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	<title>Vim Saber &#187; Geográfia</title>
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		<title>Globalização</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:27:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O processo de integração mundial que se intensifica nas últimas décadas baseia-se na liberalização econômica. Com o abandono gradativo de barreiras tarifárias que protegem sua produção da concorrência estrangeira, os Estados se abrem ao fluxo internacional de bens, serviços e capitais. A recente revolução nas tecnologias da informação contribui de forma decisiva para essa abertura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de integração mundial que se intensifica nas últimas décadas baseia-se na liberalização econômica. Com o abandono gradativo de barreiras tarifárias que protegem sua produção da concorrência estrangeira, os Estados se abrem ao fluxo internacional de bens, serviços e capitais. A recente revolução nas tecnologias da informação contribui de forma decisiva para essa abertura, permitindo uma integração sem precedentes do planeta. Além de concorrer para uma crescente homogeneização cultural, a evolução e a popularização das tecnologias de informação (computador, telefone e televisor) são fundamentais para agilizar o comércio, o fluxo de investimentos e a atuação das empresas transnacionais. Em 1960, um cabo de telefone intercontinental conseguia transmitir 138 conversas ao mesmo tempo. Atualmente, os cabos de fibra ótica possuem capacidade para enviar 1,5 milhão. Uma ligação telefônica internacional de três minutos, que custava 244 dólares em 1930, é feita, em média, por 2,5 dólares em 2000. A Organização Mundial do Comércio (OMC) estima em 2000 a existência de 300 milhões de usuários da internet e transações comerciais de mais de 300 bilhões de dólares.</p>
<p>Expansão &#8211; O início da integração mundial remonta aos séculos XV e XVI, quando a expansão ultramarina dos Estados europeus possibilita a conquista de novos mercados. Outro salto na difusão do comércio e dos investimentos é dado pelas duas Revoluções Industriais, nos séculos XVIII e XIX. A interdependência econômica cresce até a quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, e é retomada no bloco capitalista após a II Guerra Mundial. Estimuladas pela queda de barreiras &#8211; decorrente, em grande parte, das políticas liberalizantes postas em prática pelo Acordo Geral de Tarifas e Comércio (Gatt) e, atualmente, pela Organização Mundial do Comércio (OMC) -, as trocas mundiais aumentam de forma expressiva a partir dessa época. Em 1950 totalizam 61 bilhões de dólares, ao passo que em 1998 atingem 5,2 trilhões de dólares. O fim da Guerra Fria, nos anos 80, inaugura um novo estágio da globalização: as trocas mundiais incrementam-se ainda mais por causa da transição das nações comunistas para a economia de mercado, e a expansão do comércio supera a do aumento da produção mundial.</p>
<p>Um fator decisivo para a intensificação do comércio é a criação de Blocos econômicos regionais, nos quais as tarifas de importação e outras barreiras para as trocas entre os membros são eliminadas. O mais importante deles, a União Européia (UE), avança no processo de globalização ao criar, em 1o de janeiro de 1999, o euro, moeda única já adotada por 11 nações do bloco. A partir de 1o de julho de 2002, as moedas nacionais da UE deixarão de existir.</p>
<p>Corporações transnacionais &#8211; A globalização é marcada, ainda, pelo crescimento das corporações transnacionais, que exercem papel decisivo na economia mundial. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, das 100 maiores riquezas do mundo, metade pertence a Estados e metade, a megaempresas. Balanço da revista Fortune mostra que as dez principais corporações do mundo ganharam, juntas, mais de 1,3 trilhão de dólares em 1998, valor 60% maior que o PIB brasileiro. O faturamento isolado de cada uma dessas empresas é comparável ao PIB de importantes economias mundiais, como Dinamarca (174,87 bilhões de dólares), Noruega (145,89 bilhões) e Portugal (106.69 bilhões). A líder do ranking, a General Motors, anunciou, em Agosto de 2000, que teve um lucro recorde de 1,75 bilhão de dólares no segundo trimestre do ano. Além de crescer em faturamento, as corporações tornam-se gigantescas também pelo processo de fusões, acelerado a partir de 1998.</p>
<p>As transnacionais implementam mudanças significativas no processo de produção. Auxiliadas pelas facilidades na comunicação e nos transportes, instalam suas fábricas em qualquer lugar do mundo onde existam melhores vantagens fiscais e mão-de-obra e matéria-prima baratas. Os produtos não têm mais nacionalidade definida. Um carro de uma marca dos EUA pode conter peças fabricadas no Japão, ter sido projetado na França, montado no Brasil e ser vendido no mundo todo.</p>
<p>Explosão dos investimentos &#8211; A expansão dos fluxos de capital tem sido ainda maior por causa da abertura dos países ao investimento estrangeiro e da enorme Velocidade das transações. A migração quase instantânea do dinheiro fortalece investimentos estrangeiros de curto prazo. Mas, ao menor sinal de instabilidade econômica ou política no Estado, o investimento é resgatado, provocando uma crise que pode alastrar-se para outras nações por causa da integração das economias. É o que ocorre no segundo semestre de 1997, quando as principais bolsas de valores do mundo despencam em reação à profunda crise das nações do Sudeste Asiático.</p>
<p>Correção de rumos &#8211; Entre as críticas que recebe o modelo de desenvolvimento baseado na integração econômica mundial, há a de que ele não favorece a distribuição da riqueza entre as nações. Enquanto os países desenvolvidos respondem por quase 70% do comércio internacional, as economias mais frágeis mantêm-se excluídas desse processo. O debate sobre as conseqüências da abertura comercial para esses países está presente nos encontros promovidos durante o ano por importantes organismos internacionais. Na 10a Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), em fevereiro de 2000, em Bangcoc (Tailândia), a grande maioria dos participantes destaca que a liberalização comercial nem sempre beneficia as nações em desenvolvimento. A Unctad defende a cooperação internacional em favor dos países mais pobres, seja na forma de assistência financeira, seja por meio do aumento de investimentos diretos. A organização, em conjunto com o Bird, tem um plano para abolir em 15 anos as dívidas externas dos 41 países mais pobres.</p>
<p>Em 1999, o Bird aponta como causas para o aprofundamento das desigualdades entre ricos e pobres o aumento das ações protecionistas dos países ricos, a voracidade dos investidores e a fragilidade econômica e institucional das nações subdesenvolvidas. Em junho de 2000, o banco divulga um relatório em que se conclui que as instituições precisam atuar mais em conjunto com as comunidades para que a população obtenha os benefícios do desenvolvimento. O Bird também se reúne com ONGs para ouvir suas propostas. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) sugere medidas para corrigir os rumos da globalização, como o aumento da participação e da influência das nações emergentes e ONGs nos fóruns econômicos internacionais &#8211; (FMI), Bird, Grupo dos Sete (G-7) -, controlados pelos Estados ricos.</p>
<p>Protestos antiglobalização &#8211; O debate em torno dos efeitos negativos da globalização ganha maior destaque durante a conferência mundial da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Seattle, em novembro de 1999. O encontro, no qual se pretendia lançar a Rodada do Milênio &#8211; um novo cronograma para a redução de tarifas comerciais -, tornou-se um espelho dos principais conflitos gerados pela globalização. Países ricos e pobres divergem sobre metas e prioridades, e as nações desenvolvidas mostram resistência a reduzir subsídios agrícolas. Do lado de fora, cerca de 10 mil representantes de sindicatos e organizações não governamentais (ONGs) contrárias à globalização realizam protestos contra a OMC. A partir de então, manifestações dessa natureza acompanham outros encontros promovidos em 2000 por organizações mundiais, como ONU, Banco Mundial (Bird) e FMI. Em Praga, durante reunião conjunta do Bird e FMI, em setembro de 2000, 20 mil manifestantes conseguiram forçar a antecipação do fim do encontro, que teve como tema principal o combate à pobreza.</p>
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		<title>Fusos horários</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:26:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fusos horários]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada uma das 24 faixas situadas entre os meridianos da Terra, dentro das quais a hora, por convenção, é a mesma. Estão distribuídas em intervalos de aproximadamente 15º, que corresponde ao ângulo que a Terra gira em uma hora. Conforme se passa de um fuso a outro, deve-se aumentar (a leste) ou diminuir (a oeste) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada uma das 24 faixas situadas entre os meridianos da Terra, dentro das quais a hora, por convenção, é a mesma. Estão distribuídas em intervalos de aproximadamente 15º, que corresponde ao ângulo que a Terra gira em uma hora. Conforme se passa de um fuso a outro, deve-se aumentar (a leste) ou diminuir (a oeste) uma hora no relógio. Os minutos e os segundos continuam os mesmos.</p>
<p>Antes da divisão da Terra em fusos, a Europa possuía 27 horas diferentes (hoje são três) e a América, 74 (hoje, cinco). Isso acontecia porque, como o principal Referencial para a contagem do tempo é a posição do Sol, qualquer Ponto do planeta poderia considerar como meio-dia o instante em que o sol está a pino. Muitas regiões próximas tinham horas diferentes, o que dificultava as comunicações entre os países.</p>
<p>Para resolver o problema, na Conferência de Roma (Itália), em 1883, optou-se por dividir a circunferência da Terra (de 360°) em 24 fusos horários de 15°. Toda a região situada dentro de um fuso passou a ter uma única hora. No ano seguinte, na Conferência de Washington (EUA), 27 nações adotaram o meridiano de Greenwich como Ponto zero, já que a maior parte das cartas geográficas da época, que eram inglesas, usava esse meridiano. No decorrer do tempo, outros países começaram a seguir essa divisão. Atualmente, em todo o mundo, é a partir dele que as horas são contadas.</p>
<p>Hora legal &#8211; Com base na sua localização e nas suas peculiaridades, cada nação institui uma (ou mais) hora legal, que nem sempre corresponde exatamente ao fuso em que está situado. Se o país for muito vasto, estabelece mais de uma hora legal. A Federação Russa, por exemplo, possui doze horas diferentes. O Canadá tem oito, os EUA, seis, e o Brasil, quatro.</p>
<p>Linha Internacional da Data &#8211; Linha que acompanha o antimeridiano de Greenwich (180º), atravessando o oceano Pacífico. Por convenção internacional, esse meridiano determina a mudança de data civil em todo o planeta. Ao ultrapassar essa linha, exatamente no Ponto em que ela se localiza, tem-se de alterar a data para o dia anterior (a leste) ou seguinte (a oeste) à partida. A hora, no entanto, é a mesma nas duas zonas. É o que acontece no Kiribati, uma pequena nação formada por diversas ilhas no oceano Pacífico, cujo território é dividido pela Linha Internacional da Data. Enquanto no leste do país seus habitantes aproveitam o domingo, na capital, Bairiki, já é segunda-feira.</p>
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		<title>Estado, Governo e Nação</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:26:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estado]]></category>
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		<description><![CDATA[No feudalismo, o feudo era um pequeno Estado, dominado pelo senhor feudal, que era o dono das terras e as explorava. Na monarquia, o rei tinha todo o poder e era o próprio Estado. No século XIII, na Inglaterra, foi imposta A Carta Magna ao Rei João Sem Terra, pelos cidadãos ingleses obrigando-o a consultar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No feudalismo, o feudo era um pequeno Estado, dominado pelo senhor feudal, que era o dono das terras e as explorava.</p>
<p>Na monarquia, o rei tinha todo o poder e era o próprio Estado.</p>
<p>No século XIII, na Inglaterra, foi imposta A Carta Magna ao Rei João Sem Terra, pelos cidadãos ingleses obrigando-o a consultar a sociedade.</p>
<p>Maquiavel foi o primeiro a utilizar a Palavra Estado nas suas obras.</p>
<p>Thomaz Hobbes menciona no Leviatã que é a denominação do próprio Estado e ele determina tudo, como um monstro gigantesco que devora e absorve todos os direitos individuais das pessoas.</p>
<p>Para Jean Jacques Rousseau, o Estado nasceu de um contrato social, pelo qual o homem renunciou o estado de natureza em que vivia, com parcela de sua Liberdade, para obter do Estado o mínimo de segurança e bens indispensáveis à sobrevivência tranqüila. A lei passou a ser a expressão da vontade geral e esses ideais foram observados na Revolução Francesa de 1789. (Liberdade, igualdade e fraternidade).</p>
<p>O Estado moderno é portanto a sociedade política e juridicamente organizada, dotada de soberania, dentro de um território, sob um governo, para a realização do bem comum do respectivo povo.</p>
<p>São elementos do Estado, portanto: O povo que é o conjunto de pessoas submetidas à ordem jurídica estatal, que compreende o nacional residente e o que está fora dele.</p>
<p>Território é o elemento material, espacial ou físico do Estado. Compreende a superfície do solo que o Estado ocupa, seu mar territorial e o espaço aéreo (navio, aeronaves,embaixadas e consulados “fictos”).</p>
<p>Governo é a organização necessária ao exercício do poder político.</p>
<p>Soberania é o poder de organizar-se juridicamente e de fazer valer dentro de seu território a universalidade de suas decisões nos limites dos fins éticos de convivência. A soberania do Estado não reconhece poder igual, superior ou concorrente na ordem interna ou internacional.No Brasil a soberania popular é exercida por meio do sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos) (Art.1º c/14 CF).</p>
<p>O conceito de Estado é jurídico e o de Nação é sociológico. Nação é a sociedade natural de pessoas, dentro de um território ou não, com mesma origem, costumes, língua e comunhão de vida.Nação é a semente do Estado e a sociedade a união de indivíduos com objetivo comum. O fim do Estado é assegurar a vida humana em sociedade. O Estado deve garantir a ordem interna, assegurar a soberania na ordem internacional elaborar as regras de conduta e distribuir a justiça.</p>
<p>São objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, que é um Estado Democrático de Direito: a) construir uma sociedade livre, justa e solidária; b) garantir o desenvolvimento nacional; c) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; d) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (art.3º CF) O Estado pode ser: a) Unitário ou simples quando só existe uma fonte de Direito, que é no âmbito nacional, estendendo-se uniformemente sobre todo o seu território. (França, Bélgica, Itália e Portugal são unitários) b) Composto, como o Estado Federado, onde há a reunião de vários Estados Membros que formam a Federação. Existem várias fontes de direito: Federal, Estadual e a Municipal. (Brasil e EUA são federados).</p>
<p>As formas de governo atuais são: a) Monarquia que é o governo do soberano quando absolutista é o supremo legislador e quando limitada “o rei reina mas não governa”, pois o poder é exercido por eleitos pelo povo. b) República é a forma de governo democrática, exercitada pelo povo, em seu benefício. Os mandatos políticos são temporários e eletivos. Os sistemas de governo podem ser: a) Parlamentar o Primeiro Ministro exerce a Chefia do Governo Executivo Interno como função de confiança podendo ser destituído quando perde a maioria no Parlamento. O Chefe de Estado (Rei ou Presidente) não exerce atividade política interna. Ex.:Monarquias como: Inglaterra, Espanha e Repúblicas: Itália. No Brasil existiu no Império e após a renúncia de Jânio Quadro, a Emenda Constitucional n.º 4,de 2.9.1961, instituiu o sistema parlamentar de governo no Brasil até o referendo popular de 6 de janeiro de 1963. b) Presidencial o presidente governa durante seu mandato. Não pode dissolver o Congresso, nem ser por ele destituído (exceto nos crimes de responsabilidade através do impeachment é eleito direta ou indiretamente pelo povo. Ocorre nos Estados Republicanos: Brasil, EUA.</p>
<p>No dia 7 de setembro de 1993 o eleitorado brasileiro definiu, por meio de plebiscito, que a forma de governo é a República e o regime de governo é o presidencialista (art.2º Ato Disp. Constitucionais Transitorias).</p>
<p>O regime político é: a) Democrático quando o governo é do povo, pelo povo e para o povo. Determina o § único do art.1º da Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente; b) autocrático é o governo absoluto exercido por uma só pessoa. A vontade desse homem é a própria lei; c) ditatorial é o governo do Ditador, que estabelece tudo e reúne em si todos os poderes públicos.</p>
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		<title>Coordenadas geográficas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:25:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Coordenadas geográficas]]></category>

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		<description><![CDATA[Linhas imaginárias traçadas em intervalos regulares que permitem a localização de pontos da superfície terrestre. Todos os pontos se cruzam em duas coordenadas: latitude e longitude. São medidas em grau, minuto e segundo. As coordenadas geográficas foram determinadas por meio de observações astronômicas e satélites geodésicos. LATITUDE – Latitudes ou paralelos são as linhas paralelas ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Linhas imaginárias traçadas em intervalos regulares que permitem a localização de pontos da superfície terrestre. Todos os pontos se cruzam em duas coordenadas: latitude e longitude. São medidas em grau, minuto e segundo. As coordenadas geográficas foram determinadas por meio de observações astronômicas e satélites geodésicos. LATITUDE – Latitudes ou paralelos são as linhas paralelas ao Equador e marcam a distância entre os pólos.</p>
<p>Partem do Equador (0º) até 90º ao norte e ao sul. Por convenção internacional, servem para determinar as zonas quentes, temperadas e glaciais da superfície do planeta. Os paralelos mais importantes são o trópico de Câncer e o círculo polar ártico, ao norte, e o trópico de Capricórnio e o círculo polar antártico, ao sul. No Brasil, o trópico de Capricórnio passa pelos estados do Paraná e de São Paulo. LONGITUDE – Longitudes ou meridianos são as linhas que partem do meridiano de Greenwich (0º) – desde 1884 adotado por um acordo internacional como meridiano de origem – até 180º a oeste e a leste e convergem para os pólos.</p>
<p>A linha imaginária ganha esse nome porque passa pelo antigo observatório da cidade de Greenwich, situada perto de Londres, no Reino Unido. Os meridianos são usados para determinar os Fusos horários ao longo do globo terrestre. O primeiro fuso encontra-se entre 7º30’ a leste e a oeste de Greenwich. A cada 15º leste desse intervalo se acrescenta uma hora e a oeste se diminui uma hora.</p>
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		<title>Climas Controlados por Massas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:24:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu Relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu Relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país.</p>
<p>Em especial, as massas de ar que interferem mais diretamente no Brasil, segundo o Anuário Estatístico do Brasil, do IBGE, são a Equatorial, tanto Continental como Atlântica; a Tropical, também Continental e Atlântica; e a Polar Atlântica, proporcionando as diferenciações climáticas. Nessa direção, são verificados no país desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas Equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semi-áridos muito fortes, próprios do sertão nordestino.O clima de uma dada região é condicionado por diversos fatores, dentre eles pode-se citar temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica, os quais, por sua vez, são condicionados por fatores como altitude, latitude, condições de Relevo, vegetação e continentalidade.</p>
<p>De acordo com a classificação climática de Arthur Strahler, predominam no Brasil cinco grandes climas, a saber: clima equatorial úmido da convergência dos alísios, que engloba a Amazônia; clima tropical alternadamente úmido e seco, englobando grande parte da área central do país e litoral do meio-norte; clima tropical tendendo a ser seco pela irregularidade da ação das massas de ar, englobando o sertão nordestino e vale médio do rio São Francisco; clima litorâneo úmido exposto às massas tropicais marítimas, englobando estreita faixa do litoral leste e nordeste; clima subtropical úmido das costas orientais e subtropicais, dominado largamente por massa tropical marítima, englobando a Região Sul do Brasil. Quanto aos aspectos térmicos também ocorrem grandes variações. Como pode ser observado no mapa das médias anuais de temperatura a seguir, a Região Norte e parte do interior da Região Nordeste apresentam temperaturas médias anuais superiores a 25oC, enquanto na Região Sul do país e parte da Sudeste as temperaturas médias anuais ficam abaixo de 20oC.</p>
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		<title>Clima Brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:24:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Clima Brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu Relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu Relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país.</p>
<p>Em especial, as massas de ar que interferem mais diretamente no Brasil, segundo o Anuário Estatístico do Brasil, do IBGE, são a Equatorial, tanto Continental como Atlântica; a Tropical, também Continental e Atlântica; e a Polar Atlântica, proporcionando as diferenciações climáticas. Nessa direção, são verificados no país desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas Equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semi-áridos muito fortes, próprios do sertão nordestino.</p>
<p>O clima de uma dada região é condicionado por diversos fatores, dentre eles pode-se citar temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica, os quais, por sua vez, são condicionados por fatores como altitude, latitude, condições de Relevo, vegetação e continentalidade.</p>
<p>De acordo com a classificação climática de Arthur Strahler, predominam no Brasil cinco grandes climas, a saber: clima equatorial úmido da convergência dos alísios, que engloba a Amazônia; clima tropical alternadamente úmido e seco, englobando grande parte da área central do país e litoral do meio-norte; clima tropical tendendo a ser seco pela irregularidade da ação das massas de ar, englobando o sertão nordestino e vale médio do rio São Francisco; clima litorâneo úmido exposto às massas tropicais marítimas, englobando estreita faixa do litoral leste e nordeste; clima subtropical úmido das costas orientais e subtropicais, dominado largamente por massa tropical marítima, englobando a Região Sul do Brasil. Quanto aos aspectos térmicos também ocorrem grandes variações.</p>
<p>Como pode ser observado no mapa das médias anuais de temperatura a seguir, a Região Norte e parte do interior da Região Nordeste apresentam temperaturas médias anuais superiores a 25oC, enquanto na Região Sul do país e parte da Sudeste as temperaturas médias anuais ficam abaixo de 20oC.</p>
<p>Acima de 25ºC Entre 20ºC e 25ºC Abaixo de 20ºC Mapa Médias Anuais de Temperatura De acordo com dados da FIBGE, temperaturas máximas absolutas, acima de 40oC, são observadas em terras baixas interioranas da Região Nordeste; nas depressões, vales e baixadas do Sudeste; no Pantanal e áreas rebaixadas do Centro-Oeste; e nas depressões centrais e no vale do rio Uruguai, na Região Sul. Já as temperaturas mínimas absolutas, com freqüentes valores negativos, são observadas nos cumes serranos do sudeste e em grande parte da Região Sul, onde são acompanhadas de geadas e neve. O quadro a seguir apresenta as temperaturas do ar, máximas e mínimas absolutas, das capitais estaduais brasileiras.</p>
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		<title>Cerrado</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:23:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cerrado é o nome regional dado às savanas brasileiras. Cerca de 85% do grande platô que ocupa o Brasil Central era originalmente dominado pela paisagem do cerrado, representando cerca de 1,5 a 2 milhões de km2, ou aproximadamente 20% da superfície do País. O clima típico da região dos cerrados é quente, semi-úmido e notadamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerrado é o nome regional dado às savanas brasileiras. Cerca de 85% do grande platô que ocupa o Brasil Central era originalmente dominado pela paisagem do cerrado, representando cerca de 1,5 a 2 milhões de km2, ou aproximadamente 20% da superfície do País. O clima típico da região dos cerrados é quente, semi-úmido e notadamente sazonal, com verão chuvoso e inverno seco. A paisagem do cerrado é caracterizada por extensas formações savânicas, interceptadas por matas ciliares ao longo dos rios, nos fundos de vale.</p>
<p>Entretanto, outros tipos de vegetação podem aparecer na região dos cerrados, tais como os campos úmidos ou as veredas de buritis, onde o lençol freático é superficial; os campos rupestres podem ocorrer nas maiores altitudes e as florestas mesófilas situam-se sobre os solos mais férteis. Mesmo as formas savânicas exclusivas não são homogêneas, havendo uma grande variação no balanço entre a quantidade de árvores e de herbáceas, formando um gradiente estrutural que vai do cerrado completamente aberto &#8211; o campo limpo, vegetação dominada por gramíneas, sem a presença dos elementos lenhosos (árvores e arbustos) &#8211; ao cerrado fechado, fisionomicamente florestal &#8211; o cerradão, com grande quantidade de árvores e aspecto florestal. As formas intermediárias são o campo sujo, o campo cerrado e o cerrado stricto sensu, de acordo com uma densidade crescente de árvores.</p>
<p>As árvores do cerrado são muito peculiares, com troncos tortos, cobertos por uma cortiça grossa, cujas folhas são geralmente grandes e rígidas. Muitas plantas herbáceas têm órgãos subterrâneos para armazenar água e nutrientes. Cortiça grossa e estruturas subterrâneas podem ser interpretadas como algumas das muitas adaptações desta vegetação às queimadas periódicas a que é submetida, protegendo as plantas da destruição e capacitando-as para rebrotar após o fogo. Acredita-se que, como em muitas savanas do mundo, os ecossistemas de cerrado vêm co-existindo com o fogo desde tempos remotos, inicialmente como incêndios naturais causados por relâmpagos ou atividade vulcânica e, posteriormente, causados pelo homem. Tirando proveito da rebrota do estrato herbáceo que se segue após uma queimada em cerrado, os habitantes primitivos destas regiões aprenderam a se servir do fogo como uma ferramenta para aumentar a oferta de forragem aos seus animais (herbívoros) domesticados, o que ocorre até hoje. A grande variabilidade de habitats nos diversos tipos de cerrado suporta uma enorme diversidade de espécies de plantas e animais.</p>
<p>Estudos recentes, como o apresentado por J.A.Ratter e outros autores em &#8220;Avanços no Estudo da Biodiversidade da Flora Lenhosa do Bioma Cerrado&#8221;, em 1995, estimam o número de plantas vasculares em torno de 5 mil; e que mais de 1.600 espécies de mamíferos, aves e répteis já foram identificados nos ecossistemas de cerrado (Fauna do Cerrado, Costa et al., 1981). Entre a diversidade de invertebrados, os mais notáveis são os térmitas (cupins) e as formigas cortadeiras (saúvas). São eles os principais herbívoros do cerrado, tendo uma grande importância no consumo e na decomposição da matéria orgânica, assim como constituem uma importante fonte alimentar para muitas outras espécies animais. Por outro lado, a pressão urbana e o rápido estabelecimento de atividades agrícolas na região vêm reduzindo rapidamente a biodiversidade destes ecossistemas.</p>
<p>Até meados de 1960, as atividades agrícolas nos cerrados eram bastante limitadas, direcionadas principalmente à produção extensiva de gado de corte para subsistência ou para o mercado local, uma vez que os solos de cerrado são naturalmente inférteis para a produção agrícola. Após esse Período, porém, o crescimento urbano e industrial da região Sudeste forçou a agricultura para o Centro-oeste. A mudança da capital do País para Brasília foi outro foco de atração de população para a região central. De 1975 até o início dos anos 80, muitos programas governamentais foram lançados com o propósito de estimular o desenvolvimento da região do cerrado, através de subsídios para o estabelecimento de fazendas e melhorias tecnológicas para a agricultura, tendo, como resultado, um aumento significativo na produção agropecuária.</p>
<p>Atualmente, a região do cerrado contribui com mais de 70% da produção de carne bovina do País (Pecuária de corte no Brasil Central, Corrêa, 1989) e, graças à irrigação e técnicas de correção do solo, é também um importante centro de produção de grãos, principalmente soja, feijão, milho e arroz. Grandes extensões de cerrado são ainda utilizadas na produção de polpa de celulose para a indústria de papel, através do cultivo de várias espécies de Eucalyptus e Pinus, mas ainda como uma atividade secundária. A conservação dos recursos naturais dos cerrados é representada por diversas categorias de unidades de conservação, de acordo com objetivos específicos: oito parques nacionais, diversos parques estaduais e estações ecológicas, compreendendo cerca de 6,5% da área total de cerrado (Cerrado: caracterização, ocupação e perspectivas, Dias, 1990). Entretanto, esta extensão é ainda insuficiente e mais unidades de conservação precisam ser criadas para proteger a biodiversidade que ainda preserva.</p>
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		<title>Cartografia</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cartografia]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte de traçar mapas começou com os gregos que, no século VI a.C., em função de suas expedições militares e de navegação, criaram o principal centro de conhecimento geográfico do mundo ocidental. O mais antigo mapa já encontrado foi confeccionado na Suméria, em uma pequena tábua de argila, e representa um Estado. A confecção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte de traçar mapas começou com os gregos que, no século VI a.C., em função de suas expedições militares e de navegação, criaram o principal centro de conhecimento geográfico do mundo ocidental. O mais antigo mapa já encontrado foi confeccionado na Suméria, em uma pequena tábua de argila, e representa um Estado. A confecção de um mapa normalmente começa a partir da redução da superfície da Terra em seu tamanho. Em mapas que figuram a Terra por inteiro em pequena escala, o globo se apresenta como a única maneira de representação exata. A transformação de uma superfície esférica em uma superfície plana, recebe a denominação de projeção cartográfica.</p>
<p>Cartografia, portanto, é a arte e ciência de graficamente representar um área geográfica em uma superfície plana como em um mapa ou gráfico (normalmente no papel ou monitor). As representações de área podem incluir superimposições de diversas informações sobre a mesma área através de símbolos, cores, entre outros.</p>
<p>A Cartografia data da Pré-História quando era usada para delimitar territórios de caça e pesca. Na Babilônia os mapas do mundo eram impressos em madeira num disco liso, mas foram Eratosthenes de Cirene e Hiparco (século III a.C.) que construíram as bases da moderna cartografia com um globo como forma e um sistema de longitudes e latitudes. Ptolomeu desenhava os mapas em papel com o mundo dentro de um círculo, sendo imitado na maioria dos mapas feitos até a Idade Média. Foi só com a era dos descobrimentos que os dados coletados durante as viagens tornaram os mapas mais exatos.</p>
<p>Com a descoberta do novo mundo, a cartografia começou a trabalhar com projeções de superfícies curvas em impressões planas. A mais usada e conhecida é a projeção Mercator. Hoje em dia a cartografia é feita através de fotometria e de sensoriamento remoto por satélite e, com a ajuda de computadores, mais informações podem ser visualizadas e analisadas pelos geógrafos, fazendo mapas que chegam a ter precisão de até 1 metro.</p>
<p>Mapas</p>
<p>A localização de qualquer lugar na Terra pode ser mostrado num mapa. Mapas são normalmente desenhados em superfícies planas em proporção reduzida do local da Terra escolhido. Nenhum mapa impresso consegue mostrar todos os aspectos de uma região. Mapas em contraposição a foto aéreas e dados de satélite podem mostrar muito mais do que apenas o que pode ser visto. Podem mostrar, por exemplo: concentração populacional, diferenças de desenvolvimento social, concentração de renda, entre outros. Os mapas, por sua representação plana, não representam fielmente um mundo geóide como a Terra, o que levou cartógrafos a conceberem globos, que imitam a forma da Terra.</p>
<p>Os mapas mais comuns são os políticos e topográficos, o primeiro representando graficamente os continentes e as fronteiras entre os países e o segundo representando o Relevo em níveis de altura (normalmente também incluindo os rios mais importantes). Para desenhar mapas cartográficos depende-se de um sistema de localização com longitudes e latitudes, uma escala, uma projeção e símbolos. Hoje em dia, boa parte do material necessário ao cartógrafo é obtido de sensoriamento remoto com foto de satélite ou aerofotometria. No projeto RADAM &#8211; que mapeou o Brasil nas décadas de 70 e 80 &#8211; usou-se mais de aerofotometria e os primeiros mapas novos do país estarão saindo do IBGE em 1996. O departamento de cartografia da ONU é responsável pela manutenção do mapa mundial oficial em escala 1/1.000.000 e todos os países enviam seus dados mais recentes para este departamento.</p>
<p>Projeções</p>
<p>A transferência de uma esfera para a área plana do mapa seria impossível se os cartógrafos não se usassem de uma técnica matemática chamada projeção. Para ilustrar esta técnica podemos imaginar como seria se abríssemos uma esfera e achatássemos ela para a forma de um plano: partes da esfera original teriam que ser esticadas para podermos fazer isto, em especial as áreas mais próximas aos os pólos, criando grandes deformações de área em um mapa mundial, se comparássemos os países perto do equador com os mais perto do pólo.</p>
<p>Estas técnicas de projeções vem desde os mapas da Grécia com Ptolomeu no séc. II, e foram evoluindo até que logo após a renascença o holandês Mercartor concebeu a mais simples técnica de projeção, a qual é dada seu nome. É a projeção de mapas do mundo mais conhecida até hoje. Para a representação de países, entretanto, normalmente se usa a projeção bicônica. Outras técnicas foram evoluindo até os dias de hoje, e muitas outras projeções tentaram desfazer as desigualdades de área perto dos pólos com as de perto do equador, entre elas a projeção de Gall, que permite se manter a familiaridade do mapa-múndi e ao mesmo tempo diminuir as distorções.</p>
<p>Sensoriamento Remoto</p>
<p>Quase a totalidade da coleta de dados físicos para cartógrafos, geólogos e oceanógrafos é feita através de sensoriamento remoto por meio de satélites especializados que tiram fotos da Terra em intervalos fixos. Estas imagens podem ser feitas através da escolha do espectro de luz que se quer enxergar e alguns podem enviar sinais para captá-los em seu reflexo com a Terra, gerando milhares de possibilidades de informação sobre minerais, concentrações de vegetação, tipos de vegetação, entre outros. Alguns satélites, especialmente os de uso militar, conseguem enxergar um objeto de até vinte centímetros na superfície da Terra, quando o normal são resoluções de vinte metros.</p>
<p>Várias empresas internacionais existem com o fim de vender imagens de satélite sob encomenda. No Brasil, algumas agências estão presentes, sendo que o INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espacial) possui instalações completas que vem fornecendo imagens para vários fins. Outra forma de sensoriamento remoto é a aerofotometria, que se utiliza de vôos altos para tirar fotos de dentro de aviões adaptados, artifício muito usado em agricultura e instalações de fábricas e complexos industriais, porque produz uma resolução melhor do terreno em questão.</p>
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		<title>Biodiesel</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>

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		<description><![CDATA[Biodiesel Produzido com SojaA principal utilização dos óleos vegetais, agora e no futuro será como biodiesel, que é uma alternativa ao diesel derivado do Petróleo. O que é biodiesel Biodiesel (ésteres mono alquila) é uma combustível diesel de queima limpa derivado de fontes naturais e renováveis como os vegetais. Tal qual o diesel derivado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Biodiesel Produzido com SojaA principal utilização dos óleos vegetais, agora e no futuro será como biodiesel, que é uma alternativa ao diesel derivado do Petróleo.<br />
O que é biodiesel</p>
<p>Biodiesel (ésteres mono alquila) é uma combustível diesel de queima limpa derivado de fontes naturais e renováveis como os vegetais. Tal qual o diesel derivado de Petróleo, o biodiesel operam em motores de ignição-combustão. Essencialmente não são requeridas modificações nos motores, e o biodisel mantém as capacidades do diesel.O uso do biodiesel em motores convencionais a diesel resulta na redução substâncial de hidrocarbonetos, monóxido de carbono e matéria particulada.</p>
<p>Propriedades químicas: O Biodiesel tem propriedades físicas muito semelhantes ao diesel. As emissões no entanto são menores.<br />
Como é feito o Biodiesel</p>
<p>Biodiesel pode ser feito de vegetais ou de gordura animal. É feito de recursos renováveis. É bidegradável, requer mínimas modificações de motores, podendo inclusive ser misturado a outros combustíveis.</p>
<p>Os Óleos vegetais podem reagir químicamente com um álcool, para produzir ésteres. Esses ésteres quando usados como combustíveis lavam o nome de Biodiesel. Atualmente, o biodiesel é produzido por um processo chamado transesterificação. O óleo vegetal é filtrado, e então processado com materiais alcalinos para remover gorduras ácidas. É então misturado com álcool e um catalizador. As reações formam então ésters e glicerol, que é separado.</p>
<p>Amendoim, sementes de algodão, sementes de girassol, dendê, mamona e soja são grandes fontes de óleos. Ésteres feitos de qualquer dessas fontes podem ser usados em motores, embora tenham variações nas suas propriedades físicas.<br />
O mercado do biodiesel</p>
<p>O Biodiesel ainda esbarra em vários obstáculos, como a falta de regulamentação e os preços atuais do diesel derivado do Petróleo.Estima-se que no começo do próximo século, teremos condições de gerar biodiesel correspondente a 8% de todo o diesel consumido. Provavelmente ele será usado numa mistura com o diesel convencional que as pesquisas conseguirem vegetais mas eficientes na produção de óleo e na medida que o preço do diesel vá subindo, que é o esperado.<br />
Vantagens do biodiesel</p>
<p>O Biodiesel é mais seguro do que o diesel de Petróleo. O Ponto de combustão do biodiesel na sua forma pura e de mais de 300 F contra 125 F do diesel comum. Equipamentos a biodiesel são portanto mais seguros.</p>
<p>A exaustão do Biodiesel é menos ofensiva. O uso do biodiesel resulta numa notável redução dos odores, o que é um benefício real em espaços confinados. De fato se assemelha um pouco com o cheiro de batatas fritas. Não foram noticiados casos de irritação nos olhos. Como o biodiesel é oxigenado, ele apresenta uma combustão mmais completa.</p>
<p>Biodiesel não requer armazenamento especial. O biodiesel na sua forma natural pode ser armazenado em qualquer lugar onde o petroléo é armazenado, e pelo fato de ter maior Ponto de fusão é ainda mais seguro o transporte deste.</p>
<p>Biodiesel funciona em motores convencionais. Como já foi dito, o biodiesel requer minimas midificações pra operar em motores já existentes.</p>
<p>Renovável. como já foi dito o Biodiesel é renovável, contribuindo para a redução do dióxido de carbono.</p>
<p>O Biodiesel pode ser usado sozinho ou misturado em qualquer quantidade com diesel de Petróleo.</p>
<p>O Biodiesel aumenta a vida útil dos motores por ser mais lubrificante.</p>
<p>Biodiesel é biodegradável e não tóxico.</p>
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		<title>Atmosfera</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Atmosfera]]></category>

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		<description><![CDATA[Camada de gases que envolve um planeta ou um satélite. A atmosfera (do grego atmós, gás; sphaîra, esfera) da Terra tem espessura estimada em 800 km. É formada por gases, principalmente o nitrogênio (78%), o oxigênio (21%) e o argônio (0,9%), e por gases menores, entre eles o vapor de água e o dióxido de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camada de gases que envolve um planeta ou um satélite. A atmosfera (do grego atmós, gás; sphaîra, esfera) da Terra tem espessura estimada em 800 km. É formada por gases, principalmente o nitrogênio (78%), o oxigênio (21%) e o argônio (0,9%), e por gases menores, entre eles o vapor de água e o dióxido de enxofre, que totalizam apenas 0,1% do volume do ar atmosférico. A atmosfera contém também microrganismos e partículas sólidas, como cinzas vulcânicas e poeira. Ela pode ser dividida conforme a variação da temperatura, da composição química do ar ou da estrutura eletromagnética (campos elétricos e de atração magnética). Divisão térmica – Conforme a altitude, a atmosfera apresenta temperaturas diferentes e divide-se em troposfera, estratosfera, mesosfera e termosfera. A camada inicial – a troposfera – alcança 12 km e tem temperatura média que varia de 20°C na parte inferior a 60°C negativos na parte superior.</p>
<p>É nessa camada que se concentram os Poluição do ar , acontecem os fenômenos de precipitação – como a chuva e a neve – e circulam os balões tripulados e os aviões a jato. Na estratosfera, localizada entre 12 km e 50 km, a temperatura oscila entre 60°C negativos e 5°C negativos. Nela se localiza a camada de ozônio, que protege a Terra da radiação ultravioleta emitida pelo Sol. Também chegam até a estratosfera os balões meteorológicos, os aviões supersônicos e as nuvens geradas por explosões atômicas. A mesosfera, entre 50 km e 80 km, apresenta temperatura entre 5°C negativos e 95°C negativos. As maiores variações de temperatura ocorrem na termosfera, a camada mais externa, localizada entre 80 km e 500 km, onde a temperatura fica entre 95°C negativos e 1.000°C.</p>
<p>Divisão química – As características da atmosfera também se modificam em razão da variação da altitude: à medida que ela aumenta, o ar se torna mais rarefeito (menos compacto) e a pressão atmosférica diminui. Estima-se que cerca de 97% dos gases permaneçam na faixa dos 30 km iniciais da atmosfera. De acordo com a composição química, a atmosfera divide-se em homosfera, heterosfera e exosfera. A homosfera atinge 100 km e tem composição constante e regular. É a camada na qual predominam o nitrogênio e o oxigênio.</p>
<p>Na heterosfera, entre 100 km e 500 km, a distribuição de gases é irregular e predominam o hélio e o hidrogênio. Já a última camada, a exosfera, é externa à atmosfera. Nela as moléculas começam a escapar da atração terrestre, integrando-se ao espaço. Divisão eletromagnética – A atmosfera divide-se ainda em ionosfera e magnetosfera. A ionosfera, entre 60 km e 600 km, caracteriza-se pela presença de partículas eletricamente carregadas. É nela que ocorre a reflexão das ondas de rádio. A magnetosfera possui dimensão irregular em conseqüência dos ventos solares. Na face do planeta em que é dia ela alcança cerca de 60.000 km e, no lado em que é noite, 600.000 km. É nessa camada que predomina o campo de atração magnética da Terra.</p>
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