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	<title>Vim Saber &#187; Esporte e Lazer</title>
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		<title>A História do Clube Corinthians</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:09:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A História do Clube Corinthians]]></category>

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		<description><![CDATA[Como surge um time de futebol? É claro que cada um tem a sua história, mas nenhuma pode ser igual à do Corinthians que surgiu, de repente, graças a audácia de cinco rapazes que, após assistir uma equipe da Inglaterra, o Corinthians Team, firmemente decidiram fundar um time de futebol do mesmo gênero. Era 1º [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como surge um time de futebol? É claro que cada um tem a sua história, mas nenhuma pode ser igual à do Corinthians que surgiu, de repente, graças a audácia de cinco rapazes que, após assistir uma equipe da Inglaterra, o Corinthians Team, firmemente decidiram fundar um time de futebol do mesmo gênero.</p>
<p>Era 1º de setembro de 1910 e os cinco operários Joaquiam Ambrósio, Carlos da Silva, Rafael Perrone, Antônio Pereira e Anselmo Correia se reuniram com mais oito rapazes e fundaram o &#8220;Sport Club Corinthians Paulista&#8221;. O presidente escolhido por eles foi o alfaiate Miguel Bataglia que já no primeiro momento afirmou: &#8220;O Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time&#8221;.</p>
<p>Da primeira coleta à compra da primeira bola de futebol do clube pouco tempo passou. Na verdade, apenas uma semana. Um terreno baldio alugado na Rua José Paulino foi aplainado e virou campo e foi lá que, já no dia 14 de setembro, o primeiro treino foi realizado diante de uma platéia entusiasmada que garantiu: &#8220;Este veio para ficar&#8221;.</p>
<p>De partida em partida o time foi se tornando famoso, mas era ainda um time de várzea. No ano de 1913, o Corinthians pleiteou uma vaga junto a Liga Paulista de Futebol e foi aceito, tornando-se assim o quarto dos chamados &#8220;três mosqueteiros&#8221; (Americano, Germânia e Internacional) &#8211; o D´Artagnan, que é até hoje um dos seus ídolos!</p>
<p>Os grandes craques que passaram pelo Corinthians como Neco, Luizinho, Oreco, Gilmar, Sócrates e outros são lembrados até hoje e tidos com muito carinho pela torcida.</p>
<p>Corinthians garante sua década mais gloriosa com título estadual</p>
<p>O Corinthians fechou com o título do Campeonato Paulista a sua década mais gloriosa desde a sua fundação, em 1910.</p>
<p>O troféu de campeão paulista deste ano é o 23º de sua história. É o time que mais conquistou títulos estaduais neste século. O Palmeiras, maior rival da história corintiana, tem 21 conquistas.</p>
<p>Também nestes anos 90, o Corinthians ganhou a Copa do Brasil de 1995, o Campeonato Brasileiro de 1990 e o de 1998. Das quatro participações em Copa Libertadores, três aconteceram nesta década.</p>
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		<title>A história do Barroso </title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:07:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A história do Barroso ]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 11 de junho de 1921, quando se comemorava mais um aniversário da “Batalha do Riachuelo”, surgiu em Maceió um novo clube chamado Esporte Clube Barroso. O nome era em homenagem ao grande almirante brasileiro. Um punhado de desportistas fundaram o novo clube: Serginho Chagas. Leodegário Amarante. Manoel Lino e Luiz Cardoso &#8211; O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 11 de junho de 1921, quando se comemorava mais um aniversário da “Batalha do Riachuelo”, surgiu em Maceió um novo clube chamado Esporte Clube Barroso. O nome era em homenagem ao grande almirante brasileiro. Um punhado de desportistas fundaram o novo clube: Serginho Chagas. Leodegário Amarante. Manoel Lino e Luiz Cardoso &#8211; O lema do clube era –Lutar e vencer sempre unidos pelo esporte.</p>
<p>Durante muitos anos, o Barroso participou dos campeonatos alagoanos com bons e maus momentos. Foi um dos clubes fundador da Coligação Esportiva de Alagoas em 1927, hoje, Federação Alagoana de Futebol. No primeiro jogo oficial realizado em Maceió, pelo primeiro campeonato da CEA, o Barroso venceu o Uruguai por 2&#215;1.</p>
<p>Com o passar dos anos, muitos diretores assumiram o Barroso. Muitos deles com destaques especiais. Caso de Arestides Toledo. Waldomiro Breda. Paulo Ananias. Luiz Falcão. Oscar de Souza. Abel Ribeiro. Manuel Torquato. Mário Lages e Luiz Canuto. Mesmo nas dificuldades, nas crises, nos momentos difíceis, esses dirigentes não se desesperavam e procuram fazer do Barroso um clube grande. Eram homens simples e fieis trabalhadores, que ofereciam parte do seu tempo para acompanhar o dia a dia do seu time.</p>
<p>O grande momento do Barroso no futebol alagoano aconteceu em 1946. O clube rubro negro se sagrou campeão estadual pela primeira vez. Apesar do campeonato ter sido disputado em apenas um turno, o Barroso ganhou todos os jogos com méritos indiscutíveis. Waldomiro Breda e Luiz Canuto era seus dirigentes mais atuantes, auxiliado pelo Ziza, outro abnegado pelas cores do seu clube.</p>
<p>Em 1951, depois de atravessar muitas crises em seu departamento de futebol, o Barroso foi obrigado a fechar suas portas. Era mais um triste capitulo da história do futebol alagoano. Mais um clube que deixava de existir. Mais uma agremiação que deixava saudades. Não que apresentou ao longo dos campeonatos, mas pela simpatia de seus dirigentes e jogadores.</p>
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		<title>A história de um frango</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:07:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A história de um frango]]></category>

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		<description><![CDATA[(Primeira fila – Mario Filho – Globo Sportivo de 1950) - Jogo Botafogo x Canto do Rio Nada de barreira. Para que barreira, se Alcebíades estava cerca de quarenta metros e quase não tinha força para levantar a perna ? Ari abriu os braços, mandou Caeira mais para lá. Borges mais para cá. Assim, ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Primeira fila – Mario Filho – Globo Sportivo de 1950)<br />
- Jogo Botafogo x Canto do Rio</p>
<p>Nada de barreira. Para que barreira, se Alcebíades estava cerca de quarenta metros e quase não tinha força para levantar a perna ? Ari abriu os braços, mandou Caeira mais para lá. Borges mais para cá. Assim, ele podia ver Alcebíades melhor. Pobre Alcebíades. Fioravante Dangelo soprou o apito. Alcebíades fez uma força danada para levantar a perna, o pé dele bateu na bola e lá veio a bola devagarzinho. Talvez, pensou Ari, ela não chegue até cá. Sim, talvez ele, Ari, precisasse sair do gol para apanhar a bola. Devagar se vai ao longe, reza o ditado, e a bola comeu os quarenta metros de grama, chegou perto de Ari. Ari abriu as pernas, curvou-se como em uma aula de ginástica pelo rádio. Agora era só botar a mão em cima da bola. Tudo muito fácil. A mão de Ari desceu mais, encostou no chão. Onde estava a bola ? Ari olhou para dentro do gol de cabeça para baixo. A bola atravessara a linha e parara. Ari fechou os olhos, não quis ver mais nada. A vontade dele era desaparecer. Duas mãos abertas taparam o rosto de Ari. De rosto tapado Ari podia ficar de pé outra vez.</p>
<p>Quatro torcedores do Canto do Rio vararam o minuto de silêncio com gritos de gol. Ari continuava cobrindo o rosto com as duas mãos sem ver nada. Deu vontade de abrir um dabilú na altura do olho. O dabilú mostrou-lhe dez jogadores do Botafogo olhando para ele e, Fioravante Dangelo, no meio do campo, esperando pacientemente que Heleno se dignasse dar a nova saída. Heleno botou as mãos na cintura e parecia que nunca mais ia tirar os olhos de Ari. Finalmente Fioravante Dangelo apitou. Heleno teve que dar as costas para Ari. Heleno e os outros.</p>
<p>Quando terminou o jogo, antes de abandonar o campo, Ari olhou o placar. Lá estava: Canto do Rio 4 x Botafogo 3, não era mentira não. Ari entrou no vestiário, deixou-se cair em um banco e esperou que alguém dissesse alguma coisa. Ninguém disse nada a Ari. Ari não compreendia por que ninguém dizia nada a ele. Era melhor falar logo. Vamos, diga. Uma chuteira caiu no cimento, Ari ouviu o barulho da água no chuveiro aberto, ouviu um suspiro profundo, tirado ao fundo da alma ele não sabia de quem. Devia ser o Pascoal. Pascoal chorava em campo, Pascoal não podia ver uma fita de cinema triste sem puxar o lenço do bolso. Agora, depois de ouvir o suspiro de Pascoal, Ari descobriu que também tinha um coração que sabia chorar.</p>
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		<title>A grande jogada de Domingos da Guia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:06:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A grande jogada de Domingos da Guia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mário Filho na Manchete Esportiva de 1955 A grande jogada de Domingos da Guia foi num Flamengo e Botafogo, em Álvaro Chaves. Ele não gostava de se exibir ou, pelo menos, parecia que não gostava, que fazia apenas o indispensável. Só na hora em que deveria surgir, esticar o pé, fazer alguma coisa, é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mário Filho na Manchete Esportiva de 1955</p>
<p>A grande jogada de Domingos da Guia foi num Flamengo e Botafogo, em Álvaro Chaves. Ele não gostava de se exibir ou, pelo menos, parecia que não gostava, que fazia apenas o indispensável. Só na hora em que deveria surgir, esticar o pé, fazer alguma coisa, é que se mexia, é que dava sinal de vida. Por isso saía de campo com a camisa enxuta, naquele passo de samba à valsa lenta. Nesse Botafogo e Flamengo foi diferente, fez questão de ser diferente. Também tinha levado a maior vaia de sua vida. Primeiro levou uma vaiazinha: rebateu uma bola para fora. O sócio do Fluminense achou que Domingos da Guia não podia rebater uma bola para fora, e embora fosse uma homenagem, Da Guia se ofendeu. Então fez um gesto feio para a social do Fluminense. Nem queriam saber. Para dar uma idéia: Mário Pólo exigiu, aos gritos, a prisão do Mestre Da Guia.</p>
<p>Domingos não foi preso. Antes dele outros jogadores tinham feito o mesmo gesto e ficaram soltos. Mas num Da Guia ninguém admitia isso. E ele compreendeu que tinha sido outro, que tinha se diminuído, que precisava voltar a ser, e imediatamente, o Mestre Da Guia. E foi o que ele fez. Pegou uma bola a um metro do gol do Flamengo, pisou nela e chamou todo ataque do Botafogo para cima dele. E lá foram os cinco, com Heleno na frente, Geninho foi último. A torcida do Flamengo virou o rosto. Nem queria ver. A do Fluminense é que olhava fascinada para o Domingos contra cinco. E Da Guia deu o primeiro drible de milímetros, o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto. Depois estendeu um passe de cinqüenta metros para Vevé, lá na ponta esquerda.</p>
<p>A bola passou por cima das cabeças dos jogadores do Botafogo, que pularam e esticaram o pescoço o mais que podiam sem tocá-la. E lá foi a bola imaculada, cair feito um ramo de flores, aos pés de Vevé. Então Domingos da Guia se voltou para a social do Fluminense, perfilou-se, depois se curvou e estendeu o braço direito num daqueles cumprimentos rasgados que exigem um chapéu com penacho para varrer o chão. Eu só vi a alta burguesia das Laranjeiras ficar de pé e aplaudir em palmas de queimar as mãos. Pois é: e parece que Domingos da Guia nunca existiu. Ninguém fala mais nele.</p>
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		<title>A goleada do CRB sobre o CSA em 1949 </title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:04:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A goleada do CRB sobre o CSA em 1949 ]]></category>

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		<description><![CDATA[O publico desejava assistir o grande prélio, tanto assim é que acusaram as bilheterias, uma arrecadação de CR$ 7.810,00, ou sejam 2.300 cruzeiros superior a do último prélio. Agora passamos ao relato do choque, iniciando por dizer que o CRB começou o jogo com vontade de vencer. Carregadas perigosas e bem combinadas eram feitas contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O publico desejava assistir o grande prélio, tanto assim é que acusaram as bilheterias, uma arrecadação de CR$ 7.810,00, ou sejam 2.300 cruzeiros superior a do último prélio.</p>
<p>Agora passamos ao relato do choque, iniciando por dizer que o CRB começou o jogo com vontade de vencer. Carregadas perigosas e bem combinadas eram feitas contra o arco de Carijó. Aos dois minutos, houve uma falta de Paulo Mendes. Cobrada de fora da área por Pedrosa, foi aproveitada em grande estilo por Zé Cícero que, escorando a bola de cabeça, marcou o primeiro gol dos pajuçarenses.</p>
<p>O Regatas continuava na ofensiva e a defesa do CSA limitava-se, apenas, a defender-se como podia e quase imediatamente a contagem quase era aumentada com um tiro de Paulo Santa Rita que foi de encontro a um dos postes das traves. Produto, ainda, do assédio alvi rubro, foi que um hand pênalti cometido por Lauro dentro da área, Zé Cícero converteu no segundo tento para os do Regatas. Os do CSA reagem e procuram melhorar o time com a substituição de Seu Zé por Duda. Vê-se que o CRB cuida mais da defesa do que o ataque. Mesmo assim o trabalho de Laxinha, Arédio e Paulo é bastante produtivo, aproveitando o extrema direita para encaixar magnificamente o balão nas redes do seu Nondas, quando o zagueiro Paulo Mendes falhou lamentavelmente.</p>
<p>O Centro Sportivo Alagoano lutava, então, com disposição. Macaquinho fazia bonitos lances procurando com sua classe, abrir fenda na defesa contrária. Cão, igualmente, com seu arrojo e Oscarzinho com sua malicia, exigiam de Bandeira, Divaldo. Miguel Rosas, Tomires, Pedrosa e Walfrido Vieira defesas e mais defesas. De vez em quando, porém, o CRB esboçava ataques, os quais era feitos perigosamente, não surtindo efeito satisfatório dada a atuação segura de Jaú, que substituira Nivaldo Yang Tay. E quando se registrava um ataque perigoso do esquadrão de aço, o juiz deu por findo o prélio. Marcava o CRB 5&#215;2. Bonita vitória. Venceu com juros a turma de Ulisses Marinho. Triunfo da melhor tática com Arédio e Zé Cícero como pontas de lança. Aquele reapareceu em grande forma. É um jogador rápido e inteligente. Além de tudo é exímio chutador. O CSA soube perder. Não foi o mesmo team do domingo passado. Sofreu o mesmo complexo do CRB, naquela tarde aziaga de 19. No primeiro tempo, foi dominado quase que totalmente. O Centro teve um gol anulado, conquistado com o auxilio de uma das mãos.</p>
<p>Daqui, os nossos parabéns a turma galo de campina pelo brilhante triunfo. Repetiu-se a frase: um grande team não é vencido duas vezes seguidas pelo mesmo adversário. Parabéns ao Centro, igualmente, porque soube perder, encarando a derrota como um resultado próprio da luta.</p>
<p>Detalhes do prélio:<br />
CRB 5 x CSA 2.<br />
Local: Estádio do Clube de Regatas Brasil.<br />
Arbitro: Doca Loureiro com regular atuação.<br />
Renda: 7 mil e 800 cruzeiros.<br />
Quadros:<br />
CRB: Bandeira. Miguel Rosas e Divaldo. Pedrosa. Tomires e Walfrido Vieira. Arédio. Zé Cícero. Laxinha. Dario e Paulo Santa Rita.<br />
CSA: Carijó (Epaminondas). Paulo Mendes e Nivaldo Yang Tay (Jaú). Djalma. Lauro (Castelar) e Euclides. Cão. Macaquinho. Zé Maria. Oscarzinho e Seu Zé (Duda).<br />
Melhores em campo.<br />
No CSA as figuras de destaques foram: Macaquinho. Cão. Euclides. Djalma e Paulo Mendes.<br />
NO CRB, Bandeira, Dario, Walfrido Vieira e Divaldo.<br />
Marcha do placar:<br />
1º tempo: CRB 3&#215;1. Tentos para o CRB de Zé Cícero aos 4 minutos e novamente Zé Cícero aos 20 minutos cobrando um pênalti e Arédio aos 25. O único gol do CSA foi marcado por Divaldo contra.<br />
Final: CRB 5&#215;2. Tentos de Djalma contra aos 13 minutos e Arédio aos 19 para o CRB. Miguel Rosas contra marcou o ponto do Centro Sportivo Alagoano.<br />
Preliminar: CRB 1&#215;0.<br />
Anormalidade: Não houve.</p>
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		<title>A fuga do Avelar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:03:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A fuga do Avelar]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de fazer a cobertura diária do CRB, o repórter Antonio Avelar tornou-se amigo do lateral Valdir Espinosa. Um dia, entre uma garrafada e outro na Macarronada do Edson ouvi o jogador prometer que ainda iria dar um abraço no Avelar atrás da trave após marcar um gol para o CRB. Espinosa não era muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além de fazer a cobertura diária do CRB, o repórter Antonio Avelar tornou-se amigo do lateral Valdir Espinosa. Um dia, entre uma garrafada e outro na Macarronada do Edson ouvi o jogador prometer que ainda iria dar um abraço no Avelar atrás da trave após marcar um gol para o CRB.</p>
<p>Espinosa não era muito de fazer gol, mas por vias das duvidas – seguro morreu de velho – Avelar deixou de assistir aos jogos do CRB atrás da trave, ao meu lado enquanto eu fazia informações de fundo de gol. Avelar passara a ficar no banco, junto ao técnico e dirigentes do galo.</p>
<p>Um dia, no clássico contra o CSA, Espinosa entrou em campo animado, saltitante e me perguntou pelo Avelar. Mostrei o banco e Espinosa fez um sinal para ele vir até o gramado.</p>
<p>- Vai ser hoje, com o Trapichão lotado. Vou fazer o gol e ao invés de correr para a massa vou até o você e lhe dou um abraço.<br />
- Nem se abra – limitou-se a dizer o Avelar, pouco acreditando no tal gol.</p>
<p>Segundo tempo, Espinosa aventurou-se dentro da área, recebeu de Djair, deu um lençol num zagueiro e manda firme para dentro da meta do CSA. Espinosa levanta os braços, dá meia volta, aponta para Avelar de longe e corre para o banco.</p>
<p>Avelar nem esperou para contar a historia. Nunca ninguém lhe viu com tanta agilidade ao correr escada abaixo e desaparecer no túnel.</p>
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		<title>A ficha mais suja do futebol brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:02:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A ficha mais suja do futebol brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Daison Pontes era violento e fanfarão. Foi punido por tudo, inclusive doping, e só parou quando agrediu um juiz. Em 1974, o zagueiro do Gaúcho de Passo Fundo no Rio Grande do Sul, deu um soco na cara do juiz José Luis Barreto. Foi suspenso por 18 meses e voltou em 1976 apenas para encerrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daison Pontes era violento e fanfarão. Foi punido por tudo, inclusive doping, e só parou quando agrediu um juiz. Em 1974, o zagueiro do Gaúcho de Passo Fundo no Rio Grande do Sul, deu um soco na cara do juiz José Luis Barreto. Foi suspenso por 18 meses e voltou em 1976 apenas para encerrar a carreira. Estava encerrando, também, a ficha mais sujada história do futebol brasileiro. Daison Pontes virou lenda. Grandalhão, fanfarão, carismáatico, ele ajudou a fazer a fama de Passo Fundo como a “terra de machos”.</p>
<p>Formava dupla de área com seu irmão João Pontes, outro exemplo de indisciplina. Foi punido por tudo, desde do doping até agressão, num total de 18 punições. Em 1974, num jogo em Passo Fundo, o juiz José Luis Barreto maarcou um pênalti contra o Gaúcho e Daison o chamou de criolo. E o juiz teria dito – Se te pego fora de Passo Fundo, te expulso. Daison respondeu: Se me expulsar te quebro a cara.</p>
<p>Semanas depois se encontraram em Santa Maria. Os dois cumpriram a promessa. Barreto o expulsou e Daison quebrou a cara do juiz.</p>
<p>As expulsões dos irmãos Pontes.</p>
<p>Daison Pontos:</p>
<p>1959 – agressão a adversário.<br />
1962 – invasão de campo.<br />
1963 – ofensas ao juiz.<br />
1964 – agressão ao adversário.<br />
1964 – ofensas ao juiz.<br />
1964 – ofensas ao juiz.<br />
1964 – ofensas ao juiz.<br />
1966 – agressão ao adversário.<br />
1968 – ofensas ao juiz.<br />
1969 – agressão ao adversário.<br />
1969 – atitude inconveniente.<br />
1970 – agressão ao adversário.<br />
1971 – atitude inconveniente.<br />
1972 – agressão ao adversário.<br />
1973 – agressão ao adversário.<br />
1974 – ofensas ao juiz.<br />
1974 – uso de estimulante.<br />
1974 – agressão ao juiz.</p>
<p>João Pontes:</p>
<p>1964 – agressão ao adversário.<br />
1965 – agressão ao adversário.<br />
1965 – ofensas ao juiz.<br />
1966 – ofensas ao juiz.<br />
1966 – agressão ao adversário.<br />
1967 – ofensas ao juiz.<br />
1969 – atitude inconveniente.<br />
1970 – agressão ao adversário.<br />
1972 – ofensas ao juiz.<br />
1973 – agressão ao adversário.<br />
1974 – ofensas ao juiz.<br />
1978 – ofensas ao juiz.</p>
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		<title>A expulsão do ano &#8211; 1956</title>
		<link>http://www.vimsaber.com/a-expulsao-do-ano-1956/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte e Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[A expulsão do ano - 1956]]></category>

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		<description><![CDATA[Manchete Esportiva &#8211; 1956 Aconteceu no jogo que decidiu o campeonato carioca de 1956 - Vasco 2 x Bangu 1 Quanto terminou o primeiro tempo, Zizinho se dirigiu ao bandeirinha Lino Teixeira – “Você diga a ele (juiz) que dinheiro não adianta não. Nós vamos pra cabeça e ele não vai poder anular todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manchete Esportiva &#8211; 1956</p>
<p>Aconteceu no jogo que decidiu o campeonato carioca de 1956 -<br />
Vasco 2 x Bangu 1</p>
<p>Quanto terminou o primeiro tempo, Zizinho se dirigiu ao bandeirinha Lino Teixeira – “Você diga a ele (juiz) que dinheiro não adianta não. Nós vamos pra cabeça e ele não vai poder anular todos os gols que fizermos, tá ?”</p>
<p>Quando os times voltaram para o segundo tempo, aconteceu o seguinte dialogo entre o juiz e o craque –</p>
<p>- Eunápio de Queiroz: Você ai, venha cá !</p>
<p>- Zizinho: Venha o senhor. A distância é a mesma.</p>
<p>- Eunápio de Queiroz: Você está expulso. Pode ir para o chuveiro!</p>
<p>- Zizinho: Muito obrigado. Assim o Vasco ganha. Comigo não ia perder.</p>
<p>Nota –<br />
Indignado, o juiz Eunápio de Queiroz, disse que ia tomar satisfações com Zizinho sobre o que ele havia dito ao bandeirinha. Irritou-se com a atitude do jogador que o desacatou em publico. Por isso, o expulsou.</p>
<p>Depois de expulso, Zizinho desabafou:<br />
“Não sei o que o bandeirinha arrumou. O caso é que o juiz, quando me chamou, veio com valentia. Afinal não sou moleque para fazer o que ele fez, no meio daquela gente toda. Por isso, não fui. A distância era a mesma. Ai ele me expulsou e garantiu suas castanhas”.</p>
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		<title>A despedida do arbitro Luis Digerson </title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:00:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A despedida do arbitro Luis Digerson ]]></category>

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		<description><![CDATA[Para a torcida, juiz não tem mãe nem honra. No entanto, o arbitro Luis Digerson teve até festa em sua despedida do apito. Foi no amistoso entre CSA e Sport Recife, para entrega de faixas ao campeão alagoano. Ele trabalhou 15 minutos e passou o apito para seu colega Sebastião Canuto. Seguiu-se uma rápida solenidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a torcida, juiz não tem mãe nem honra. No entanto, o arbitro Luis Digerson teve até festa em sua despedida do apito. Foi no amistoso entre CSA e Sport Recife, para entrega de faixas ao campeão alagoano. Ele trabalhou 15 minutos e passou o apito para seu colega Sebastião Canuto. Seguiu-se uma rápida solenidade e, chorando de emoção, Digerson deu a volta olímpica pelo gramado do estádio do Trapichão, sob os aplausos dos jogadores e da torcida. Embora moço, 36 anos, ele abandonou a carreira alegando simplesmente “falta de tempo”.</p>
<p>Luis Digerson tem outro feito na vida: como jogador do Capelense, foi campeão alagoano em 1962. Isso aconteceu em meio dos anos setenta.</p>
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		<title>Ademir</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte e Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Ademir]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta foto mostra Ademir Marques de Menezes em 1943 quando foi contratado pelo Vasco da Gama. Ele tinha sido a maior figura do Sport Clube do Recife em uma temporada pelo Sul do país em 1942. Ademir foi um dos maiores artilheiros do futebol brasileiro e um grande ídolo da torcida do Vasco da Gama. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta foto mostra Ademir Marques de Menezes em 1943 quando foi contratado pelo Vasco da Gama. Ele tinha sido a maior figura do Sport Clube do Recife em uma temporada pelo Sul do país em 1942.</p>
<p>Ademir foi um dos maiores artilheiros do futebol brasileiro e um grande ídolo da torcida do Vasco da Gama.</p>
<p>Ademir faleceu no dia 11 de maio de 1996 no Rio de Janeiro.</p>
]]></content:encoded>
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