmente os contratos. A oferta e a procura determinam o preço pelo qual um título é negociado. Assim que se fecha um contrato, os operadores registram a transação em terminais. A informação vai para um telão que indica a posição dos títulos. Existem dois tipos de contrato: à vista e a termo. No primeiro caso, o comprador tem de pagar em três dias. No contrato a termo, paga em parcelas mensais em até 180 dias.</p>
<p>Dentro do pregão, as ações são classificadas da seguinte maneira: as ações mais negociadas e com maior valor são chamadas de bluechips ou de primeira linha. As ações de grandes empresas ou instituições financeiras são as de segunda linha nobre. As de segunda linha dizem respeito às empresas de médio e grande porte. E as de terceira linha correspondem a ações de empresas de pequeno porte. São negociadas somente a longo prazo, o que lhes confere pouca liquidez.</p>
<p>No final do pregão apura-se um índice que representa o volume de negócios e a tendência geral do mercado &#8211; de queda ou valorização. Esse índice é calculado com base no comportamento das principais ações negociadas na bolsa, geralmente bluechips. Para cada ação é conferido um peso, determinado pelo volume de negócios daquele título. A comparação das transações naquele dia com o peso (revisto em períodos regulares) dá um determinado número de pontos. Comparados aos do dia anterior, resultam numa variação porcentual que traduz o comportamento da bolsa. No Brasil há duas bolsas de valores importantes: em São Paulo (BOVESPA) e no Rio de Janeiro. Nelas, a maior parte dos negócios se concentra em poucas ações, aspecto típico de mercados emergentes.</p>
<p>Bônus &#8211; Gratificação dada aos funcionários de uma empresa após um determinado período (normalmente um ano) que costuma ser proporcional aos resultados obtidos pela empresa naquele período. O termo vale ainda para ações distribuídas gratuitamente aos sócios quando a empresa aumenta seu capital. Também se refere aos títulos da dívida pública emitidos em série ao portador e com vencimento em data predeterminada, usados pelo governo adiantar receitas e pagar débitos fiscais.</p>
<p>Brazilian Depositary Recepts (BDR) &#8211; Títulos emitidos por bancos nacionais de empresas estrangeiras interessadas em fazer negócios ou captar investimentos no País.</p>
<p>Break Even Point &#8211; Ponto de equilíbrio, em português. É o empate entre despesas e receitas de uma empresa. Receita maior que a despesa significa que a companhia tem lucro. Abaixo, é prejuízo. O termo também se aplica a cotações de ações e outros ativos. Com cotações superiores ao break even point o investidor ganha; com valores inferiores, perde.</p>
<p>Cade &#8211; Órgão do governo criado em 1965 com a finalidade de defender a livre concorrência, encarregando-se de prevenir e repreender abusos de poder econômico como, por exemplo, a formação de cartéis.</p>
<p>Caderneta de poupança &#8211; Contas bancárias especiais, criadas a partir de 1966, cujos depósitos recebem correção monetária e juros definidos em 6% ao ano.</p>
<p>Caixa 2 &#8211; Expressão que define o dinheiro não registrado que entra em uma empresa e que, por isso, pode ser utilizado sem que sobre ele incidam impostos. Esta prática é enquadrada judicialmente como crime por sonegação de impostos.</p>
<p>Câmbio &#8211; Operação financeira de venda, troca ou compra de valores em moedas de outros países. É um elemento do sistema monetário internacional, regulamentado durante a Conferência de Bretton Woods (New Hampshire, EUA, 1944), com o objetivo de facilitar as transações entre países. A partir desta Conferência, todas as moedas passam a ter o dólar americano como padrão em substituição ao ouro. Até 1976, o valor das moedas, baseado nas reservas de dólar, varia no máximo 2,25%. Com os Acordos da Jamaica (1976), a comunidade internacional abandona este sistema e legaliza as taxas de câmbio (preço de uma moeda em relação a outra) flutuantes.Taxa de câmbio é a medida pela qual a moeda de um país pode ser convertida em moeda de outro país de modo a viabilizar transações comerciais ou financeiras. Em geral, usa-se como referência cotar uma moeda em relação ao dólar norte-americano, porém também são utilizados o marco alemão (especialmente na Europa) e o iene &#8211; japonês (na Ásia). Variações na taxa de câmbio &#8211; A taxa de câmbio de um país, como qualquer preço da economia, varia em função da oferta e da procura.</p>
<p>Câmbio flutuante &#8211; É o sistema em que as operações de compra e venda de moedas funcionam sem controle sistemático do governo. Neste caso, o valor das moedas estrangeiras flutua de acordo com o interesse e com a oferta e a procura no mercado.</p>
<p>Capital &#8211; É o dinheiro investido em atividades em que existe possibilidade de perdas. Normalmente estes investimentos são feitos por empresas ou instituições privadas. As empresas de capital aberto são aquelas sociedades anônimas autorizadas a vender ações nas bolsas de valores.</p>
<p>Capitalização &#8211; Aumento do patrimônio de uma empresa com a injeção de dinheiro novo. Há basicamente duas formas disso acontecer: pela emissão de ações ou títulos (que são vendidos, e o dinheiro resultante é incorporado ao capital da empresa) ou pela venda de parte da companhia a um novo sócio.</p>
<p>Carteira &#8211; Valor que uma pessoa física ou jurídica possui em um tipo de investimento. Quem aplica em Bolsa, por exemplo, tem uma carteira de ações.</p>
<p>Cartel &#8211; O termo é usado normalmente para definir grupos empresariais que se unem para controlar a oferta de determinado produto e obter preços mais altos. Para fazer isso, esses grupos impedem que novas empresas atuem no setor. Quando isso acontece, eles passam a praticar preços artificialmente baixos, até que o novo concorrente não consiga mais vender seus produtos e acabe quebrando.</p>
<p>Casa da Moeda &#8211; Instituição que fabrica moedas e imprime cédulas no Brasil sob determinação do Banco Central. Ela detém ainda o monopólio sobre a impressão de passaportes e selos postais.</p>
<p>CDB (Certificado de Depósito Bancário) &#8211; Documento que comprova que seu proprietário tem um depósito bancário na instituição financeira emissora. Pode ser comprado e vendido e rende juros.</p>
<p>CDI &#8211; Taxa média dos empréstimos feitos entre os bancos. Esses empréstimos são registrados por uma instituição chamada Cetip (Central de Custódia e Liquidação de Títulos Privados).</p>
<p>CEO &#8211; Iniciais da expressão em inglês chief executive officer, que significa o diretor-presidente de uma companhia ou seu diretor-executivo mais importante e com maiores poderes.</p>
<p>Cesta de moedas &#8211; Recurso usado como índice de variação de ativos financeiros para evitar variações bruscas de uma única moeda. Na prática, estabelece-se um conjunto de moedas de diferentes países (geralmente desenvolvidos) que entram na cesta. Determina-se então uma média ponderada para cada uma delas e o resultado é uma espécie de moeda internacional que corresponde aos direitos de saque no FMI. A medida foi adotada pela primeira vez em 1971, com a desvalorização do dólar americano e está sendo implantada pela Argentina.</p>
<p>Circuit-Break &#8211; Artifício de segurança acionado nas bolsas de valores para interromper o pregão. Na Bovespa isso acontece quando o índice Bovespa (ibovespa) cai em 10%. Soa-se então uma sirene que pára as negociações durante meia hora. O sistema volta a funcionar se a queda persistir e chegar a 15%.</p>
<p>City &#8211; A City é uma região, no centro de Londres, que concentra as principais instituições financeiras do país e onde se situa também o banco central inglês (o Bank of England).</p>
<p>CMN (Conselho Monetário Nacional) &#8211; Formado por órgãos públicos e entidades privadas, ele atua como uma espécie de fiscal da política econômica. Faz parte de suas atribuições corrigir surtos de inflação ou deflação, fixar normas para a política cambial, coordenar as políticas de crédito, monetária, fiscal, orçamentária e a dívida pública (interna e externa). Também fixa normas da política cambial, aprova orçamentos monetários, limita as taxas de juros e disciplina o crédito.</p>
<p>Cofins &#8211; Taxa cobrada pelo governo federal equivalente a 3% da receita bruta mensal das empresas. Os recursos são destinados à Previdência Social.</p>
<p>Comissão Nacional de Bolsas de Valores (CNBV) &#8211; Entidade civil brasileira que reúne todas as Bolsas de Valores do País.</p>
<p>Commodity &#8211; Termo usado em transações comerciais internacionais para designar um tipo de mercadoria em estado bruto ou com um grau muito pequeno de industrialização. As principais commodities são produtos agrícolas (como café, soja e açúcar) ou minérios (cobre, aço e ouro, entre outros).</p>
<p>Concordata &#8211; Recurso jurídico que permite a uma empresa incapaz de quitar seus débitos em prazos pré-determinados continuar em funcionamento.</p>
<p>Contas públicas &#8211; Total de receitas e gastos de todas as esferas do poder. Entram nesta conta o Produto Interno Bruto (PIB), a renda nacional, o consumo, os gastos do governo, os impostos recebidos pelo Tesouro, as transações com o exterior e o capital consolidado. Os valores são apresentados em termos correntes e também corrigidos pela inflação acumulada no período do cálculo.</p>
<p>Conversibilidade &#8211; É a possibilidade de converter a moeda de um país por outra, estrangeira. É o que acontece na Argentina, onde a conversibilidade é lei: qualquer pessoa pode trocar um peso, a moeda local, por um dólar. No Brasil isso não acontece.</p>
<p>Copom &#8211; Conselho ligado ao Banco Central que se reúne duas vezes por mês para definir a taxa de juros básica da economia — aquela que remunera os títulos do governo, e que serve de referência para os bancos fixarem as suas taxas de juros. Inspirado no modelo americano, o Copom foi criado em 1996, com o objetivo de proporcionar maior transparência ao processo decisório.</p>
<p>Core inflation &#8211; Em inglês significa núcleo da inflação. É um índice calculado pela Fundação Getúlio Vargas com base no IPC-DI, um dos índices que mostram a evolução dos preços ao consumidor. O “core inflation” é considerado um índice puro porque desconta dos preços de alguns produtos a sazonalidade. Alguns produtos, como alimentos e vestuário, sobem ou não dependendo da época do ano. Esta variação de preço não é considerada no core inflation. Neste índice só entram variações de preços determinadas pela lei de oferta e procura. Por isso o índice é considerado puro pelos economistas.</p>
<p>Correção monetária &#8211; É o reajuste periódico de certos preços na economia pelo valor da inflação passada, com o objetivo de compensar a perda do poder aquisitivo da moeda.</p>
<p>Corretagem &#8211; É o ato de intermediar uma transação entre comprador e vendedor de títulos, ações, imóveis e outras mercadorias</p>
<p>Cota &#8211; Fração com que cada sócio participa do capital de determinada empresa de responsabilidade limitada.</p>
<p>Cotação &#8211; Preço de cada um dos títulos, ações, moedas estrangeiras ou mercadorias negociadas na Bolsa da Valores ou na Bolsa de Mercados e Futuros.</p>
<p>CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) &#8211; Imposto cobrado pelo governo federal e que incide sobre movimentações financeiras de pessoas ou empresas. O percentual é de 0,38% sobre todos os saques feitos em conta corrente. É por isso que ele foi apelidado de imposto do cheque.</p>
<p>Crédito Internacional &#8211; Transações financeiras entre bancos, empresas e governos de países diferentes, pelas quais uma parte empresta dinheiro mediante compromisso de restituição. A origem dos recursos pode ser um governo, organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial, e bancos ou instituições privadas.</p>
<p>Currency Board &#8211; Método de administração monetária em que um país só pode emitir moeda quando possui reservas em igual valor de moeda estrangeira. É um sistema que parte da idéia da conversibilidade — ou seja, da possibilidade de trocar moeda nacional por dólar ou outra moeda forte.</p>
<p>Custo Brasil &#8211; Nome genérico dado à série de custos ou despesas que incidem sobre a produção, tornando difícil ou desvantajoso para o exportador colocar seus produtos no mercado internacional ou competir com importados no Brasil. Entram nesta lista custos que vão desde os encargos sociais e o excesso de impostos cobrados sobre os produtos até a falta de estradas para transportar as mercadorias, por exemplo.</p>
<p>CVM (Comissão de Valores Mobiliários) &#8211; Criada em 1976 para, juntamente com o Conselho Monetário Nacional, estabelecer as normas e diretrizes de funcionamento do mercado de valores, tem, sob sua jurisdição as Bolsas de Valores e sociedades corretoras, os bancos de investimento, as sociedades distribuidoras , as companhias abertas, agentes autônomos de investimento e as carteiras de depósito de valores mobiliários, fundos e sociedades de investimento, auditores independentes, consultores e analistas mobiliários.</p>
<p>Day-trade &#8211; Operação em que uma corretora compra e venda determinado ativo (ouro, por exemplo) em mesma quantidade e no mesmo dia. O objetivo é obter ganhos, já que não há alteração na posição de investimento da corretora.</p>
<p>Dealer &#8211; Instituições financeiras autorizadas pelo BC a participar de leilões informais de câmbio e títulos públicos. São escolhidos entre os bancos mais ativos no mercado e têm a responsabilidade de informar os demais bancos sobre o leilão, sob pena de descredenciamento.</p>
<p>Debêntures &#8211; A debênture é um título emitido para obtenção de empréstimos a longo prazo. Ao contrário das ações, representa uma dívida da empresa, garantida pela hipoteca de seu patrimônio. É utilizada por companhias que auferem lucros regularmente e possuem patrimônio sólido.</p>
<p>Default &#8211; Termo de origem francesa que significa calote de uma dívida.</p>
<p>Déficit &#8211; Resultado de uma conta em que as despesas são sempre maiores que as receitas. Ou seja, sai mais dinheiro que entra. Quando há esse desequilíbrio nas contas públicas, dizemos que há um déficit público. Esse, pode ser déficit (público) primário – que não inclui gastos com juros das dívidas interna e externa – ou nominal – que leva em conta as despesas com juros das duas dívidas.</p>
<p>Deflação &#8211; É o oposto de inflação, a queda no índice de preços. Mas nem sempre isso é bom. Com deflações sucessivas, um país mergulha em recessão porque há queda no consumo. As empresas, então, baixam seus preços para tentar reverter a situação. Se isso não ocorre, pode haver demissões e redução nos investimentos.</p>
<p>Demanda &#8211; Nome dado às necessidades ou desejo de consumo, individual ou coletivo, de bens e serviços. A relação entre oferta e demanda é um dos fatores determinantes de preços no mercado. Se a oferta for maior que a demanda, por exemplo, o preço tende a cair. Já, se a oferta não der conta da demanda, o preço tende a aumentar.</p>
<p>Derivativos &#8211; Operações feitas no mercado financeiro em que o valor das transações deriva do comportamento futuro de outros mercados, como o de ações ou de juros, por exemplo. Há portanto, um alto risco nessas aplicações, uma vez que o grau de incerteza que envolve essas previsões é sempre muito alto. Mas também os ganhos podem ser exorbitantes. Há três tipos de derivativos: futuros – que servem para proteger o investidor das flutuações nos preços normais – mercadorias negociadas pelo seu preço de entrega no futuro (dias, meses, anos). Opções – muito usada no mercado de commodities e mercado futuro de ações – contratos que reservam ao seu possuidor o direito de comprar ou vender mercadorias ou título em uma data futura e a um preço pré-determinado. Swaps – do inglês, troca, permuta – contrato que permite trocar em uma data futura pré-determinada, um investimento por outro. Dessa forma, é possível fazer um swap de ações por opções, por exemplo.</p>
<p>Desemprego &#8211; Situação em que pessoas pertencentes a população economicamente ativa e que se encontram sem emprego formal, com registro em carteira.</p>
<p>Dívida externa &#8211; Dívida externa é a somatória dos débitos de um país, resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos no exterior pelo próprio governo, por empresas estatais ou privadas. Esses recursos podem ser provenientes de governos, entidades financeiras internacionais (FMI, Banco Mundial, etc.), bancos ou empresas privadas.</p>
<p>Dívida interna &#8211; Total de débitos assumidos pelo governo junto às pessoas físicas e jurídicas residentes no país. Quando as despesas do governo superam a receita, há necessidade de dinheiro para cobrir o déficit. Para enfrentar essa situação, o governo tem três opções: emissão de papel-moeda, aumento da tributação e lançamento de títulos.</p>
<p>Dividendo &#8211; Valor pago, quase sempre em dinheiro, aos acionistas de uma empresa, quando reparte parte dos seus lucros. Isso acontece, em geral, uma vez por ano.</p>
<p>Dolarização &#8211; Substituição total das moedas de um país pelo dólar americano. Foi o que fez o Equador em fevereiro de 2000, e a Guatemala, no início de maio de 2001.</p>
<p>Dow Jones &#8211; Índice que mostra a variação das 30 ações mais negociadas na Bolsa de Nova York.</p>
<p>Dumping &#8211; Venda de produtos a preços inferiores ao valor gasto para produzi-los, com a finalidade de eliminar os concorrentes do mercado.</p>
<p>E-Card &#8211; Cartão virtual utilizado apenas para compras feitas pela Internet.</p>
<p>Economia clássica &#8211; A ciência econômica é consolidada com a escola clássica. O marco fundamental é a obra Uma Investigação sobre a Natureza e Causas da Riqueza das Nações (1776), do escocês Adam Smith (1723-1790). Após a morte de Smith, três nomes aperfeiçoam e ampliam suas idéias: o francês Jean-Baptiste Say (1767-1832) e os ingleses Thomas Malthus (1766-1834) e David Ricardo (1772-1823).</p>
<p>O pensamento clássico se desenvolve na segunda metade do século XVIII e no século XIX. Desse modo centra suas reflexões nas transformações do processo produtivo, trazidas pela Revolução Industrial. Adam Smith afirma que não é a prata ou o ouro que determina a prosperidade de uma nação, mas sim o trabalho humano. Em conseqüência, qualquer mudança que aprimore as forças produtivas enriquece uma nação. A principal delas &#8211; além da mecanização &#8211; é a divisão social do trabalho, amplamente estudada por ele. A escola também aborda as causas das crises econômicas, as implicações do crescimento populacional e a acumulação de capital.</p>
<p>Os clássicos defendem o liberalismo e elaboram o conceito de racionalidade econômica, no qual o indivíduo deve satisfazer suas necessidades sem se preocupar com o bem-estar coletivo. Essa busca egoísta e competitiva, no entanto, estaria na origem de todo o bem público porque qualquer intervenção nessas leis naturais do comportamento humano bloquearia o desenvolvimento das forças produtivas. Usando a metáfora econômica de Smith, os homens, conduzidos por uma &#8220;mão invisível&#8221;, acabam promovendo um fim que não era intencional.</p>
<p>Economia Neoclássica &#8211; A escola surge no fim do século XIX com o austríaco Carl Menger (1840-1921), o inglês William Stanley Jevons (1835-1882) e o francês Léon Walras (1834-1910). Posteriormente se destacam o inglês Alfred Marshall (1842-1924), o austríaco Knut Wicksell (1851-1926), o italiano Vilfredo Pareto (1848-1923) e o norte-americano Irving Fisher (1867-1947).</p>
<p>Os neoclássicos negam a teoria clássica do valor-trabalho. Amparados pelas idéias do filósofo inglês Jeremy Bentham (1748-1832), criador do utilitarismo, eles afirmam que o valor de um produto é uma grandeza subjetiva: relaciona-se com a utilidade que ele tem para cada um. Essa utilidade, por sua vez, depende da quantidade do bem de que o indivíduo dispõe. Nos desertos, por exemplo, a água é um produto valioso, ao passo que em regiões chuvosas o valor cai consideravelmente. Dessa maneira, o preço das mercadorias e dos serviços passa a ser definido pelo equilíbrio entre a oferta e a procura. Essa lei do mercado, para os neoclássicos, conduz à estabilidade econômica.</p>
<p>Equity &#8211; É o capital livre de uma empresa ou de uma pessoa, ou seja, seu patrimônio líquido.</p>
<p>Escola Keynesiana &#8211; Conjunto de teorias que derivam das idéias do inglês John Maynard Keynes (1883-1946). A obra Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda (1936) revoluciona o pensamento econômico da época, então dominado pelos neoclássicos. A enorme repercussão do seu trabalho também se deve ao momento histórico de seu lançamento: a grande depressão econômica dos anos 30.</p>
<p>Keynes contesta as hipóteses neoclássicas de que as forças do mercado conduzem ao equilíbrio econômico. Mostra que é possível, em uma economia de mercado, a permanência de longas crises, marcadas pela recessão e pelo desemprego. Segundo o autor, elas ocorrem quando o investimento na economia é relativamente reduzido, não sendo suficiente para garantir o pleno emprego da força de trabalho existente. Para superá-las, recomenda o aumento do gasto público, com o objetivo de suprir a deficiência de demanda do setor privado. As obras estatais, por exemplo, criam novos postos de trabalho, diminuindo o desemprego.</p>
<p>Especulação &#8211; Operação financeira feita no mercado com o objetivo de obter ganho rápido. Um especulador, em geral, compra títulos ou commodities que estão com o preço em baixa para vende-los em alta. Mas como é difícil prever o comportamento do mercado, pode-se ganhar fortunas ou registrar perdas estrondosas.</p>
<p>Exportação &#8211; Vendas de bens e serviços de um país em outro. É uma importante ferramenta de política econômica porque com as exportações superando as importações há saldo na balança comercial. Ou seja: dólares em caixa.</p>
<p>Factoring &#8211; Atividade em que empresas especializadas compram títulos (duplicatas, promissórias e até cheques pré-datados) com desconto. Pagam esses títulos a vista, o que gera, nas empresas que detinham esses documentos, dinheiro em caixa.</p>
<p>Falência &#8211; Sentença judicial decretada pela falta de pagamento aos credores. Pode ser voluntária ou involuntária, como resultado de ações dos credores da empresa.</p>
<p>Faturamento &#8211; Valor total recebido com a venda de produtos ou serviços de uma empresa. Entram ainda nesta conta os ganhos obtidos com aplicações financeiras ou venda de ativos. É diferente de receita</p>
<p>Federal Reserve Bank (Fed) &#8211; É o Banco Central americano.</p>
<p>Fisiocracia &#8211; No século XVIII, o francês François Quesnay (1694-1774) funda a escola fisiocrata, que contesta o pensamento mercantilista. Outro representante é o francês Anne Robert Jacques Turgot (1727-1781), autor de Reflexões sobre a Formação e a Distribuição da Riqueza (1766).</p>
<p>Os fisiocratas defendem as sociedades agrícolas porque, para eles, a terra é a única fonte de riqueza de uma nação. A indústria e o comércio são necessários, porém produtivos por se limitar a transformar uma coisa em outra ou a transferir de lugar mercadorias preexistentes. O estudo Quadro Econômico (1756), de Quesnay, é a primeira análise do equilíbrio global da economia. Nele, o autor demonstra como a renda gerada na agricultura é redistribuída na comunidade. Ao contrário dos mercantilistas, os fisiocratas rejeitam a interferência do governo nas atividades que seguem leis naturais da economia &#8211; oferta e procura. A expressão laissez-faire, laissez-passer (deixar fazer, deixar passar), que se converte na máxima do liberalismo, nasce com os fisiocratas.</p>
<p>Fluxo de Caixa &#8211; Movimentação do caixa de uma empresa resultante de pagamento ou recebimento de dinheiro.</p>
<p>Franchising &#8211; Método de comercialização em que se paga uma quantia em dinheiro durante determinado período pelo uso de uma marca, passando-se a operar de acordo com um padrão estabelecido de funcionamento. É o sistema de venda das lanchonetes McDonald´s, por exemplo. Cada uma das lojas é chamada de franquia.</p>
<p>Franquia &#8211; Livre entrada (ou saída) de mercadorias em um país, sem pagamento de impostos ou controle alfandegário.</p>
<p>Fundo de investimento &#8211; É uma espécie de condomínio de investidores que funciona da seguinte maneira: o dinheiro é entregue a um profissional que irá administrá-lo. Cabe a ele encontrar os investimentos disponíveis no mercado (ações, títulos, entre outros) que podem oferecer a melhor rentabilidade à bolada que irá aplicar.</p>
<p>Fundo Monetário Internacional (FMI) &#8211; Agência especializada das Organizações das Nações Unidas (ONU) criada em 1944 para promover a cooperação financeira entre os países-membros. Cada um deles tem direito à cota de saques durante o ano e existe ainda um esquema paralelo de ajuda a países em dificuldades financeiras.</p>
<p>Globalização &#8211; Processo de integração econômica mundial que acontece com a abertura do comércio internacional. Significa um avanço do capitalismo, um mecanismo que busca a redução de custos e o aumento da produtividade na fabricação de mercadorias. Há dois ingredientes fundamentais para a consolidação desse fenômeno: a queda de barreiras alfandegárias entre os países e a revolução tecnológica, em particular no campo da informação (computador, telefone, televisor e internet). A combinação desses fatores provoca drásticas mudanças no processo produtivo, liderado por empresas transnacionais, e na forma como são feitos os investimentos mundiais.</p>
<p>Hedge &#8211; Em inglês significa resguardar-se, safar-se. No mercado financeiro o termo define a operação de venda de contratos na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&amp;F) como soja, café, ouro, dólar e até juros. Como é difícil saber o comportamento do preço dos produtos agrícolas no futuro, por exemplo, os produtores costumam fechar contratos com preços pré-definidos. Assim, se lá na frente o preço da saca de café ou soja estiver abaixo daquele acertado na data do fechamento do contrato, garantem um lucro mínimo ao invés de registrarem perdas. Esta lógica é a mesma para negócios feitos com o dólar ou juros ou demais tipos de ativos negociados na BM&amp;F.</p>
<p>Hiperinflação &#8211; Diz-se hiperinflação quando os preços aumentam tanto e tão rápido que todos gastam o dinheiro assim que o recebem. Essa velocidade no consumo se dá devido ao temor de que o dinheiro perca seu valor. A partir daí, a confiança da população na estabilidade da moeda é destruída e busca-se investir em moedas estrangeiras, ouro, imóveis. Nos anos 20, a Alemanha chegou a registrar o caso mais famoso de hiperinflação do mundo: 1 trilhão por cento entre agosto de 1922 e novembro de 1923. No Brasil, a hiperinflação registrada foi mais amena, mesmo assim, chegou a bater os 80% em um único mês (março de 1990).</p>
<p>Holding &#8211; Empresa que possui a maioria das ações de outras empresas e que as controla por isso. As multinacionais são exemplo, porque costumam controlar suas subsidiárias espalhadas pelo mundo a partir de uma holding.</p>
<p>Home broker &#8211; Serviço eletrônico oferecido por algumas corretoras e que permite comprar e vender ações ou fazer outras aplicações pela Internet.</p>
<p>Ibovespa &#8211; Índice que mostra a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. É o mais usado porque reflete o resultado do pregão.</p>
<p>IBX &#8211; Índice que espelha o comportamento das 100 ações mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).</p>
<p>Imposto de Renda (IR) &#8211; Tributo cobrado sobre os rendimentos recebidos durante o período de um ano. Criado em 1922, é cobrado de pessoas físicas e jurídicas com taxas proporcionais ao patrimônio e rendimentos.</p>
<p>Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) &#8211; Imposto embutido nos preços de mercadorias e serviços. O percentual varia conforme o produto (ou serviço) e o Estado, que tem autonomia para defini-lo. Para alterá-lo a situação é diferente. É preciso ter a aprovação do Conselho de Política Fazendária (Confaz), um colegiado composto pelos secretários da Fazenda de todos os Estados.</p>
<p>Inadimplência &#8211; Situação em que uma pessoa ou empresa deixa de cumprir um contrato, particularmente no que se refere a prazos de pagamentos.</p>
<p>Indexação &#8211; Mecanismo de política econômica que atrela rendimentos monetários a índices fixados pelo governo. É uma forma de conter a desvalorização de salários, pensões e alugueis quando há inflação. Com a estabilização do Real, a indexação foi parcialmente eliminada no Brasil.</p>
<p>Índice de Sharpe &#8211; Índice que relaciona o risco oferecido por uma aplicação e o prêmio que ela paga ao investidor.</p>
<p>Índices Financeiros &#8211; Valores numéricos utilizados para o cálculo de um determinado produto, setor ou da inflação entre um mês e outro e calculados por institutos de pesquisas, fundações especializadas, departamentos sindicais e órgãos governamentais, tomando-se por base determinados produtos ou serviços. Para saber tudo sobre cada índice financeiro brasileiro atualizado, seu histórico e ainda a composição de cada um deles, clique aqui e visite cada seção específica.</p>
<p>Índice Geral de Preços (IGP) &#8211; Índice de inflação calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) que leva em conta três outros índices: Índice de Preços por Atacado (IPA), Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e pelo Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC).</p>
<p>Inflação &#8211; A inflação é usualmente conceituada como um aumento contínuo e generalizado no nível geral de preços, que resulta em perda ininterrupta do poder aquisitivo da moeda. Altas esporádicas e localizadas em alguns preços, portanto, não podem ser qualificadas como um processo inflacionário. A inflação é medida por meio de índices calculados por entidades governamentais ou privadas. (Clique aqui para ler sobre os índices financeiros brasileiros e suas respectivas cotações).</p>
<p>Inflation targeting &#8211; É um sistema de administração monetária em que o governo define uma meta para o índice de inflação em um determinado período. No Brasil este modelo vigora desde 1999 e definiu a meta de inflação em 6% ao ano, com uma tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. Ou seja: ela deve ficar entre 4% e 8% ao ano.</p>
<p>INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) &#8211; Índice de inflação apurado pelo IBGE em dez regiões metropolitanas do País.</p>
<p>Inside information &#8211; Termo em inglês usado no mercado financeiro para definir informações sigilosas sobre empresas e instituições com ações negociadas nas Bolsas de Valores. Quem obtém essas informações privilegiadas pode obter lucros ao manipulá-las. A prática é criminosa e há penas severas previstas em lei.</p>
<p>Investimento estrangeiro &#8211; O investimento estrangeiro consiste na aquisição de empresas, equipamentos, instalações, estoques ou interesses financeiros de um país por empresas, governos ou indivíduos de outros países. O investimento de capital estrangeiro pode ser direto ou indireto.O investimento estrangeiro direto é aquele aplicado na participação acionária de empresas já existentes ou na criação de novas empresas.O investimento estrangeiro indireto assume a forma de empréstimos e financiamentos a longo prazo.Os investimentos privados no exterior visam, principalmente, a obtenção de lucro maior ou com facilidades fiscais, a busca de variações de câmbio favoráveis ou por temor de mudanças políticas ou fiscais no país de origem.O investimento governamental é realizado por razões políticas, diplomáticas ou militares, independente de possíveis rendimentos econômicos, mas pode ter a função de equilibrar, a longo prazo, o balanço de pagamentos do país de origem.</p>
<p>IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) &#8211; Imposto pago por pessoas físicas e jurídicas quando fazem empréstimos, recebem valores de um seguro e compram ou vendem moeda estrangeira, títulos ou ouro.</p>
<p>IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) &#8211; Criado em 1966, incide na produção de mercadorias no País. Este imposto é então embutido no preço do produto e pago pelo consumidor na hora da compra. A alíquota é variável. Artigos considerados supérfluos (como cigarros e bebidas) têm imposto mais alto. Para gêneros de primeira necessidade, o IPI é menor. Produtos de exportação estão isentos.</p>
<p>IPO (Inicial Public Offering) &#8211; Em português, Oferta Pública Inicial. É a etapa inicial antes de uma empresa vender ações nos Estados Unidos.</p>
<p>Joint Venture &#8211; Em inglês esta expressão significa &#8221; união de risco&#8221;. Ela é usada para definir uma associação, ou fusão, de empresas que pretendem ampliar mais sua participação no mercado. Nos últimos anos esta foi a maneira encontrada por companhias estrangeiras que se uniam às nacionais para entrar no mercado brasileiro.</p>
<p>Juros &#8211; Juro é a remuneração que o tomador de um empréstimo tem que pagar ao proprietário do capital emprestado. O juro pode ser simples ou composto. O juro é simples quando calculado sobre o montante do capital. É composto quando o juro vencido e não pago é somado ao capital emprestado, formando um montante sobre o qual é calculado o juro seguinte (capitalando) e assim sucessivamente. O juro composto é sempre maior do que o juro simples na medida em que é calculado sobre um montante cada vez maior. Juro nominal é o juro correspondente a um empréstimo ou financiamento, incluindo a correção monetária do montante emprestado. Quando a inflação é zero, inexistindo a correção monetária, o juro nominal é equivalente ao juro real. Juro real é o juro cobrado ou pago sobre empréstimo ou financiamento sem contar a correção monetária do montante emprestado. Os juros flutuantes (ou variáveis), ao contrário dos juros fixos, pagos por todo o período do empréstimo, segundo taxa preestabelecida em contrato, trazem surpresas aos devedores, pois podem elevar-se acentuadamente antes do final do pagamento de um empréstimo, onerando o serviço da dívida.</p>
<p>Lastro &#8211; Garantia de que as cédulas e moedas que circulam na praça têm, de fato, valor. Um exemplo: no passado, o lastro das moedas em circulação eram barras de ouro que ficavam depositadas nos cofres do governo.</p>
<p>Market share &#8211; Expressão em inglês que significa participação no mercado. É a fatia das vendas de um produto que cada fabricante detém. Um exmeplo: se o mercado brasileiro de biscoitos é de 5 bilhões de unidades vendidas e um dos fabricantes participa com 3 bilhões de unidades, então ele tem um market share de 60% e é líder deste mercado.</p>
<p>Marxismo &#8211; Seu principal expoente é o alemão Karl Heinrich Marx (1818-1883), cujas idéias &#8211; expostas em Contribuição à Crítica da Economia Política (1857) e em O Capital (1867-1869) &#8211; exercem influência em várias áreas das ciências humanas. Também é determinante a colaboração de Friedrich Engels (1820-1895). Com o tempo, o marxismo recebe importantes contribuições, como a de Lênin, que, além de líder e teórico da Revolução Russa, escreve O Imperialismo, Etapa Superior do Capitalismo (1916).</p>
<p>A teoria econômica marxista procura explicar como o modo de produção capitalista propicia a acumulação contínua de capital. A resposta está na confecção das mercadorias. Elas resultam da combinação de meios de produção (ferramentas, máquinas e matéria-prima) e do trabalho humano. No marxismo, a quantidade de trabalho socialmente necessária para produzir uma mercadoria é o que determina seu valor. A ampliação do capital ocorre porque o trabalho produz valores superiores ao dos salários (força de trabalho). A esse diferencial Marx dá o nome de &#8220;mais-valia&#8221;, conceito fundamental de sua teoria por ser considerado a fonte dos lucros e da acumulação capitalista.</p>
<p>Maxidesvalorização &#8211; Desvalorização drástica de uma moeda.</p>
<p>Mercado de balcão &#8211; É o onde são negociadas ações de empresas que não têm autorização para operar na Bolsa de Valores. As operações de compra e venda são, então, fechadas por telefone ou por um sistema eletrônico de negociação.</p>
<p>Mercado de capitais &#8211; Rede formada pelas Bolsas de Valores e instituições financeiras (bancos, corretoras e seguradoras) que negociam papéis (ações e títulos) a longo prazo. Sua função é direcionar recursos para financiamentos ao comércio, indústria e até para o governo. Está, portanto, relacionado ao crescimento econômico do País.</p>
<p>Mercado Financeiro &#8211; Setor da economia responsável pela captação de recursos entre investidores para financiar atividades produtivas ou simplesmente gerar lucros para quem empresta dinheiro. Tanto o governo quanto as instituições privadas podem fazer a captação. Mas, em geral, ela acontece nas diversas bolsas de valores, corretoras, bancos e seguradoras. O gerenciamento dessa prática é regulado pelo governo dos países por meio de uma rede de instituições, em que se destaca o banco central. É dele que partem as regras de política monetária, que define a taxa de juros a ser paga a quem empresta dinheiro, e de política cambial, que fixa as regras para estabelecer a cotação da moeda local em relação às demais, em particular o dólar.</p>
<p>Mercado monetário &#8211; Conjunto formado por bancos comerciais e empresas financeiras de crédito que também participam do mercado de capitais. A diferença é que operam no curto ou curtíssimo prazo.</p>
<p>Mercantilismo &#8211; Conjunto de princípios que orienta os Estados europeus para a expansão comercial ocorrida entre os séculos XV e XVII. Seus expoentes são os ingleses Thomas Mun (1571-1641) e Josiah Child (1630-1699), os franceses Barthélemy de Laffemas (1545-1612), Jean-Baptiste Colbert (1619-1683) e Antoine de Montchrestien (1575-1621) e, o italiano Antonio Serra.</p>
<p>A riqueza de uma nação, segundo os mercantilistas, provém de suas reservas de metais preciosos, em especial o ouro e a prata &#8211; moedas correntes na época. O Estado, portanto, deve acumular reservas pela descoberta de novas jazidas de minério ou pela obtenção de superávit comercial (exportando mais do que importando).</p>
<p>Mercosul &#8211; O Mercado Comum do Cone Sul é um acordo comercial assinado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai em 1991. Há ainda dois membros associados: o Chile (desde 1996) e a Bolívia (desde 1997). Ambos negociam a entrada no bloco econômico, que pretende fixar tarifas externas comuns para todos esses países e eliminar barreiras alfandegárias.</p>
<p>Merval &#8211; Índice que reflete a variação das ações na Bolsa de Valores de Buenos Aires, na Argentina.</p>
<p>Moeda &#8211; Unidade de valor-padrão utilizada como instrumento de troca por uma comunidade. É o meio pelo qual os preços são expressos, as dívidas liquidadas, as mercadorias e os serviços pagos e a poupança efetuada. A moeda corrente é o dinheiro oficial de um país para todos os tipos de transação. Como o controle da moeda é vital não apenas para o equilíbrio da economia de um país mas também para as relações comerciais entre nações, é criado um sistema monetário internacional.</p>
<p>Monopólio &#8211; Situação em que uma empresa domina sozinha a produção ou comércio de uma matéria-prima, produto ou serviço e que, por isso, pode estabelecer o preço à vontade.</p>
<p>Moratória &#8211; Prorrogação do prazo concedido para pagamento de uma dívida, obtida em acordo entre o devedor e o credor. Nas relações comerciais internacionais, a palavra é usada para definir a declaração unilateral de um país de que ele não pagará sua dívida no prazo determinado.</p>
<p>Nasdaq &#8211; Criada nos Estados Unidos, em 1971, a National Association of Security Dealers Automated Quotation System foi a primeira bolsa do mundo a negociar exclusivamente ações de empresas de Internet, informática e tecnologia. Como as operações de compra e venda são feitas por meio de computadores no mercado de balcão, a Nasdaq ficou conhecida como a “bolsa eletrônica”.</p>
<p>Neoliberalismo &#8211; A expressão é usada para designar as políticas econômicas com ênfase no livre mercado que vêm sendo adotadas pela maioria dos países. Atualmente, uma das principais expressões do neoliberalismo são as medidas estabelecidas no chamado Consenso de Washington, encontro realizado no início dos anos 90. Elas enfatizam a abertura da economia por meio da liberalização financeira e comercial e da eliminação de barreiras aos investimentos estrangeiros diretos; a estabilização econômica obtida pela disciplina fiscal, pela reforma tributária, pela estabilidade da taxa de câmbio e pelo redirecionamento dos gastos do Estado, dando prioridade à saúde, à educação e à infra-estrutura; e a diminuição da participação do Estado na economia para permitir maior autonomia ao setor privado, ocorrida por meio dos programas de privatização e da desregulamentação, por exemplo, do preço de alguns produtos antes controlados pelo Estado. No neoliberalismo, o papel do Estado restringe-se a disciplinar o mercado com o objetivo de combater os excessos da livre concorrência e, dessa forma, garantir sua sobrevivência.</p>
<p>Nikkey &#8211; Índice da Bolsa de Valores de Tóquio, que reflete o preço das 225 ações mais negociadas no mercado japonês.</p>
<p>NTN (Nota do Tesouro Nacional) &#8211; Título com juros pós-fixados e valor nominal, emitido pelo governo para o financiamento da dívida do Tesouro.</p>
<p>Nyse (New York Stock Exchange) &#8211; É a Bolsa de Valores de Nova York, a maior e mais importante Bolsa de Valores do mundo. Localizada na Wall Street, Nova York, ali são negociados títulos e ações das principais empresas dos Estados Unidos e do mundo. O índice que mostra a evolução desses negócios é o Dow Jones.</p>
<p>Oligopólio &#8211; Grupo de empresas que detém o controle de determinado mercado, seja ele o fornecimento de um produto, serviço ou matéria-prima. Alguns economistas acreditam que esta prática é nociva porque, dominando um mercado, essas empresas limitariam custos de produção e ditariam o preço dos produtos para aumentar a margem de lucro. Mas, recentemente, há uma tendência em se defender o contrário. Com a formação de vários conglomerados concorrentes, seria possível garantir preço estável, inibindo a formação de cartéis.</p>
<p>Oligopsônio &#8211; Grupo formado de pequenos compradores que têm condições de negociar em condições privilegiadas, definindo o preço vendido por s</p>
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		<title>Custódia do ouro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:40:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Custódia do ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Quem compra ouro tem duas opções para guardar seu investimento: ou providencia um lugar seguro, de preferência com cofre, ou mantém as barras de ouro em custódia de instituição financeira confiável. A custódia, sem dúvida, é a maneira mais prática e segura de o investidor guardar o seu ouro. A custódia mais barata do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Quem compra ouro tem duas opções para guardar seu investimento: ou providencia um lugar seguro, de preferência com cofre, ou mantém as barras de ouro em custódia de instituição financeira confiável. A custódia, sem dúvida, é a maneira mais prática e segura de o investidor guardar o seu ouro.</p>
<p>A custódia mais barata do mercado é na própria BM&amp;F, que cobra 0,07% ao mês do cliente, o que equivale a uma economia da ordem de 30% sobre outros custodiantes de mercado. Sete bancos no Brasil estão autorizados a ter a custódia da BM&amp;F: Banco do Brasil (uma agência em São Paulo e outra no Rio de Janeiro); Banco Francês e Brasileiro; Banco Real; Banco Safra; Banco Sudameris; Casa da Moeda do Brasil; Citibank.</p>
<p>A posse do ouro negociado na BM&amp;F, em 95% dos casos, é garantida por registros de posições escriturais, que ficam no banco depositário em nome da BM&amp;F. A posição escritural, por sua vez, é representada por uma carta de crédito, que faz referência à posse e propriedade do metal. O comprovante do cliente é uma cópia da transferência de posse e propriedade do metal no banco custodiante. Dentro do sistema de negociação da BM&amp;F, as posições são mantidas em nome do cliente.</p>
<p>Os outros 5% dos negócios são feitos através de certificados de custódia. Estes certificados têm o nome do proprietário original e, no verso, campos para endosso a terceiros. Existe de fato um documento com o nome dos sucessivos proprietários. O proprietário deve manter o recibo de compra e o certificado de custódia fica em poder da corretora que intermediou a negociação.</p>
<p>Além da segurança, a custódia é a forma mais barata de manter um investimento em ouro. Quando o investidor tira o ouro da custódia, e leva para casa, por exemplo, vai conseguir vender este ouro somente após provar sua autenticidade. Para isso, o ouro deve ser refundido para se saber o grau de sua pureza. O preço cobrado pelas fundidoras nesta operação varia muito, podendo chegar a 15% do valor do ouro. Como se vê, esse custo prejudica bastante o investimento.</p>
<p>Antigamente, muitas pessoas compravam ouro de terceiros, diretamente de fundidoras, no chamado mercado negro. O metal era muito procurado como garantia em momento de crise. Mas no mercado informal, o peso das barras não era padrão. E o investidor, na hora da revenda, ainda tinha que comprovar a qualidade do metal. Esse mercado hoje é muito pequeno, quase inexistente.</p>
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		<title>Conta corrente</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:40:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Conta corrente]]></category>

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		<description><![CDATA[A conta corrente é um serviço oferecido pelos bancos para que o cliente mantenha seu dinheiro em um local relativamente seguro e disponível para transações diárias, como saques e depósitos, mediante o pagamento de tarifas. Serviços como cheque especial, crédito direto ao consumidor e pagamento de contas são realizados por meio da conta corrente. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A conta corrente é um serviço oferecido pelos bancos para que o cliente mantenha seu dinheiro em um local relativamente seguro e disponível para transações diárias, como saques e depósitos, mediante o pagamento de tarifas. Serviços como cheque especial, crédito direto ao consumidor e pagamento de contas são realizados por meio da conta corrente.</p>
<p>Para abrir uma conta desse tipo, é preciso apresentar comprovante de residência, documento de identidade (RG) e CPF (Cadastro de Pessoa Física). Alguns bancos ainda exigem renda mínima e um depósito inicial. É somente isso que pode ser exigido do cliente que abre uma conta. Não pode haver exigência de compra de produtos ou serviços adicionais.</p>
<p>Em regra geral, quanto maior o volume de negócios com o banco, incluindo as contas de investimento, as condições tornam-se mais favoráveis no que se refere ao atendimento e aos custos. Muitos bancos oferecem isenção de tarifas para os clientes que tenham maior relacionamento.</p>
<p>A emissão de um cheque sem fundo por um dos titulares de conta corrente conjunta também implica em responsabilidade para o outro titular. É o que determina a Resolução 2.747 do Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>
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		<title>Como encerrar a conta corrente</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:39:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Como encerrar a conta corrente]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com definição do Conselho Monetário Nacional (CMN) de junho de 2000, o cliente deverá realizar os seguintes procedimentos para encerrar a conta no banco: 1. Formalizar seu pedido por carta protocolada e solicitar, no ato, um extrato da conta; 2. Verificar se todos os débitos autorizados e cheques emitidos já foram lançados. Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com definição do Conselho Monetário Nacional (CMN) de junho de 2000, o cliente deverá realizar os seguintes procedimentos para encerrar a conta no banco:</p>
<p>1. Formalizar seu pedido por carta protocolada e solicitar, no ato, um extrato da conta;</p>
<p>2. Verificar se todos os débitos autorizados e cheques emitidos já foram lançados. Se isso não tiver ocorrido, é preciso deixar saldo suficiente para cobri-los; (*)</p>
<p>3. Cancelar todas as autorizações de débito automático, junto ao banco e aos prestadores de serviços;</p>
<p>4. Se o cliente mantiver outras transações com a mesma instituição, como, por exemplo, financiamento de veículo ou casa própria, é preciso orientar ao banco como proceder para a cobrança das mensalidades futuras;</p>
<p>5. Devolver os talões de cheques e cartões em seu poder, exigindo protocolo da devolução, ou declarar a sua inutilização ao banco.</p>
<p>(*) O Procon-SP orienta que os consumidores podem solicitar o fechamento da conta mesmo tendo saldo negativo ou dívidas de cheque especial. Com a conta aberta, o consumidor deve continuar pagando tarifas mensais até que arranje dinheiro suficiente para pagar os juros e eliminar o saldo devedor. Isso pode demorar. O cliente tem a obrigação de acertar a dívida com o banco, mas há a possibilidade de fazer um acordo para que o pagamento seja efetuado de outra forma, sem que a conta fique aberta. O acordo tem que ser proposto pelo cliente por meio de uma carta formalizando sua intenção de encerrar a conta. O ideal é providenciar duas vias do pedido e protocolar um deles junto ao banco, ou ainda enviar carta registrada. De qualquer forma, o cliente deve ter uma prova de que o banco recebeu sua proposta. O encerramento de uma conta corrente ocorre até 30 dias depois de formalizado o pedido.</p>
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		<title>CDI</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:38:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[CDI]]></category>

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		<description><![CDATA[As instituições financeiras disputam no mercado os recursos disponíveis para captação. Devido à volatibilidade das taxas dos diferentes papéis em mercado, os recursos financeiros disponíveis estarão procurando as melhores aplicações, quer seja em CDB, LC ou LI. Naturalmente, existirá, em diferentes momentos, perdas para uns e ganhos para outros. De forma a garantir uma distribuição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições financeiras disputam no mercado os recursos disponíveis para captação.</p>
<p>Devido à volatibilidade das taxas dos diferentes papéis em mercado, os recursos financeiros disponíveis estarão procurando as melhores aplicações, quer seja em CDB, LC ou LI.</p>
<p>Naturalmente, existirá, em diferentes momentos, perdas para uns e ganhos para outros.</p>
<p>De forma a garantir uma distribuição de recursos que atenda ao fluxo de recursos demandados pelas instituições, foi criado, em meados da década de 1980, o CDI. Os Certificados de Depósito Interbancário são os títulos de emissão das instituições financeiras, que lastreiam as operações do mercado interbancário. Suas características são idênticas às de um CDB, mas sua negociação é restrita ao mercado interbancário. Sua função é, portanto, transferir recursos de uma instituição financeira para outra. Em outras palavras, para que o sistema seja mais fluido, quem tem dinheiro sobrando empresta para quem não tem.</p>
<p>As operações se realizam fora do âmbito do BC, tanto que, neste mercado, não há incidência de qualquer tipo de imposto, as transações são fechadas por meio eletrônico e registradas nos computadores das instituições envolvidas e nos terminais da Central de Custódia e Liquidação de Títulos Privados (Cetip). A maioria das operações é negociada por um só dia, como no antigo overnight. Suas vantagens são: não haver taxação, ser rápido e seguro.</p>
<p>Os jornais publicam, um balanço das operações realizadas diariamente, via Cetip, em papéis prefixados e em Depósitos Interfinanceiros, os CDI over.</p>
<p>Antes dos CDI serem criados, os recursos disponíveis para captação eram disputados no mercado pelas instituições financeiras sem nenhum direcionador. Devido à oscilação das taxas dos diferentes papéis em mercado, os bancos buscavam colocar os recursos financeiros disponíveis nas melhores aplicações, seja em CDB, LC etc.</p>
<p>De forma que houvesse uma melhor sistematização na distribuição de recursos que atendesse à demanda das instituições, foi criado o CDI. Os Certificados de Depósito Interbancário são títulos que as instituições financeiras emitem, que lastreiam as operações do mercado interbancário. Eles detêm características idênticas às dos CDB&#8217;s mas com a diferença de que sua negociação é restrita ao mercado interbancário. Portanto, pode-se definir como sua função manter a fluidez do sistema, ou seja, quem tem dinheiro em excesso empresta para quem estiver precisando. Grande parte das operações é negociada com período de apenas um dia. Apesar disso, tem as vantagens de ser rápido, seguro e não sofrer nenhum tipo de taxação. Agora, os CDI&#8217;s também podem ser negociados em prazos mais dilatados e com taxas pré-fixadas e pós-fixadas. Os Certificados de Depósitos Interbancários negociados por um dia, também são denominados Depósitos Interfinanceiros e detém a característica de funcionarem como um padrão de taxa média diária, a CDI over.</p>
<p>As taxas do CDI over vão estabelecer os parâmetros das taxas referentes às operações de empréstimos de curtíssimo prazo, conhecidas como hot money que embute, na maioria dos casos, o custo do CDI over acrescido de um spread mínimo, além do custo do PIS.</p>
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		<title>CDB</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:38:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[CDB]]></category>

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		<description><![CDATA[Tanto o Certificado de Depósito Bancário-CDB quanto o Recibo de Depósito Bancário-RDB se caracterizam como os principais títulos emitidos por Bancos Múltiplos, Comerciais, de Investimento e Caixas Econômicas, que tem por objetivo captar recursos dos investidores (pessoas físicas e jurídicas não financeiras) através da rede de agências. Entre outras coisas, essas aplicações permitem que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tanto o Certificado de Depósito Bancário-CDB quanto o Recibo de Depósito Bancário-RDB se caracterizam como os principais títulos emitidos por Bancos Múltiplos, Comerciais, de Investimento e Caixas Econômicas, que tem por objetivo captar recursos dos investidores (pessoas físicas e jurídicas não financeiras) através da rede de agências. Entre outras coisas, essas aplicações permitem que as instituições financeiras obtenham dinheiro para emprestarem às empresas que necessitem de numerário para financiar operações e negócios.</p>
<p>Parte desses recursos irão financiar:</p>
<p>· o crédito direto ao consumidor CDC (via cheque especial),</p>
<p>· empréstimos para capital de giro das empresas,</p>
<p>· compra de bens e serviços e etc.</p>
<p>Os CDB consistem em um depósito a prazo predeterminado e rentabilidade pré ou pós-fixada. Isto determina dois tipos, portanto de CDB. Os pré-fixados têm a sua rentabilidade expressas unicamente nas taxas de juros, sempre referidas ao ano. Os pós-fixados são atrelados à TR (ou IGPM), que é mensal e usada como correção, acrescida de uma taxa de juros que se refere ao ano e com prazo mínimo de um mês.</p>
<p>Esses papéis podem ter ou não deságio na sua emissão.</p>
<p>A tributação desses papéis, como de todos os papéis de rendas fixas, inclusive fundos, e os clubes de investimento, é composto de três alíquotas:</p>
<p>a. Com valores decrescentes de 96% para 1 dia até 0% para prazos iguais ou superiores a 30 dias sobre o rendimento dos títulos, chamada de IOF e criada pela Portaria nº 264 de 30/06/99 do Ministério da Fazenda;</p>
<p>b. 20% de IR sobre o que restou do rendimento, para qualquer prazo.</p>
<p>c. O CPMF que é da ordem de 0,3% sobre a aplicação.</p>
<p>As Instituições Financeiras e as autorizadas a funcionar pelo BACEN não pagam IR na fonte sobre os ganhos nessas operações.</p>
<p>Entre o CDB e o RDB a única diferença que existe é com relação à possibilidade de resgate. Nos contratos de CDB, caso o investidor tiver uma emergência, existe a possibilidade dele negociar o resgate antes do prazo programado. Nessa situação, o banco irá compatibilizar a taxa ao prazo em que o dinheiro foi investido. Para os RDB&#8217;s essa possibilidade não existe.</p>
<p>É importante salientar que o porte do banco é deveras importante, na medida que terá muito mais facilidades em conseguir aplicações, principalmente pelo elevado número de agências, do que um banco de pequeno porte. A saída para os pequenos seria a de oferecerem taxas mais atrativas, para aumentar o leque de investidores e clientes.</p>
<p>Os bancos estão autorizados a oferecerem tanto CDB&#8217;s pré-fixados, onde o investidor fica sabendo no ato qual será seu rendimento, quanto pós-fixado, onde ele conhecerá seu rendimento somente na hora do resgate.</p>
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		<title>Câmbio</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:37:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Compra de dólar é indicado para devedores na moeda ou para viagens O investimento em dólar é indicado apenas para quem tem dívida em moeda norte-americana ou para quem pretende viajar. Segundo especialistas, a aplicação serve mais como proteção do que como investimento, mesmo quando ocorre grande queda das cotações. A vantagem para quem tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compra de dólar é indicado para devedores na moeda ou para viagens O investimento em dólar é indicado apenas para quem tem dívida em moeda norte-americana ou para quem pretende viajar. Segundo especialistas, a aplicação serve mais como proteção do que como investimento, mesmo quando ocorre grande queda das cotações.</p>
<p>A vantagem para quem tem dívida em dólar e não pode antecipar seu pagamento é fazer um &#8220;hegde&#8221; de sua dívida. No mercado financeiro esse termo significar realizar um operação que assegure que, no caso do aumento da dívida pela disparada do preço do dólar, você terá um investimento na mesma moeda. Resultado: a rentabilidade de aplicação compensa o aumento da dívida.</p>
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		<title>Bancos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os bancos são instituições financeiras que podem ser privadas ou públicas que fornecem serviços financeiros à sociedade. O que os bancos fazem? O dinheiro captado (depositado) dos clientes (pessoas físicas, empresas, indústrias e/ou governo) é utilizado pelos bancos para conceder empréstimos a outros clientes, desta forma os bancos cobram juros e assim ajudam para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os bancos são instituições financeiras que podem ser privadas ou públicas que fornecem serviços financeiros à sociedade.</p>
<p>O que os bancos fazem?</p>
<p>O dinheiro captado (depositado) dos clientes (pessoas físicas, empresas, indústrias e/ou governo) é utilizado pelos bancos para conceder empréstimos a outros clientes, desta forma os bancos cobram juros e assim ajudam para a circulação do dinheiro.</p>
<p>Os bancos são instituições essenciais à manutenção do comércio (atividades comerciais), porque além de oferecer serviços financeiros, facilitam transações de pagamento e oferecem crédito pessoal, ajudando no desenvolvimento do comércio nacional e internacional.</p>
<p>Como os bancos sobrevivem?</p>
<p>Os bancos conseguem obter lucros, através dos juros e das taxas cobradas pelas transações efetuadas.<br />
Exemplos: Taxa de manutenção de conta, juros de empréstimos, taxas de DOC e etc.</p>
<p>História dos Bancos</p>
<p>Existem relatos de sistemas financeiros desde a antiguidade, onde os povos fenícios já utilizavam várias formas diferentes de realizar pagamentos, como documentos de créditos.</p>
<p>Mas, foi no século XVII que os bancos se firmaram, com o lançamento do dinheiro de papel (papel-moeda) pelo Banco de Estocolmo.<br />
Nesta época, vários países europeus começaram a produzir sua própria moeda.</p>
<p>Outros tipos de bancos surgiram a partir do século XIX, quando o progresso econômico, provocado pela Revolução Industrial, ajudou na criação do banco industrial, cuja função era de mobilizar valores autos (grandes somas) de dinheiro para auxiliar o desenvolvimento industrial.</p>
<p>Hoje, os bancos são regulados pelo Banco Central de cada país, o Banco Central possui a função de emitir dinheiro, capturar recursos financeiros e regularem os bancos comerciais e industriais. Assim, eles estabelecem regras e controlam o sistema financeiro geral de cada país.</p>
<p>Além disso, hoje já existem os chamados – bancos internacionais – que concedem empréstimos a bancos centrais de países necessitados e ajudam no desenvolvimento de vários países (Bird &#8211; Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento).</p>
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