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	<title>Vim Saber &#187; Biologia</title>
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		<title>A Fotossíntese e a Medicina</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:12:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A luz pode ser altamente maléfica se não for devidamente controlada, temos como exemplos os inúmeros casos de câncer de pele. As plantas tem que absorver luz com o mínimo de dano para ela mesma. A compreensão das causas dos danos causados pela luz e os mecanismos naturais de proteção, pode beneficiar-nos em áreas alheias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A luz pode ser altamente maléfica se não for devidamente controlada, temos como exemplos os inúmeros casos de câncer de pele. As plantas tem que absorver luz com o mínimo de dano para ela mesma. A compreensão das causas dos danos causados pela luz e os mecanismos naturais de proteção, pode beneficiar-nos em áreas alheias à fotossíntese como a medicina.</p>
<p>Por exemplo, algumas substâncias como a clorofila tendem a localizar-se em tecidos tumorosos. A iluminação destes tumores causaria um dano fotoquímico, que poderia matar o tumor sem conseqüência para o tecido são. Outra aplicação médica é a utilização de substâncias semelhantes à clorofila para delinear a área cancerígena do tecido são. Danos fotoquímicos ao tecido são não ocorrem pois, os princípios da fotossíntese foram utilizados para converter a energia absorvida em calor.</p>
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		<title>A Fotossíntese e a Energia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:12:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A celulose é um dos produtos da fotossíntese que constitui a maior parte da madeira seca. Quando a lenha é queimada, a celulose é convertida em CO2 e água com o desprendimento da energia armazenada em sua estrutura. Assim como na respiração, a queima de combustíveis libera a energia armazenada para ser convertida em formas de energia útil; por exemplo, quando queimamos álcool nos nossos automóveis, estamos convertendo a energia química em energia cinética. Além do álcool que é amplamente utilizado no Brasil como combustível, no norte do país o bagaço de cana é largamente empregado para gerar energia nas usinas de beneficiamento da cana de açúcar.</p>
<p>O petróleo, o carvão e o gás natural são exemplos de combustíveis utilizados no mundo moderno, que tiveram a sua origem na fotossíntese. Portanto, muitas das nossas necessidades energéticas provém da fotossíntese e a sua compreensão pode levar a uma maior produtividade dessas formas de energia.</p>
<p>O conhecimento obtido a partir da pesquisa científica da fotossíntese, também pode ser utilizado para aumentar a produção energética de uma maneira mais direta. Embora o processo global da fotossíntese seja ineficiente, as etapas iniciais de conversão de energia radiante (luz solar) em energia química são muito eficientes. Se entendermos os processos físicos e químicos da fotossíntese, poderemos construir tecnologias de alta eficiência na conversão da energia. Hoje nos laboratórios, os cientistas já podem sintetizar centro de reações tão eficientes ou mais que os naturais, em termos de quantidade de energia radiante convertida e armazenada na forma de energia elétrica ou química.</p>
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		<title>A Fotossíntese e a Eletrônica</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Fotossíntese e a Eletrônica]]></category>

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		<description><![CDATA[À primeira vista, a fotossíntese tem pouca ou nenhuma associação com a eletrônica, entretanto há potencialmente uma forte conexão entre esses dois campos do conhecimento. Hoje, procuram-se desenvolver tecnologias de transmissão de informação que sejam mais rápidas e compactas possíveis, chegando-se até à dimensão molecular (nanotecnologia). Procuram-se substituir os elétrons pela luz nos processos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>À primeira vista, a fotossíntese tem pouca ou nenhuma associação com a eletrônica, entretanto há potencialmente uma forte conexão entre esses dois campos do conhecimento. Hoje, procuram-se desenvolver tecnologias de transmissão de informação que sejam mais rápidas e compactas possíveis, chegando-se até à dimensão molecular (nanotecnologia). Procuram-se substituir os elétrons pela luz nos processos de transmissão de informação, como hoje já é feito nos cabos de fibra óptica na telefonia.</p>
<p>É neste ponto em que se faz a interface entre os dois campos de conhecimento, a fotossíntese e a eletrônica. Ao compreendermos como as plantas absorvem luz e como controlam o movimento desta energia absorvida, da antena para os centros de reação e como converter a luz em energia elétrica e finalmente em energia química, nós poderemos construir computadores em escala molecular. De fato, vários elementos lógicos baseados nos centros de reação artificial, tem sido apontados na literatura científica.</p>
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		<title>A Fotossíntese, as Fibras e os Materiais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Fotossíntese]]></category>
		<category><![CDATA[as Fibras e os Materiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia fala-se muito em reciclagem de papel como forma de se evitar a degradação do ambiente, seja no acúmulo de dejetos, seja na preservação das florestas. A matéria-prima do papel é a celulose e a partir desta, uma gama de materiais são sintetizados com as mais diversas finalidades: roupas, filtros, fibras naturais e artificiais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia fala-se muito em reciclagem de papel como forma de se evitar a degradação do ambiente, seja no acúmulo de dejetos, seja na preservação das florestas. A matéria-prima do papel é a celulose e a partir desta, uma gama de materiais são sintetizados com as mais diversas finalidades: roupas, filtros, fibras naturais e artificiais e vários outros polímeros derivados da celulose. Outros materiais que têm como origem a fotossíntese são a borracha natural, as borrachas sintéticas, os preservativos, os pneus, os plásticos e muitos outros derivados de petróleo.</p>
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		<title>A Fotossíntese</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Fotossíntese]]></category>

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		<description><![CDATA[A fotossíntese é o processo através do qual as plantas, seres autotróficos (seres que produzem seu próprio alimento) e alguns outros organismos transformam energia luminosa em energia química processando o dióxido de carbono (CO2), água (H2O) e minerais em compostos orgânicos e produzindo oxigênio gasoso (O2). Através do processo aqueles seres vivos produzem o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fotossíntese é o processo através do qual as plantas, seres autotróficos (seres que produzem seu próprio alimento) e alguns outros organismos transformam energia luminosa em energia química processando o dióxido de carbono (CO2), água (H2O) e minerais em compostos orgânicos e produzindo oxigênio gasoso (O2). Através do processo aqueles seres vivos produzem o seu próprio alimento, constituído essencialmente por açúcares, como a glicose.</p>
<p>Este é um processo de catabolismo, a planta acumula energia a partir da luz para uso no seu metabolismo, ações necessárias para o bom funcionamento do organismo, quebrando então a molécula quando necessário, formando adenosina tri-fosfato, o ATP, a moeda energética dos organismos vivos, mediante uso do oxigênio.</p>
<p>A fotossíntese inicia toda a cadeia alimentar. Sem esta, os animais e os outros seres heterotróficos seriam incapazes de sobreviver porque a base da sua alimentação estará sempre nas substâncias orgânicas proporcionadas pelas plantas verdes.</p>
<p>A relação da cor verde das plantas com a luz</p>
<p>Aristóteles tinha observado e descrito que as plantas necessitavam de luz solar para adquirir a sua cor verde. Só em 1771 o estudo do processo fotossintético começou a ser observado por Joseph Priestley. Este químico inglês, confinando uma planta numa redoma de cristal comprovou a produção de uma substância que permitia a combustão, e que, em certos casos avivava a chama de um carvão em brasa. No futuro acabou se descobrindo que a dita substância era um gás, o oxigénio.</p>
<p>A descoberta da fotossíntese</p>
<p>Na segunda metade do século XVIII, Jan Ingenhousz, físico-químico holandês, sustentou que o dióxido de carbono do ar era utilizado como nutriente pelas plantas. A comprovação deu-se em seguida por diversos químicos daquele século que repetiram as experiências do cientista holandês.</p>
<p>A incorporação da água pelas plantas</p>
<p>Nicolas-Théodore de Saussure, já no início do século XIX descobriu que os vegetais incorporavam água nos seus tecidos. Ao avançar do tempo, os conhecimentos sobre nutrição vegetal foram se desfraldando.</p>
<p>A descoberta da retirada de nutrientes do solo</p>
<p>Uma observação importante foi que o azoto, assim como diversos sais e minerais, era retirado do solo pelas plantas e que a energia proveniente do Sol se transformava em energia química, ficando armazenada numa série de produtos em virtude de um processo que então acabou por ser chamado de fotossíntese.</p>
<p>A substância chamada de clorofila foi isolada na segunda década do século XIX. Ainda naquele século, descobriu-se que a clorofila era a responsável pela cor verde das plantas, além de desempenhar um papel importante na síntese da matéria orgânica. Julius von Sachs demonstrou que a clorofila se localizava nos chamados organelos celulares, que, por meio de estudos mais acurados, foram chamados de cloroplastos.</p>
<p>A reprodução do ciclo da clorofila em laboratório</p>
<p>Ao avançarem as técnicas bioquímicas, em 1954 foi possível o isolamento e extracção destes organelos. Foi Daniel Israel Arnon, quem obteve cloroplastos a partir das células do espinafre conseguindo reproduzir em laboratório as reacções completas da fotossíntese.</p>
<p>[editar] As etapas da fotossíntese</p>
<p>Com estas técnicas, descobriu-se, por exemplo, que a fotossíntese ocorre ao longo de duas etapas:</p>
<p>* A fase fotoquímica (fase dependente da luz solar ou etapa clara), onde a luz é captada deixando os eletrões do fotossistema num estado excitado. Nesta mesma etapa, dá-se a fotólise da água (desdobramento das moléculas em protões, electrões e oxigénio devido à radiação). O hidrogénio (protões) e os electrões vão então intervir em sucessivas reacções de oxirredução. Existe libertação do oxigénio, pois este composto não é necessário ao processo fotossintético, não interessando à planta.</p>
<p>Equação: 4H2O + 2NADP + 3ADP + 3P -(luz)-&gt; 3ATP + 2NADPH2 + O2 + 2H2O</p>
<p>* A fase química, onde se observa um ciclo descoberto pelos cientistas Melvin Calvin, Andrew Benson e James Bassham. Nessa fase chamada de ciclo de Calvin, o carbono que provém do dióxido de carbono do ar é fixado e integrado numa molécula de hidrato de carbono (carboidrato). Desta fase resulta a formação de compostos orgânicos como a glicose, necessária à actividade da planta.</p>
<p>Equação: CO2 + 2NADPH2 + 3ATP -(enzimas)-&gt; 2NADP + 3ADP + 3P + H2O + (CH2O)</p>
<p>Plantas jovens consomem mais dióxido de carbono e libertam mais oxigénio, pois o carbono é incorporado a sua estrutura física durante o crescimento.</p>
<p>A clorofila é responsável pela absorção de energia luminosa que será utilizada numa reação complexa onde o dióxido de carbono reage com a água, formando-se glicose (base dos hidratos de carbono), que é armazenada e utilizada pelas plantas, libertando-se, como resíduo desta operação, moléculas de oxigénio.</p>
<p>É importante realçar que a fase escura não ocorre de noite ou na ausência de luz, o nome apenas refere-se ao facto desta fase não necessitar da luz para funcionar. Ela acontece logo após a fase clara numa reação em cadeia ate que o substrato se esgote.</p>
<p>Organismos fotossintetizadores</p>
<p>Além das plantas verdes, incluem-se entre os organismos fotossintéticos certos protistas (como as diatomáceas e as euglenoidinas), as cianófitas (algas verde-azuladas) e diversas bactérias.</p>
<p>Fatores que afetam a fotossíntese</p>
<p>* Comprimento de onda e intensidade da luz<br />
* Concentração de dióxido de carbono<br />
* Temperatura<br />
* Água<br />
* Morfologia foliar</p>
<p>A importância da fotossíntese</p>
<p>A importância da fotossíntese para a vida na Terra é enorme. A fotossíntese é o primeiro e principal processo de transformação de energia na biosfera. Ao alimentarmo-nos, parte das substâncias orgânicas, produzidas graças à fotossíntese, entram na nossa constituição celular, enquanto outras (os nutrientes energéticos) fornecem a energia necessária às nossas funções vitais, como o crescimento, a reprodução, etc&#8230; Além do mais,ela nos fornece oxigênio para a respiração.</p>
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		<title>A Estrutura da molécula de DNA</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[A Estrutura da molécula de DNA]]></category>

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		<description><![CDATA[Identificação dos ácidos nucléicos e da molécula certa inaugura a genética molecular Em 1869, o bioquímico suíço Friedtich Mieschner aventou pela primeira vez que todos os núcleos celulares provavelmente possuíram uma química especifica. Em anos subseqüentes, ele descobriu varias substâncias do núcleo, as quais separou em proteínas e moléculas ácidas – daí o termo “ácidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Identificação dos ácidos nucléicos e da molécula certa inaugura a genética molecular</p>
<p>Em 1869, o bioquímico suíço Friedtich Mieschner aventou pela primeira vez que todos os núcleos celulares provavelmente possuíram uma química especifica. Em anos subseqüentes, ele descobriu varias substâncias do núcleo, as quais separou em proteínas e moléculas ácidas – daí o termo “ácidos nucléicos”.</p>
<p>Um químico natural da Rússia, Phoebus A. T. Levene, também foi um pioneiro no estudo de ácidos nucléicos. Em 1909, Levene identificou corretamente a ribose como açúcar de um dos dois tipos de acido nucléico, o acido ribonucléico, e certos componentes do outro acido nucléico, o acido desoxirribonucléico. Ele e muitos de seus colegas estavam convencidos de que, com ácidos nucléicos e proteínas no núcleo, as complexas e abundantes moléculas de proteínas armazenavam todas as informações genéticas nos cromossomos. A teoria do Levene sobre o propósito do DNA – meramente manter unidas as moléculas de proteína – revelou-se incorreta.</p>
<p>O trabalho que levou à correção dessa suposição equivocada teve início em 1928 com bacteriologista inglês Fredrick Griffith.</p>
<p>Outro bacteriologista, Oswald T. Avery, juntamente com seus colegas, percebeu a importância do trabalho de Griffith e passou dez anos tentando identificar o agente que era a essência da transformação genética na bactéria. Finalmente, em 1944 Avery e seus colaboradores publicaram os resultados de suas extensas pesquisas, os quais mostraram claramente que era DNA, e não a proteína ou RNA, que permitia o transporte das informações hereditárias. Esse trabalho inaugurou a ciência da genética molecular.</p>
<p>Bioquímico natural da Áusrtia Erwin Chargaff determinou as proporções dos quatro compostos presentes no DNA : adenina (A), citosina (C), guanina (G) e timina (T). Em 1950, ele determinou as quantidades proporcionais exatas das bases de DNA em cada molécula : guanina citosina e adenina igual a timina. Portanto, a quantidade de guanina e adenina combinadas é igual à citosina e timina combinadas.<br />
Alfred D. Hershey ,na década de 1940 e no início da década seguinte, corroborou a conclusão do grupo de Avery de que o DNA, e não a proteína, é o material genético.<br />
Os ácidos nucléicos apresentam-se em dois tipos : DNA (ácido desoxirribonucléico) e RNA (ácido ribonucléico). As bases são as mesmas em ambas as moléculas, com exceção do uracil, que substitui a timina no RNA.</p>
<p>Descoberta da hélice dupla de DNA</p>
<p>Foi descoberta a hélice dupla de DNA pelos Crick e Watson. As duas cadeias helicoidais antiparalelas, com a “coluna vertebral” de açúcar e fosfato na parte externa e as bases (adenina, timina, guanina e citosina) no interior. Devido aos ângulos em que as substâncias químicas do DNA se ligam umas às outras, todas as moléculas de DNA consistem em duas faixas paralelas espiraladas, como corrimão de uma escada em espiral – daí o nome que imediatamente se celebrizou com a descoberta de Crick-Watson : a hélice dupla.</p>
<p>Compreendendo o DNA</p>
<p>As proteínas compõem-se unicamente de aminoácidos. Os aminoácidos organizam-se ao redor das quatro ligações do átomo de carbono. Ou seja, o carbono tem valência 4, o que significa que ele possui quatro elétrons sem par na casca externa, e isso lhe permite fazer essas ligações e o torna o atoma e o elemento químico mas importante da biologia. Embora existem apenas vinte variedades de aminoácidos, longas repetições de seqüências múltiplas permitem dezenas de milhares de combinações de aminoácidos para formar uma grande variedade de proteínas. De fato, existem cerca de 50 mil tipos de diferentes de proteínas em nosso corpo. Os mesmos vinte aminoácidos em 50 mil combinações diferentes estão ligados aos outros em longas cadeias dobradas sobre si mesma.</p>
<p>As proteínas não são simplesmente substâncias benéficas que obtemos da carne de outros alimentos.são moléculas complexas que apresentam um conjunto extraordinário de propriedade e funções, e sendo componentes de elementos estruturais como o colágeno, hormônios, transportadores de oxigênio e anticorpos, além de serem enzimas essenciais e catalisadoras na própria molécula de DNA.</p>
<p>O gene é uma região do DNA que controla uma característica hereditária especifica, como cor do cabelo, altura, forma de nariz e milhares de outros traços. A seqüência especifica das bases que compõe o gene geralmente corresponde a uma única proteína ou RNA complementar.</p>
<p>No DNA, o comprimento de cada filamento é 600 mil vezes maior do que a largura. Quando célula, núcleo e cromossomo dividem-se, cada filamento serve de gabarito para a formação de um novo filamento correspondente em cada um das novas células graças à estrutura e ao emparelhamento das bases descobertos por Crick e Watson.</p>
<p>Isso explica a segunda característica fundamental do DNA, aquela que geralmente associamos à hélice dupla : a capacidade de replicar-se. Em outras palavras, quando o DNA duplica-se no interior de cada célula que está sofrendo uma divisão celular , sua capacidade de controlar as funções das células e do corpo dirigindo a produção de proteínas também se duplica.</p>
<p>Isso leva nos de volta à principal função do DNA : produzir proteínas. Como os precisos genes evoluíram de modo a ficar protegidos no núcleo da célula, é necessário que se produzam copias ativas dos genes que possa sair do núcleo e dirigir a produção de proteínas em outras partes da célula. Assim é preciso uma espécie de “projeto” do gene. Esse projeto é feito pelo outro acido nucléico, o RNA, que se compõe de A, C, G e uracil em vez de timina. A RNA-polimerase é a enzima especifica capaz de dividir o DNA no meio dos “degraus”. Em outras palavras, ela “abre o zíper” das bases bem no meio – em suas ligações de hidrogênio – e transforma a hélice dupla em duas hélices simples com “meios degraus” expostos, rompendo as ligações entre os dois filamentos que unem A com T e C com G.</p>
<p>Como os aminoácidos têm de unir-se lado a lado para formar proteínas, as seqüências desses códons de três letras ao longo dos filamentos de DNA determinam as proteínas que são exclusivas a cada um de nós.<br />
* Uma ou mais seqüências especificas de três beses representadas por três letras resultam na criação de cada um dos vinte aminoácidos.</p>
<p>* Os aminoácidos combinam-se em uma ordem especifica para formar os 50 mil tipos de proteínas do corpo humano. Cada uma dessas combinações de códons é um gene.</p>
<p>* Todos os 100 mil genes humanos estão configurados nos 46 cromossomos humanos que se localizam em cada núcleo de cada célula. Eles se enovelam nessa forma reconhecível durante a divisão celular.</p>
<p>Ao formar esses códigos, a RNA-polimerase desloca-se ao longo da molécula de DNA, abrindo-a como um zíper e permitindo que as moléculas se RNA que se encontram soltas no núcleo juntem-se e se emparelhem ao longo dos agora expostos pontos onde estão A, C, G e T dos filamentos originais de DNA. De fato, o RNA forma uma transcrição exato do DNA. Essa copia denomina-se RNA mensageiro.</p>
<p>Quando RNA-polimerase chega ao “sinal de parada” que existe na extremidade de cada gene, desprende-se juntamente com o recém-produzido RNA mensageiro, o qual sai do núcleo e segue para um dos muitos ribossomos na célula.o ribossomo lê a mensagem do RNA e, de acorda com a seqüência especifica de bases no códon, ele reúne uma serie de aminoácidos provenientes das reservas que flutuam soltas pela célula. Essa ação cria, da “estaca zero”, uma proteína especifica “escrita” na linguagem codificada originalmente pela seqüência de bases de três letras existente no DNA que permaneceu no núcleo da célula. Cada uma dessas novas proteínas reflete uma pequena porção dos longos filamentos de DNA que contêm todos os códigos de três letras para as milhares de proteínas diferentes.</p>
<p>Do mesmo modo como a RNA-polimerase se deslocou ao longo dos pares de bases G-C e A-T exposto do DNA para criar o RNA mensageiro, o ribossomo desloca-se ao longo do RNA mensageiro para criar uma proteína. Passo a passo, cada proteína vital formada em nosso corpo é produzida dessa maneira. Neste exato momento, milhares de ribossomos em cada célula de seu corpo estão efetuando milhões de reações que estão fazendo os aminoácidos relacionados uniram-se formando cerca de 2 mil novas moléculas de proteína a cada segundo. Cada proteína, ao sair do ribossomo e emergir da célula, apresenta uma forma especifica dobrada e retorcida, determinada pela ligação química dos aminoácidos dos quais ela é feita. Essa forma e composição química dos aminoácidos dos quais ela é feita. Essa forma e composição química permitem aos 50 mil tipos diferentes de proteínas executar sua funções especificas no corpo.</p>
<p>Como os ácidos nucléicos dirigem a produção de proteínas e a seqüência de proteínas é única em cada pessoa, é o DNA que, em ultima analise, controla todas as características hereditárias.</p>
<p>As seqüências codificadoras que causam a formação de pêlos em um camundongo são semelhantes, mas não idênticas, às seqüências formadoras de cabelos em uma cabeça humana. Analogamente, as seqüências codificadoras que fazem com que os cabelos se formem em duas cabeças humanas têm mais semelhança entre si do que com as seqüências formadoras dos pêlos do camundongo, porém não são idênticas. Essa é chave para compreender o material hereditário e a função do DNA, e a razão de os biólogos moleculares referirem-se à frase “DNA produz RNA, que produz proteinas” como o “dogma central”</p>
<p>A descoberta de Crick e Watson foi o ponto culminante de oitenta anos de pesquisas realizadas por numerosos cientistas.</p>
<p>O Conhecimento da estrutura leva a leitura do código</p>
<p>O trabalho de Crick e Watson permitiu que de imediato se percebesse a possibilidade de ler e interpretar o plano genético de qualquer organismo incluindo seres humanos.<br />
Quando as pesquisas do bioquímico Fredrick Sanger nos permitiram iniciar o sequenciamento do RNA, na década de 1960, tornou-se teoricamente possível entender toda a enorme quantidade de informações contidas no DNA, e não apenas exemplos isolados. Isso levou a um interessemos realmente conhecer a relação entre cada gene e cada características física, inclusive doenças de case genética. Em 1975, Walter Gilbert foi o primeiro a aplicar um tratamento químico especifico ao DNA para dividi-lo em fragmentos e reconhecer a utilidade que isso poderia ter na leitura do texto.<br />
Por meio novo método, Sanger tornou teoricamente possível determinar todo o “texto” que governa a hereditariedade de qualquer organismo vivo, inclusive o humano.</p>
<p>Começa o projeto genoma</p>
<p>* Dezembro de 1989 : cientistas do MIT descobrem um gene que acreditam ser crucial para o desenvolvimento das defesas imunológicas humanas, denominado gene “RAG-1”. A descoberta lança uma nova luz sobre as complexidades do sistema imunológico, o qual é vital para todos os aspectos da saúde e do desenvolvimento humano.</p>
<p>* Agosto de 1991 : um esforço de pesquisa conjunto de cientista da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, do Instituto do Câncer de Tóquio e da Universidade de Utah identifica o gene que origina o câncer do cólon. Esse gene é denominado APC. Essa descoberta permitirá aos médicos detectar um tumor no cólon no estágio mais incipiente possível.</p>
<p>* Março de 1993 : pesquisadores anunciaram que a doença de Huntington resulta de inexplicadas “gagueiras genéticas”, expansões no tamanho de um gene especifico no cromossomo 4, que acrescentam filamentos extras do aminoácido glutamina à proteína que o gene normalmente codifica.</p>
<p>*Agosto de 1993 : pesquisadores do Centro Medico da Universidade de Duke anunciam que as pessoas nascidas com uma variante de um gene chamado APOe têm maior propensão a desenvolver o mal de Alzheimer por volta dos setenta anos de idade do que as pessoas que apresentam outras versões do mesmo gene.</p>
<p>* Junho de 1995 : uma equipe da Universidade de Toronto anuncia que um gene do cromossomo 14 é responsável por até 80% dos casos familiares do mal de Alzheimer.</p>
<p>* Agosto de 1995 : pesquisadores do Centro de Ciência da Saúde da Universidade de Texas informam que o gene BRCA1 tem um papel fundamental no câncer de mama.</p>
<p>*Dezembro de 1995 : cientistas britânicos anunciam a descoberta de um segundo gene associado ao câncer de mama, o BRCA2.</p>
<p>*Fevereiro de 1996 : cientistas identificam o gene que codifica uma variedade de proteínas da superfície celular que se deslocam para o cérebro e ajudam a regular o peso corporal; lançam hipótese de que a obesidade resulta de mutação nesse gene receptor.</p>
<p>* Marco de 1996 : pesquisadores da Universidade de Ciências da Saúde do Oregon informam que células sadias do fígado transplantadas para fígados doentes produzem a enzima FAH, ausente nesses organismos doentes. É uma nova esperança para a terapia genética direcionada para o fígado, que poderá reduzir a necessidade de transplantes desse órgão.</p>
<p>* Março de 1996 : pesquisadores de cinco grandes centros médicos anunciam ter encontrado um gene que aumenta o risco de doença renal e outros distúrbios associados ao lúpus. A versão defeituosa desse gene codifica uma proteína que é menos eficiente em sua função imunológica do que uma versão normal do gene.</p>
<p>* Abril de 1996 : biólogos moleculares anunciam ter encontrado o gene humano causador dos sintomas de envelhecimento e modificar a participação desse no surgimento de doenças cardíacas, câncer e osteoropose.</p>
<p>Periodicamente, pesquisadores do Projeto Genoma publicam um “mapa” do genoma humano. Eles identificaram a localização física de mais de 15 mil dos 30 mil “marcos” ao longo dos filamentos de material de DNA que formam nossos cromossomos.</p>
<p>O projeto gera esperanças, medo e controvérsia</p>
<p>O projeto genoma originalmente foi concebido e continua a ser motivado principalmente pela esperança de curar ou reduzir essas doenças. Mas o projeto humano não deixa de enfrentar oposição.</p>
<p>O código genético hoje é compreendido a tal ponto que remodelar o genoma humano e dirigir suas instruções é algo exeqüível no futuro próximo. Muitas pessoas vêem um grande potencial na aplicação desse conhecimento à cura de doenças e à melhora da condição humana, enquanto outroas opõem-se violentamente a essa engenharia e terapia genética com argumentos éticos e científicos. De fato, em outubro de 1993 Robert Stillmas, especialista em fecundidade do Centro Medico da Universidade George Washington, clonou briões humanos usando métodos que são comuns na reprodução controlada de gado e outros animais. Esse foi um experimento de laboratório, e não foi realizado com uma gravidez, mas de fato indicou a possibilidade de gêmeos idênticos serem formidáveis questões éticas e legais.</p>
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		<title>A Descoberta da Fotossíntese</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A Descoberta da Fotossíntese]]></category>

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		<description><![CDATA[Na primeira metade do século 17, o médico van Helmont cresceu uma planta em um jarro com terra e regou a planta somente com água da chuva. Ele observou que após 5 anos, a planta tinha crescido bastante, mas a quantidade de terra no jarro quase não decresceu. Van Helmont concluiu que o material utilizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira metade do século 17, o médico van Helmont cresceu uma planta em um jarro com terra e regou a planta somente com água da chuva. Ele observou que após 5 anos, a planta tinha crescido bastante, mas a quantidade de terra no jarro quase não decresceu. Van Helmont concluiu que o material utilizado pela planta para o seu crescimento veio da água utilizada para regá-la. Em 1727 o botânico inglês Stephan Hales observou que as plantas usavam principalmente o ar como fonte de nutrientes para o seu crescimento.</p>
<p>Entre 1771 e 1777, o químico Joseph Priestly descobriu que quando ele colocava uma vela no interior de um jarro emborcado, a chama extinguia-se rapidamente sem que a cera fosse completamente consumida. Posteriormente ele observou que se um camundongo fosse colocado nas mesmas condições ele morreria. Ele mostrou então que o ar que fora &#8220;viciado&#8221; pela vela e pelo camundongo, poderia ser restaurado por uma planta. Em 1778, Jan Ingenhousz repetiu os experimentos de Priestly e observou que era a luz a responsável pela restauração do ar.</p>
<p>Ele observou também que somente as partes verdes da planta tinha essa propriedade. Em 1796, Jean Senebier mostrou que o CO2 era quem &#8220;viciava&#8221; o ar e que o mesmo era fixado pelas plantas durante a fotossíntese. Logo em seguida, Theodore de Saussure mostrou que o aumento da massa das plantas durante o seu crescimento não poderia ser devido somente à fixação de CO2, mas também devido a incorporação da água.<br />
Assim a reação básica da fotossíntese foi concluída:</p>
<p>nCO2 + nH2O + luz &#8212;&gt; (CH2O)n + nO2</p>
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		<title>A clonagem de seres humanos deve ser proibida?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[A clonagem de seres humanos deve ser proibida?]]></category>

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		<description><![CDATA[Como se costuma acontecer com os dilemas éticos, é muito difícil emitir uma resposta taxativa. A História mostra que o homem usa tudo o que inventa ou descobre, por pior que seja. O grande e terrível exemplo é o da descoberta da maravilhosa energia do átomo, que levou a construção da bomba atômica. Nenhum cientista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como se costuma acontecer com os dilemas éticos, é muito difícil emitir uma resposta taxativa. A História mostra que o homem usa tudo o que inventa ou descobre, por pior que seja. O grande e terrível exemplo é o da descoberta da maravilhosa energia do átomo, que levou a construção da bomba atômica. Nenhum cientista de renome defendeu, até agora, a clonagem de seres humanos, mas quem estuda a história da ciência sabe que cedo ou tarde um xerox de carne e osso brotará num laboratório.</p>
<p>Já existe uma empresa que cadastra interessados em ter um clone para um futuro transplante de rim</p>
<p>&#8220;É ridículo pensar que não é possível clonar seres humanos&#8221;, afirma o americano Don Wolf, dedicado a pesquisas de clonagem no Centro de Primatas do Oregon. &#8220;Se é que já não foi feito&#8221;, disse Wolf ao jornal O Globo. A rigor, já foi feito não com a cenografia espetacular da ovelha Dolly, mas com o recato de uma experiência até hoje confinada no laboratório. Em 1992, dois biólogos da Universidade George Washington, Jerry Hall e Robert Stillman, clonaram 48 embriões humanos, mas lhes deram apenas seis dias de vida. Ou seja, os criadores exterminaram a criatura antes que ela se tornasse um feto.</p>
<p>O feito de Hall e Stillman parecem ter sido o limite aceito pela Comissão Nacional de Bioética dos Estados Unidos, criada pelo presidente Bill Clinton para apresentar sugestões sobre os dilemas suscitados pela técnica da clonagem. Instruído pela Comissão, Clinton mandou um projeto de lei ao Congresso autorizando a clonagem de embriões, tal como fizeram Hall e Stillman, mas proibindo a implantação os embriões em mulheres. &#8220;Não há nada de imoral em usar a clonagem em benefício da humanidade, mas é inconcebível cogitar o nascimento de crianças clonadas&#8221;, disse Clinton.</p>
<p>Na prática, o governo americano quer considerar ilegal a clonagem de humanos. O projeto de Clinton, que está em debate no Congresso, nega verbas para as pesquisas e propõe multa de 250 000 dólares para o cientista que empreender a experiência. No Brasil, um projeto um projeto de clonagem só poderia ser feito com a autorização da Comissão de Biossegurança.</p>
<p>Até agora falamos de cientistas que, bem ou mal, podem ser controlados. Mas um dos efeitos negativos de Dolly foi despertar o Dr. Maluco. Ele responde pelo nome de Marc Riyard, é biólogo e vive em Montreal, no Canadá, onde integra o Movimento Religioso Raelian. O pessoal do Raelian fundou uma empresa com sede nas Bahamas, paraíso fiscal em vias de tornar-se também paraíso genético. A empresa oferece um serviço chamado Clonaid, capaz de satisfazer fantasias derivadas de Dolly &#8211; dos pais que pensariam em clonar um filho em coma ao milionário que gostaria de ter um clone no congelador para abastecer-se quando precisasse de um rim.</p>
<p>Segundo a Clonaid, milhares de pessoas já se inscreveram para obter um clone. O preço: 200.000 dólares.</p>
<p>Veja Mais &#8211; A Ovelha Dolly.</p>
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		<title>A clonagem bovina comercial na Embrapa</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A clonagem bovina comercial na Embrapa]]></category>

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		<description><![CDATA[José Manuel Cabral de Sousa Dias Com a conclusão do estudo realizado pela FDA – Food and Drug Administration &#8211; anunciada nos Estados Unidos, nos últimos dias de 2006, de que o consumo da carne e do leite de clones bovinos não representa risco adicional à saúde humana, três revistas brasileiras de grande circulação, trouxeram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>José Manuel Cabral de Sousa Dias</p>
<p>Com a conclusão do estudo realizado pela FDA – Food and Drug Administration &#8211; anunciada nos Estados Unidos, nos últimos dias de 2006, de que o consumo da carne e do leite de clones bovinos não representa risco adicional à saúde humana, três revistas brasileiras de grande circulação, trouxeram matérias sobre esse assunto, enfatizando a importância da técnica para a pecuária nacional e abordando as perspectivas para a clonagem bovina comercial.</p>
<p>A Embrapa &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária também está participando da introdução da tecnologia da clonagem bovina no mercado brasileiro e, possivelmente, internacional. A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, obteve o primeiro clone bovino no Brasil, a bezerra da raça Simental Vitória, em março de 2001. Este clone, que está prestes a completar seis anos de vida sem apresentar nenhum sintoma de envelhecimento precoce, já foi mãe da bezerra Glória, nascida em 2004 e do bezerro Galante, nascido em 2006, ambos gerados por inseminação artificial. O nascimento dos filhos da Vitória responde a importantes questões sobre a fecundidade e habilidade materna do clone e abre ótimas perspectivas para a clonagem comercial.</p>
<p>O segundo clone produzido pela equipe do Laboratório de Reprodução Animal da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia foi a “Lenda da Embrapa”, gerada, em 2003, a partir de células de uma vaca holandesa que havia morrido antes da coleta das células que originaram o clone. “Lenda da Embrapa”, por inseminação artificial, gerou Fábula, que nasceu em setembro de 2005 e que, atualmente, com mais de um ano de idade, tem desenvolvimento normal, demonstrando o potencial reprodutivo e a habilidade materna da fêmea clonada.</p>
<p>Outro experimento de clonagem foi realizado a partir de uma vaca Junqueira, raça que foi muito importante no passado recente, mas que atualmente está em risco de extinção. Dois clones, as bezerras Porã e Potira, nasceram em abril de 2005, constituindo-se em uma real possibilidade de multiplicar o número de animais dessa raça no país. A partir desse experimento, pode-se antever que a clonagem poderá ser utilizada, no futuro para salvar bovinos ou outros mamíferos em risco de extinção. Outras informações sobre os clones produzidos pela Embrapa podem ser obtidas no nº 11 do informativo Genebio, em http://www.cenargen.embrapa.br/Genebio/genebio11.pdf</p>
<p>No tocante à clonagem comercial, a Embrapa está avançando nas pesquisas para a produção de animais clonados por meio de uma parceria constituída com a empresa Brasif Participações e Administração, que mantém a Fazenda Mata Velha, em Uberaba (MG). Esta propriedade, uma das de maior importância no melhoramento e difusão de genética da raça Nelore no país, tem à frente o Dr. Jonas Barcellos, um dos grandes entusiastas da introdução de tecnologias e novas práticas no setor pecuário. Em maio de 2006, a Brasif e a Embrapa assinaram contrato para melhoramento e validação das técnicas de clonagem e para prestação de serviços de produção de clones para os criadores interessados.</p>
<p>Os primeiros experimentos advindos dessa parceria estão sendo realizados no Campo Experiemtal Sucupira da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília (DF). São experimentos que visam melhorar as técnicas de clonagem, de modo a aumentar a produção de clones por manipulação realizada e o índice de prenhez a partir dos embriões clonados implantados nas receptoras.</p>
<p>Na Fazenda Mata Velha está em construção um laboratório específico para a produção in vitro de embriões (PIVE) e de clones bovinos e, de acordo com a programação estabelecida, a parceria entre a Embrapa e a Brasif deve se consolidar em 2007 com o nascimento dos primeiros clones que usarão material genético doado por matrizes de alto padrão genético da Fazenda Mata Velha.</p>
<p>A partir daí, o laboratório passará a atender à demanda pela produção de cópias de animais de alto valor genético da própria Fazenda Mata Velha e de outras propriedades interessadas em multiplicar e difundir o seu material genético. A expectativa é que, até ao final de 2008, as técnicas de clonagem estejam devidamente dominadas e o laboratório se encontre em pleno funcionamento.</p>
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		<title>Clonagem</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Clonagem]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é clonagem? A palavra clone (do grego klon, significa “broto”) é utilizada para designar um conjunto de indivíduos que deram origem a outros por reprodução assexuada. A Clonagem é o processo natural ou artificial em que são produzidas cópias fiéis de outro indivíduo (homem, animais, etc.), ou seja, a clonagem é o processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é clonagem?</p>
<p>A palavra clone (do grego klon, significa “broto”) é utilizada para designar um conjunto de indivíduos que deram origem a outros por reprodução assexuada.</p>
<p>A Clonagem é o processo natural ou artificial em que são produzidas cópias fiéis de outro indivíduo (homem, animais, etc.), ou seja, a clonagem é o processo que formará um clone.</p>
<p>O termo clone foi criado em 1903, pelo botânico norte-americano Herbert J. Webber, segundo ele, o clone é basicamente um descendente de um conjunto de células, moléculas ou organismos geneticamente igual à de uma célula matriz.</p>
<p>O processo de clonagem natural ocorre em alguns seres, como as bactérias e outros organismos unicelulares que realizam sua reprodução pelo método da bipartição, além disso, o tatu também produz um clone através da poliembrionia.<br />
No caso dos humanos, os clones naturais são os gêmeos univitelinos, ou seja, são seres que compartilham do mesmo material genético (DNA), sendo originado da divisão do óvulo fecundado.</p>
<p>No processo de clonagem artificial existem várias técnicas de clonagem, uma delas permite clonar um animal a partir de óvulos não fecundados, sendo este processo conhecido desde o século XIX, estes processos eram praticados pelos horticultores que obtinham clones de orquídeas, que através de tecidos meristemáticos de uma planta matriz, originava dezenas de novas plantas geneticamente idênticas.</p>
<p>Clonagem de Macacos</p>
<p>A clonagem de macacos foi feita nos Estados Unidos utilizando as mesmas técnicas da ovelha Dolly.<br />
A grande diferença deste tipo de clonagem foi pelo fato de utilizarem células de um embrião e não de animais adultos como o caso da ovelha Dolly.</p>
<p>Quais as vantagens da clonagem?</p>
<p>As principais vantagens da clonagem são:<br />
- A preservação de animais em extinção;<br />
- Desenvolvimento de animais imunes a algumas doenças que são contagiosas;<br />
- Clonagem de células humanas para tratamento de doenças, como: pâncreas para diabéticos e de células do sangue para os leucêmicos.</p>
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